Informativo Sindical SINTESPAR - Mensagens Antigas

Adir de Souza
Presidente do SINTESPAR
VOLTAR

Postado por: Adir de Souza
Data: 14/09/07 18:26:24 h

Pagina denovo on line
Nossa pagina interativa de noticias está de novo on line...

Aguardem novidades no site.

Postado por: Adir de Souza
Data: 28/02/07 03:29:33 h

seu voto é importante

Adir de Souza


Aos colegas estamos chegando na reta final desde ja muito grato pelo Voto depositado e comunico que a votação da revista vai até dia 28, portanto venho pedir mais uma vez seu qualificado Voto, no site esta sendo efetuada a votaçao online, vota lá entra no site

www.cipanet.com.br

de prêmio destaque ao clicar aparece em verde Segurança do Trabalho
clica e aparecem os nomes para votar, e manda
para sua Lista de amigos
desde já obrigado e veja nossa página

www.sintespar.com.br

E nossa Rádio na WEB

www.radiokosak.com.br

desde já grato

Adir de Souza


Postado por: Adir de Souza
Data: 15/01/07 01:44:01 h

ATO PÚBLICO
Favor enviar para sua LISTA

O SINTESPAR - Convida a todos os Técnicos de Segurança do Trabalho do Estado do Paraná
No dia 20 de janeiro como ficou decidido na assembléia do dia 07 de dezembro de 2006
Fazermos um Ato Público, por Um Piso Salarial digno que nossa Categoria merece.
E em protesto pela Morte do Técnico de Segurança do Trabalho, Fernando Bittencourt de Campos, na cidade de Jacarezinho.
A Concentração – Será em Frente à Universidade Federal do Paraná na Praça Santos Andrade, e caminharemos até a Boca Maldita
Hora: 10:00 Horas
Dia 20 de Janeiro Sábado
Esperamos contar com A categoria, para mostrar a nossa União e Força, e espirito de Solidariedade; esta é a hora!
E conto com todos os colegas que querem melhoria nas condições de trabalho
Que os empresários respeitem a nossa profissão.
Que a sociedade saiba da impotancia da nossa profissão.
Que trabalho é meio de vida, e Não de Morte
Favor confirmar sua apresença
pelo email sintespar2006@yahoo.com.br
Adir de Souza
www.sintespar.com.br

Postado por: Adir de Souza
Data: 17/12/06 18:19:33 h

FENATEST REALIZA SEMINÁRIO EM MAIO 2007

Minha sugestão é a realização de Um Congresso
O cartaz da foto é do 2º CONTEST Congresso Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho Realizado na nossa querida e bela ilha e de Florianópolis, com a realização do Sindicatos dos Técnicos de Santa Catarina SINTESC com apoio do SINTESP e SINTESPAR Sindicatos dos Técnicos de Segurança do Trabalho de São Paulo e Paraná pois estes tres Sindicatos tem a sua carta sindical na mesma data e nasceram na luta pela nossa categoria e também de uma Associação Nacional que criamos na época para aglutinar as entidades Sindicais, e interessante ressaltar que os Sindicatos de nossa Categoria nesta época tinham um ano e existência, e depois nunca mais foi realizado algo deste mesmo porte e com a importancia que teve para a categoria, pois estavam presentes neste evento, toda direção da Fundacentro, vários Secretários de Estado do Trabalho e todas as entidades de Técncos do Brasil precisamos resgatar esta UNIÃO e Tenho orgulho de ter trabalhado para que estes eventos fossem realidade.
E depois da criação da FENATEST NUNCA MAIS FOI REALIZADO NADA DESTA IMPORTÂNCIA PARA NOSSA CATEGORIA

Porque a FENATEST não tem coragem de realizar o 3º CONTEST?
além do nome CONTEST QUE É BASTANTE SUGESTIVO E AINDA, ISTO É PRESERVAR A HISTORIA DE LUTA DE NOSSA CATEGORIA.

E A FENTATEST quer realizar um seminário, sem pedir a opinião da categoria sem ouvir os mais interessados, ja resolveram tudo, local, programação,comissão organizadora tudo!

Proteste reclame você e merece ser ouvido é seu direito
Envie um e-mail para Sr. Cláudio diretor da FENATEST


Envie um e-mail para o diretor da FENATEST e manifeste a sua opinião Vamos mostrar a nossa Força
kkcau@yahoo.com.br


Adir de Souza

Postado por: Adir de Souza
Data: 05/12/06 03:01:17 h

Funcionária do Alvorada sofre acidente de trabalho
4/12/2006 - Yahoo
Ac.Trabalho - Acidente no Palácio da Presidência

Funcionária do Alvorada sofre acidente de trabalho

Maria Angélica Rodrigues dos Santos, 51 anos, acidentou-se hoje de manhã quando operava uma máquina industrial de lavar roupa no Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Como seu braço direito ficou preso na engrenagem, o Corpo de Bombeiros foi chamado ao Palácio para prestar os primeiros socorros.

Também acionado para socorrê-la, o médico que fazia plantão no Alvorada acompanhou a funcionária na ambulância dos bombeiros até o Hospital de Base de Brasília. Maria Angélica chegou ao serviço de emergência do hospital consciente e com suspeita de fratura, mas os médicos constaram que havia apenas uma contusão, além de um pequeno corte no lábio, suturado com três pontos.



Postado por: Adir de Souza
Data: 28/10/06 17:50:10 h

A Fentaest é dos Técnicos de Segurança
Favor Ler de baixo para cima

Resposta: Ao Sr. José Augusto


Quem nunca se preocupou para que os TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO BRASIL tenham Convenção Coletiva, Pisos Salariais, que nunca ajudou os Sindicatos politicamente e muito mesmos financeiramente não tem moral para falar em Ética, muito menos Lealdade, a nossa Lealdade tem que ser com os Técnicos de Segurança do Trabalho, este discurso falso de Dono da Verdade, além de parecer doentio, de que queremos tirar seu pirulito, leva o lema nazi-fascista, do tempo do integralismo, de quem não esta comigo esta contra mim.

O Sr.José Augusto não tem moral para falar de Lealdade, pois nunca foi Leal com os verdadeiros idealizadores da FENATEST e que o colocaram na entidade, como Sr. Valdete, Sr. Ferreira Sr. Jaziel e o Sr. Wilson Lourenço e é bom que aprenda que Lealdade incondicional só se dá a um DITADOR, virou as costas para estas pessoas e se auto-intitula Dono da FENATEST.

E Quando afirmo que não tem moral, pois os Sr, José Augusto, há muito tempo ele não é dirigente sindical, foi posto para fora da chapa do SINTESP, em reunião para escolha da chapa, e foi por unanimidade ninguém aceitou seu nome para fazer parte do SINDICATO.

E um dos princípios fundamentais para que a nossa Federação tenha acima de tudo legitimidade e unidade e não unicidade e que seus dirigentes Sejam dirigentes dos Sindicatos de Técnicos em seus respectivos estados e profissionais que atuem na área.

Se não corremos o risco de ver nossa FENATEST dirigida só por empresários, (patrão) donos de assessorias então vejam Sr José Augusto é dono da www.engesegc.com.br, Paulo Kirchenner é dono de uma empresa chamada SETRA, o Nardelli dono de um escritório, Contabilidade Nardelli e diretor de um Sindicato dos Àrbitros de Futebol do Estado do Paraná.

O Sr. José Augusto Usa demasiadamente a palavra Lealdade em todas as comunicações merece uma pequena analise, quem é Leal não precisa ser tão afirmativo assim, parece que fica cobrando e não vejo dar nada em troca, ser Leal deve na condição humana na convivência em sociedade e usa esta palavra LEALDADE como forma de coerção.

Neste caminho que está indo e se acabar a contribuição sindical obrigatória que sustenta FENATEST com 15% de um dia de trabalho de todos os Técnicos de Segurança do Trabalho do Brasil, como a entidade vai sobreviver? Se os verdadeiros dirigentes Sindicais das entidades nos Estados não fazem parte da FENATEST quem vai bancar e mandar na entidade? Os donos empresas de EPI? Ou o dono empresa de comunicação. (revista).

O Sr. José Augusto, tenta com suas atitudes jogar os outros dirigentes contra eu e o Armando só estou fazendo uma constatação para refletirmos e nunca imaginamos e não queremos ninguém de fora, queremos é todos juntos e nem o Sr. José Augusto nós queremos fora de nosso movimento, queremos que ele participe de perto para ver como fazer uma entidade ser respeitada e conhecida a nível nacional que hoje não é, principalmente no meio dos colegas Técnicos poucos sabem o papel de nossa entidade.

Não queremos nem o cargo que ele ocupa da CNTC nem o SÁLÁRIO que ele recebe uns 5.000,00 reais por mês, e ele que alega ser tão Leal nunca fala deste salário para seus amigos, e é bom ressaltar que este cargo é dos Técnicos de Segurança.

E leiam e vejam o Tamanho da prepotência e arrogância com que o companheiro se pronuncia que somos minoria e que ele domina 17 SINDICATOS e tem a maioria e o que está em debate é o que é bom para nosso movimento a nível Nacional e para os Técnicos de Segurança do Trabalho do Brasil, com certeza é a mudança. Se em 14 anos esta entidade não mostrou a que veio, tinha que ter humildade de dizer e deixar outras pessoas trabalharem.

E quando afirma sobre a sua suposta maioria que para mim não quer dizer nada: Hitler também quando assumiu o governo da Alemanha tinha a maioria de 80% da população e vejam no que deu.

E quando usa o exemplo do companheiro Schulte, é demonstração da cara de pau usar um exemplo deste tão pelego, eu sei que ele perdeu a eleição no Sindicato dos Comerciários de Pelotas para uma chapa de oposição montada pela Força Sindical, mas é muito diferente pois em cada Estado existe uma Federação deste segmento dos Trabalhadores e no nosso movimento Temos somente uma entidade a nível Nacional, e o que senhor fez alterando o Estatuto foi Golpe para se manter no poder ad-eternum, falta de escrúpulo.

E ainda o senhor é muito mal educado e covarde efetuou a sua inscrição em nosso Seminário em junho em Curitiba e educadamente o coloquei na Programação e respondeu com atitudes grosseiras e desrespeitosas e covardes porque não me colocou na programação para debatermos no ENATEC em São Paulo tem medo de olho no olho, frente a frente de encarar a verdade acredito que sua vinda a Curitiba não coincidiu com seu trabalho de “Consultor” que viria fazer em Curitiba e no litoral do Paraná, isto é falta de Ética tomando trabalho de Técnicos novos na área e de pessoas que precisam.

E quero ressaltar para ser fiel com a verdade e parabenizar, o nosso Presidente Elias Bernardino pelas suas atitudes e constatei pessoalmente isto no evento do Rio de Janeiro, que me recebeu com civilidade e a sua forma democrática de condução dos debates sendo respeitoso e democrático, nos fez crer que o companheiro Elias sem o Sr. José Augusto por perto, conduz melhor o trabalho da nossa entidade.

Parece que nosso Movimento Sindical da área de Segurança do Trabalho ainda tem que descobrir o que é Democracia que a participação no processo democrático não se limita ao dia da eleição (de nossa Entidade), e que o voto é somente um dos atos e SINDICATO na minha visão política é coisa séria, e como célula importante de um País em um Estado de direito Democrático, e o senhor José Augusto tem que aprender a compreender mais sobre esse processo histórico e parar de achar e se arvorar onipotente e dono da FENATEST.

Usando pseudo poder, pois se não entender, que somente existirá com a união da entidades Sindicais dos Técnicos de Segurança do Brasil, e que não tem capacidade de fazer união, e que vai ser cobrado pela história, e não vamos parar de questionar, pois a entidade pertence a toda a categoria, e pela minha formação política e história de luta que tenho no Movimento Sindical tenho obrigação Moral de devolver a nossa entidade para os profissionais que verdadeiramente defendam os Técnicos e Segurança e lutem por nossos interesses, o senhor José Augusto já teve 14 anos e nada fez de concreto.

E afirmo que não estou sozinho nesta empreitada, tem muito mais colegas que o senhor José augusto imagina, em todo o Brasil que comungam desta mesma posição, ele poderia deixar nosso movimento, para sair com um pouco de dignidade se é que ainda possui.

Discursando em Viena, na primavera de 1872, Rudolf Von Ihereing bem ilustrou o símbolo da Deusa Themis da Justiça, “a espada sem a balança é a força bruta, a balança sem a espada, a impotência do direito. Uma completa a outra, e o verdadeiro estado de direito só pode existir quando a justiça sabe brandir a espada com a mesma habilidade com que manipula a balança.”.

Adir de Souza
Presidente do SINTESPAR
www.sintespar.com.br



From: José Augusto da Silva Filho
To: \"Antonio Sergio Aras de Almeida\"
Subject: Precisa haver unicidade nos assuntos da Fenatest...
Date: Fri, 6 Oct 2006 19:58:44 -0300
Prezados (as) Amigos (as) e Companheiros (as)
Prezado amigo e companheiro Presidente da FENATEST Elias Bernardino da Silva Júnior

Devido a minha total indignação e diante dos fatos que presenciei e ando presenciando, inclusive com desmandos, autoritarismo e inverdades, tomei a iniciativa de maneira livre e expontânea, escrever esta matéria abaixo, que é de interesse comum para todos nós da Federação e dos Sindicatos Filiados. Não posso concordar com o que os meus olhos vêem e lêem, o que meus ouvidos ouvem e principalmente o que falam. Assumindo totalmente a responsabilidade sobre tudo que escrevi aos meus companheiros e amigos da Federação. Precisamos de um NORTE....urgente....
Temos princípio e lealdade junto a FENATEST e junto a todos que dela participam, e principalmente, até os dias de hoje nunca faltou minha lealdade e os meus serviços para com o movimento sindical nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho e tampouco para com o nosso atual Presidente da FENATEST, que além de ser meu amigo é e sempre foi companheiro de lutas (como muitos de voces também os são). Portanto, estou dando a minha contribuição como já é de costume, pelo menos àquelas pessoas e companheiros que me conhecem.

NOTA:

O Estatuto em momento oportuno seria discutido e não foi definido quando (data), pois mesmo com a decisão e aprovação na última Reunião de Diretoria de que se deva reformá-lo, não seria agora para outubro, onde seria convocada Assembléia específica para tal, por parte do Presidente da Fenatest. Isto não é prioridade, mas sim uma grande jogada política de quem nunca teve a maioria dentro do movimento sindical e que pretendem retalharem os companheiros atuais Diretores da Federação.

O Jornal Primeiro Passo do Sintesp edição 189, o Armando declara na página 04 (com a foto de todos que participaram da Reunião da Diretoria e que foram ao Sintesp após a Reunião (visita), que a Assembléia para se discutir a reforma estatutária seria convocada em outubro/2006, sendo que não foi definido esta data conforme Reunião de Diretoria. Fiquei mais uma vez horrorizado com mais esta postura deste sujeito, que foi para esta reunião com duas procurações embaixo dos braços (Sávio do Sintest-MG e de Jaziel do Sintesb sendo este último com o seu sindicato desfiliado da FENATEST. E o Armando contando com este pseudo trunfo, como ele tivesse sitiado os sindicatos da BA, MG e de AL. Que absurdo...isto é e foi ridículo companheiros!

A grande e pretenciosa estratégia do Armando e do Adir, é tirar definitivamente o José Augusto da Diretoria da Federação nas próximas eleições (com esta pseuda reforma estatutária), juntamente com Nardelli, Robson, Sérgio Aras, Paulo Kircnher e tantos outros companheiros que não possuem cargos nos Sindicatos Estaduais filiados. Além do mais, se for aprovado este artigo no Estatuto, ele será inconstitucional, já analisamos esta pretenciosa proposta política, junto aos nossos Advogados em Brasília, inclusive consultando o companheiro Schulte, que passa pela mesma situação atualmente, pois tem cargo apenas na Fecosul e não no Sindicato e vejam Senhores, ocupa o cargo de Primeiro Secretário na nossa CNTC. Pergunto isto é legal ou ilegal??? Naturalmente que é Constitucional. Vamos parar com isto.

Tentam também com as propostas que irão apresentar, impedir as reeleições para os cargos de Diretoria e Presidência da FENATEST. Querem darem um RODO!!!
Esta aí companheiros mais uma vêz, estampada a falta de unicidade nos assuntos da Federação e a falta de sincronia que rola e que sempre houve por parte dos Presidentes do Sintesp e do Sistespar e principalmente a falta de companherismo, ética e seriedade por parte deste pequeno e minúsculo grupo, pois se assim o fizerem e apresentarem esta proposta, iremos contestá-la com o apoio de no mínimo 17 Sindicatos Filiados pela não aprovação. Tentem e ele irão ver! Como sempre ocorreu, quando eles nos enfrentam e tentam encaminhar propostas que não estão sincornizadas e não representa a unicidade da grande maioria dos filiados e dos Diretores da Federação, são vencidos democraticamente e pela maioria através do voto.

Seriedade acima de tudo, pois a atual prioridade (exatamente e neste atual momento) é e seria a seguinte pauta que deveria compor a convocação desta Reunião da Diretoria e do Conselho de Representantes da FENATEST, caso ela realmente seja convocada:

Promover o II Encontro Nacional de SESMT ainda para este ano de 2006, discutirmos sobre o CBO (Código Brasileiro de Ocupações) 3516 como novas atividades do Técnico de Segurança do Trabalho, vindo alterar a Portaria 3275/89; CTPP (Comissão Tripartite Paritária Permanete), NR4, PNSST (Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalho), Código Brasileiro de Segurança e Saúde no Trabalho do Projeto de Lei 7.097/2002, Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho, com um cadastro nacional de toda a categoria de todos os Estados; Formação Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho, enfim o II Encontro Nacional do SESMT, poderia ter um tema central como por exemplo: Liberdade e Autonomia no Trabalho - Formação e Aperfeiçoamento Profissional. Debateríamos também outros sub temas: Ética Profissional, Conselho Federal dos Técnicos de Segurança do Trabalho, Competências e Capacidades Profissionais diante da atual CBO e as novas atribuições do Técnico de Segurança do Trabalho, Níveis de Atuação do Profissional no Mercado de Trabalho, Acordo Coletivo e Salários da Categoria nos Estados, e a grande polêmica e dúvidas que existem com milhares de companheiros sobre o curso e a formação de Tecnólogo em Segurança e Saúde no Trabalho e a atividade profissional após formação.

Com esta iniciativa devemos conseguir com unidade e força, com propostas reais e concretas amplamente e democraticamente debatidas neste Encontro, avançarmos em busca de novas conquistas e espaços necessários para o crescimento de nossas entidades sindicais (sindicatos e federação) e principalmente a valorização e crescimento profissional dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Brasil. Encaminharmos também aquilo que seja relativo a construção de Projetos de Lei junto ao Congresso Nacional, com algo consistente e representativo, fruto das propostas aprovadas neste Evento. Da mesma forma assuntos relacionados a Educação junto ao MEC/SEMTEC e esse por sua vez encaminharia ao Conselho Nacional de Educação. Sensibilizar e mostrar a nossa força junto a patronal, onde se pretendemos viabilizar efetivamente nos Estados através de nossos Sindicatos Filiados, os acordos e/ou convenções coletivas de trabalho.

O objetivo e idéia inicial seria esta, para tanto necessita se convocar uma Reunião da Diretoria e do Conselho (conjuntamente) para tratarmos exclusivamente desta matéria urgente e necessária para todos os Filiados, para a FENATEST e para toda a categoria nacionalmente. Isso sim que é prioridade companheiros. Na reunião se discutiria as datas deste evento, local, o temário, expositores, infra-estrutura, organização, divulgação, patrocinadores e outros mecanismos para viabilização e realização do evento.

Espero que esta minha matéria não seja foco ou peça de fofocas na rede (pela internet), mas no sentido de fortalecer e engrandecer as nossas lutas!!!

Precisamos e será necessário, caminharmos logo e avançarmos, vindo construir realmente um Projeto e um Plano Nacional.

PS.: Aguardo manifestações de todos voces sobre esta matéria

Cordialmente

José Augusto da Silva Filho
Diretor da CNTC
Diretor da FENATEST


Postado por: Adir de Souza
Data: 12/09/06 08:58:15 h

doença do trabalho ficrá mais fácil provar


DEU NO JORNAL GAZETA DO POVO TERÇA-FEIRA, 12 de setembro de 2006


PREVIDÊNCIA

Comprovar doença de trabalho ficará mais simples

Até o fim deste mês, ficará mais fácil para o trabalhador comprovar doenças relacionadas ao ambiente de trabalho. Deve entrar em vigor o Nexo Técnico Epidemiológico (NTE) do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), informou ontem o secretário-geral do Ministério da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas. Ele participou em Curitiba do Seminário Estadual de Conselho de Previdência Social, realizado pela Gerência-Executiva do INSS no Paraná.

Na prática, o INSS passará a ter um banco de dados em que cada categoria profissional será relacionada às doenças estatisticamente mais freqüentes a sua área. Quando o trabalhador fizer a consulta ao órgão, o perito vai analisar se o caso está ou não na lista das doenças peculiares a sua atividade. Em caso afirmativo, o trabalhador passa a receber automaticamente o auxílio-doença acidentário, que garante o depósito mensal do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) durante todo o tempo em que estiver afastado e mantém o vínculo com a empresa por pelo menos um ano após a licença. Se a empresa não concordar com a decisão, caberá a ela provar que a doença não é originária do emprego.


Hoje, o trabalhador precisa apresentar a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), normalmente assinada por um médico da empresa, para comprovar a relação da doença com o ambiente de trabalho. \"Em muitos casos, os trabalhadores têm dificuldade em comprovar esse vínculo e acabam optando pelo auxílio-doença\", explica o secretário-geral Carlos Gabas.

A medida também visa incentivar as empresas a garantirem um ambiente de trabalho adequado a seus funcionários. \"As empresas que reduzirem o número de acidentes de trabalho vão pagar alíquotas menores\", diz Gabas. Atualmente, as empresas pagam alíquotas do Seguro Acidente de Trabalho (SAT) de 1%, 2% e 3% sobre a folha de pagamento, variando conforme o risco da atividade. Mesmo aquelas que efetivam mudanças e baixam seus números de acidentes continuam pagando o valor da alíquota máxima. \"A idéia é incentivar a melhoria da segurança no trabalho. Por exemplo, se o número de acidentes de trabalho aumentar, a empresa também vai passar a pagar uma alíquota com valor maior\", explica Gabas.

Para o coordenador do curso de economia da UniFAE, Gilmar Lourenço, a medida \"faz parte do pacote de bondades que o governo federal vem lançando para a sociedade nesse ambiente eleitoral\". Para ele, os efeitos práticos devem ser pouco significativos, e o NTE deveria fazer parte de uma \"detalhada reforma trabalhista, e não ser apenas uma medida pontual do governo, que ainda pode ser desconsiderada pelo Congresso\".

O NTE está previsto na Medida Provisória 316, editada pelo governo no mês passado, e depende da publicação de um decreto para entrar em vigor. No momento, o texto do decreto está sendo analisado pelo departamento jurídico da Casa Civil. A partir da sua edição, a medida provisória tem força de lei por 60 dias.

A MP 316 deve ser analisada pelo Congresso até o próximo dia 25 de setembro, ou passará a trancar a pauta de votações. Caso não seja aprovada, os parlamentares terão que editar um decreto para disciplinar os efeitos que tenha gerado durante sua vigência.

Breno Baldrati


Postado por: Adir de Souza
Data: 19/08/06 17:00:03 h

TÉCNICO NO CONSELHO DA FUNDACENTRO

Dr. Geraldo Serathiuk,
Sensibilizado pela sua forma educada e carinhosa, com a minha pessoa agradeço em meu nome e toda esta categoria que se angustia muitas vezes por não poder tomar atitude em defesa dos trabalhadores, eu conheço de perto o que acontece.
Estar no conselho curador da FUNDACENTRO na representação da bancada dos trabalhadores representado a SDS, nao da um centavo na minha conta bancaria, esta participação, muito pelo contrario deverei gastar dinheiro do bolso, pois nao terá passagem ou transporte pago pela entidade mas para este, seu amigo e Técnico de Segurança do Trabalho com muito orgulho, que ficou afastado desta entidade quase 5 anos sem salário e sem poder arrumar outro emprego por denunciar mortes de trabalhadores na cidade de LONDRINA em 86, somente eu e minha família sabemos os que passamos, desculpem o desabafinho, mas faria tudo de novo se preciso for.
muito obrigado ao Sr. a todos os servidores da DRT Paraná
Adir de Souza
----- Original Message -----
From: DRT/PR - Geraldo Serathiuk
To: Adir
Sent: Friday, August 18, 2006 3:10 PM
Subject: RES:


CARO ADIR DE SOUZA

EM MEU NOME E DE TANTOS AMIGOS QUE VOCÊ TEM ENTRE OS PROFISSIONAIS DA DRT/PR GOSTARIA DE PARABENIZA-LO POR ESTA DESIGNAÇÃO NO CONSELHO CURADOR DA FUNDACENTRO. PARA ALGUÉM QUE UM DIA FOI PERSEGUIDO POR SUAS LUTAS SER RECONHECIDO É MOTIVO PARA SEMPRE ACREDITAR QUE A JUSTIÇA VENCE AS INJUSTIÇAS. E QUE O TRABALHO SOMADO A HUMILDADE VENCE A ARROGÂNCIA.
PARABÉNS.
ABRAÇO

GERALDO SERATHIUK
DELEGADO REGIONAL DO TRABALHO DO PARANÁ



GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA No- 105, DE 17 DE AGOSTO DE 2006
O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO,
no uso de suas atribuições, e tendo em vista o disposto no § 2odo
art. 6o- do Anexo ao Decreto no- 4.663, de 2 de abril de 2003,
resolve:
Art. 1o- Designar PAULO ROGÉRIO ALBUQUERQUE DE
OLIVEIRA e GERALDO ALMIR ARRUDA para, na qualidade de
membros titular e suplente, respectivamente, representarem o Ministério
da Previdência e Assistência Social junto ao Conselho Curador
da Fundação Jorge Duprat Figueiredo, de Segurança e Medicina
do Trabalho - FUNDACENTRO.
Art. 2o- Designar MARCO ANTONIO GOMES PEREZ e
MARIA DA GRAÇA LUDERITZ HOESEL para, na qualidade de
membros titular e suplente, respectivamente, representarem o Ministério
da Saúde junto ao Conselho Curador da Fundação Jorge
Duprat Figueiredo, de Segurança e Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO.
Art. 3o- Designar ADIR DE SOUZA e PAULO ROBERTO
BARCK para, na qualidade de membros titular e suplente, respectivamente,
representarem a Social Democracia Sindical junto ao Conselho
Curador da Fundação Jorge Duprat Figueiredo, de Segurança e
Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO.
Art. 4o- Reconduzir JOEL PEREIRA FÉLIX e WASHINGTON
APARECIDO DOS SANTOS para, na qualidade de membros
titular e suplente, respectivamente, representarem a Confederação Geral
dos Trabalhadores junto ao Conselho Curador da Fundação Jorge
Duprat Figueiredo, de Segurança e medicina do Trabalho - FUNDACENTRO
Art. 5o- Reconduzir MAGNUS RIBAS APOSTÓLICO e
ADIB MIGUEL EID para, na qualidade de membros titular e suplente,
respectivamente, representarem a Confederação Nacional das
Instituições Financeiras junto ao Conselho Curador da Fundação Jorge
Duprat Figueiredo, de Segurança e Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO
Art. 6o- Reconduzir MARIA NEUMA LOPES DE SALES e
OSWALDO PAULINO para, na qualidade de membros titular e suplente,
respectivamente, representarem o Ministério do Trabalho e
Emprego junto ao Conselho Curador da Fundação Jorge Duprat Figueiredo,
de Segurança e Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO.
Art. 7o- Reconduzir ARNALDO GONÇALVES e LUIZ
CARLOS DE OLIVEIRA para, na qualidade de membros titular e
suplente, respectivamente, representarem a Força Sindical junto ao
Conselho Curador da Fundação Jorge Duprat Figueiredo, de Segurança
e Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO.
Art. 8o- Revogam-se as Portaria no- 805, de 12 de maio de
2003, publicada no DOU de 13 de maio de 2003, Seção 2, página 30;
Portaria no- 230, de 14 de março de 2003, publicada no DOU de 17 de
março de 2003, Seção 2, página 32; Portaria no- 149, de 5 de abril de
2004, publicada no DOU de 17 de abril de 2004, seção 2, página 25;
Portaria no- 660 de 23 de abril de 2003, publicada no DOU de 25 de
abril de 203, seção 2, página 45; Portaria 1028 de 7 de agosto de
2003, publicada no DOU de 8 de agosto de 2003, seção 2, página 31;
Portaria no- 1026 de 7 de agosto de 2003, publicada no DOU de 8 de
agosto de 2003, seção 2, página 31; Portaria 1025 de 7 de agosto de
2003, publicada no DOU de 8 de agosto de 2003, seção 2, página 31;
Portaria no- 962 de 9 de julho de 2003, publicada no DOU de 10 de
julho de 2003, seção 2, página 29; Portaria 1056 de 25 de agosto de
2003, publicada no DOU de 26 de agosto de 2003, seção 2 página 24;
Portaria no- 1033 de 15 de agosto de 2003, publicada no DOU de 18
de agosto de 2003, seção 2 página 26.
Art. 9o- Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
LUIZ MARINHO
SECRETARIA EXECUTIVA
Ministério do Trabalho e Emprego

Postado por: Adir de Souza
Data: 01/07/06 14:23:32 h

seminario é noticia


SEMINÁRIO PARANAENSE É NOTICIA

Cidades cidades@parana-online.com.br

Segurança dos trabalhadores não recebe a devida atenção

Elizangela Wroniski [01/07/2006]


Foto: Fábio Alexandre/O Estado



Lei exige a adoção de medidas que visem evitar acidentes.

No Paraná, ocorrem todos os anos 30 mil acidentes de trabalho, sendo que 900 pessoas ficam inválidas e 200 perdem a vida. Para tentar melhorar este quadro, o Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Paraná (Sintespar) vem promovendo cursos de capacitação para profissionais da área. Ontem, 200 participaram do Seminário Paranaense de Segurança da Saúde no Ambiente do Trabalho, em Curitiba.
Para o presidente do Sintespar, Adir de Souza, muita coisa ainda precisa ser feita na área do trabalho. Ele diz que o governo gasta milhões em campanhas para combater a dengue, por exemplo, mas pouca coisa é feita pela segurança dos trabalhadores. “Em 2005, 42 pessoas morreram de dengue no País, enquanto 2.800 perderam a vida em acidentes de trabalho”, compara. Ele diz que outros setores, como as universidades, também deveriam prestar mais atenção ao problema. Cita ainda que muitos equipamentos usados pelos trabalhadores paranaenses são obsoletos, oferecendo muitos riscos. No ano passado, uma jovem de 23 anos perdeu a mão num supermercado em Curitiba, quando estava moendo carne. “É um acidente horrível. A pessoa fica até duas horas presa na máquina até os técnicos desmontarem”, exemplifica. Nos últimos anos, foram três acidentes desse tipo no Estado.
Ontem, os técnicos de segurança do trabalho conheceram um pouco mais a nova legislação, que traz itens específicos para profissionais da área da saúde. “A lei exige a adoção de medidas que visem evitar acidentes.”

[Comentar] | [Enviar] | [Imprimir] | [Ver outros comentários]



Postado por: Adir de Souza
Data: 15/06/06 18:24:26 h

resposta ao direotr da federação

Sr. José Augusto.
Vemos que o colega efetivamente não tem palavra, você primeiro efetuou sua inscrição e com Civilidade espírito democrático e educação por ser diretor de Nossa Federação o colocamos na programação, algo perfeitamente normal, como você colocou na programação ENATEC no Apoio o nosso sindicato sem nos consultar, muito menos para dar sugestões na programação e tem obrigação de entrar em contato com os colegas para ouvir.
Informo ao companheiro que este convite que efetuamos não é pessoal, e não tratamos a atuação de nosso sindicato de ordem pessoal o convite foi feito como representante do Sindicato dos Técnicos do Paraná eu nunca efetuaria um convite pessoal para senhor, pois não faz parte deste seleto grupo, e esta sua colocação já mostra seu destempero de quem deveria dar exemplo de civilidade e sua falta de educação com um colega de profissão, mostrando assim não estar preparado para bem representar a nossa categoria.
Mostra com esta atitude sua falta de espírito democrático, e não sabe lidar com as pessoas que tem somente opiniões diferentes sobre a condução da direção da nossa Federação.
Pois é uma pena, sei que travaríamos um bom debate, uma grande oportunidade para mostrarmos aos Técnicos de Segurança que você tem compromisso, e o quanto você é mentiroso.
O que aconteceu é que você afinou não tem coragem de vir ao Paraná dar resposta a suas atitudes de 14 anos na frente da entidade, e não ter nada para mostrar de concreto para a categoria e sabe muito bem do trabalho que fazemos no Paraná há anos e informando e nossa atuação em todos os fóruns possíveis e principalmente sem mentir.
E ontem à noite em nossa reunião tivemos informações e até recebemos e-mails de colegas que o senhor estará nesta data em Curitiba e na região metropolitana fazendo trabalho de Assessoria da Empresa que o senhor é Dono é Patrão e inclusive tirando trabalho de nossos colegas uma verdadeira falta de ética, não chega o salário 5.000,00 que recebe da CNTC pago pela contribuição sindical dos Técnicos de Segurança do Trabalho de todo o Brasil.
O senhor sabe do nível de politização da nossa diretoria e dos Técnicos do Paraná sabe que será questionado e não terá resposta para dar aos colegas, e aqui não dá para fazer discurso fácil para receber aplauso depois ir embora sem nada de concreto, como tem feito há anos, ir às aberturas de eventos fazer discurso e ir embora sem compromisso.
Porque na maioria dos estados nossa categoria não tem convenção coletiva de trabalho? o que a Federação fez para ajudar? Pois sabemos que em 14 anos somente Paraná, São Paulo e Goiás têm convenção coletiva de trabalho e nesses 14 anos o Senhor não FEZ NADA.
O Senhor em todos estes anos só tem usado a nossa categoria em proveito próprio tanto é que virou empresário há muitos anos não bate cartão. Na nossa diretoria no Paraná e na maioria dos Estados os dirigentes dos Sindicatos Técnicos trabalham nas empresas normalmente, e a noite, nos sábados, domingos efetuam seu trabalho para a categoria por idealismo, e de GRAÇA, para pagar o Senhor e o Presidente, é ILEGAL, INJUSTO E IMORAL.
Colocou na presidência da nossa Federação um laranja despreparado, do Rio de Janeiro que ganha 2.000,00 reais por mês para não fazer nada também, compraram uma SEDE no Rio de Janeiro para a Federação, sem autorização de grande parte dos Sindicatos de Técnicos do Brasil como se a direção da Federação estivesse sempre na mão do Sindicato do Rio e qualquer cidadão consciente e com visão democrática e com responsabilidade com a categoria saberia que a direção da FENATEST deveria ser itinerante, dando oportunidade para todos os que querem trabalhar pela categoria, esta prepotência que acham que podem e sabem sozinhos conduzir os nossos destinos em detrimento de colegas de outros estados.
Temos conhecimento dos colegas do Rio Grande do Sul que fazem um grande trabalho na categoria, eventos reuniões com todas as dificuldades que conhecemos, pois trabalham nas empresas como citei acima, estão elaborando e tentando fechar uma convenção coletiva e sabemos o quanto é difícil, e o que a Federação está fazendo para ajudar Nada?
Em Santa Catarina os colegas estão batalhando muito para terem a sua convenção coletiva de trabalho e a Federação NÂO DÁ nenhuma ajuda em outras categorias vemos sempre a frente de uma negociação as Federações auxiliando os sindicatos nesta Tarefa e nossa é só discurso e Sindicato sem convenção coletiva com a Reforma Sindical que esta aí para vir ficará numa situação difícil e em conseqüência prejudicando os nossos colegas Técnicos de Segurança.
Eu já lhe informei pessoalmente e sugeri a realização de um Congresso Nacional e efetuamos dois Congressos Nacionais e com nome muito mais sugestivo I CONTEST em Fortaleza no dia 06 de outubro de 1976 com grande participação dos colegas, e II CONTEST - CONGRESSO NACIONAL DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO, foi realizado em Florianópolis com a participação de todas as entidades de Técnicos e colegas de todo o país, com grande participação das autoridades, estaduais e nacionais e com debate democrático de todos os temas que afetam a nossa categoria e com posições diferentes como o colega João Alberto Pimentel do Rio Grande do Sul que entregou documento, usou a palavra protestou colocou suas posições e Foi respeitado e não tratado como inimigo, atitude que você precisa aprender ainda e vamos ao Realizar o II CONTEST, este evento Enatec junto com feira fica muito esvaziado, vamos fazer um evento somente nosso da nossa categoria com participação efetiva de todas as nossas entidades, e debatendo temas efetivos e afetos a nossa categoria, assim todas as nossas lutas e metas serão de conhecimento de todos os profissionais do Brasil.
Federação para participar somente de alguns eventos não precisa existir, ou melhor, precisa mudar a atuação ou direção, Fazer um grande Congresso Nacional em São Paulo que é mais central para os colegas participarem e mais de 50% dos Técnicos de Segurança do Trabalho do país estão no Estado de São Paulo que, aliás, merecem mais atenção desta Federação porque a maior Arrecadação da entidade prove do Estado de São Paulo.
E vou parando por aqui, eu preferia que fosse em público com presença de centenas de Técnicos de todos OS ESTADOS. Talvez se tivessem coragem de me colocar na programação do ENATEC e alguns minutos me darem à palavra, prestaria de verdade um serviço à categoria, fazendo uma programação voltada verdadeiramente aos interesses da Categoria.
Como escreveu um colega Técnico de Segurança da Itaipu o senhor tem prestado uma ação nociva e PREDATÓRIA a nossa categoria, esperamos que logo seja tomado pelo sentimento de saber que seu tempo Já passou e se dedique mais cuidar da sua empresa, e que se em 14 anos nada de concreto foi efetuado deveria se afastar para sair com um pouco de dignidade e mesmo em todos os anos sem largar o osso, com certeza deve ser contra a reeleição do Presidente Lula democracia e respeito aos trabalhadores somente para os outros.
Adir de Souza




Ao Adir de Souza

Informo que convite feito por você nunca foi uma honra para mim. E outra, não trata de uma questão de humildade, pois esta característica faz parte de minha personalidade e não da sua. Para mim isto não é um convite especial meu nobre senhor...
Tenho, tive e sempre terei compromisso com a categoria nacionalmente, inclusive com os Técnicos de Segurança do Trabalho do Estado do Paraná. Agora contigo não tenho compromisso algum, mesmo o senhor sendo presidente deste sindicato.
Diante de tal fato e de vossa deselegância que lhe é peculiar, em me convidar desta forma que está sendo feita, sem me comunicar, pois fiquei sabendo através de um fax que recebi de um amigo TST do PR, além de não participar mais do painel do qual o meu nome foi imposto por você, não irei comparecer também ao evento e já comunique esta minha decisão ao nosso Presidente da FENATEST Elias Bernardino da Silva Júnior.
A pessoa que deve ser convidada para este Painel neste Seminário é o Presidente da FENATEST Elias Bernardino da Silva Júnior, que também é o Presidente do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado do Rio de Janeiro. Ele se convidado, falará sobre o Papel da FENATEST e de outros temas nacionais no Debate de temas específicos da Categoria. Portanto, faça o convite a ele.
Tenha uma excelente reunião de diretoria e um bom trabalho para todos que participam da organização do evento. As minhas saudações aos membros da Diretoria.
Cordialmente
José Augusto da Silva Filho




Postado por: Adir de Souza
Data: 28/05/06 14:00:02 h

Comitê quer prevenir acidentes

Nosso Sindicato Participou na sexta feira dia 26 demaio na Fundacentro-Paraná de para tentar fazer com que este comitê tenha um papel importante na e que medidas sejam tomadas quando acontecem os acidentes graves e fatais tendo ações concretas na investigação e que após um diagnostico seja tamadas as medidas preventivas




Comitê quer prevenir acidentes de trabalhoRosângela Oliveira [27/05/2006]Foto: Aliocha Maurício/O Estado

INSS, secretarias de Saúde, DRT e hospitais estavam no encontro.
Montar um banco de dados único, que reúna todas as informações sobre mortes e amputações decorrentes de acidentes de trabalho. Essa é a proposta do Comitê Estadual de Investigação de Óbitos e Amputações Relacionadas ao Trabalho no Paraná, cujos membros se reuniram ontem, em Curitiba, com representantes de diversas instituições que recebem esses dados. Com a unificação, será possível atuar de forma preventiva nos setores e segmentos que lideram as ocorrências. As fontes que irão alimentar esse banco de dados virão de instituições como o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), secretarias Estadual e Municipal de Saúde, Delegacia Regional do Trabalho (DRT) e hospitais. De acordo com a assistente social do Ministério Público do Paraná, Roselene Sonda, os dados que existem hoje não são consistentes, pois ocorrem muitas falhas de informação. Estimativas da Fundacentro, entidade ligada ao Ministério do Trabalho que atua em pesquisa relacionada à segurança e saúde dos trabalhadores, é que as subnotificações chegam a 80%. Outro problema são os funcionários terceirizados, já que as empresas não identificam os trabalhadores por categoria, mas generalizam a função. Apesar dos dados de mortes e amputações relacionados ao trabalho serem incompletos, alguns setores já indicam a necessidade de uma atuação urgente. A Prefeitura de Curitiba verificou que os óbitos decorrentes de acidentes de trabalho lideram na construção civil e transporte. Em relação às amputações, a maioria dos casos ocorre nos setores de metalurgia e indústria alimentícia. A coordenadora da Secretaria do Trabalho da capital, Lisian Lourenço Nass, acredita que quando as notificações passarem a ser obrigatórias, os dados chegarão mais próximos da realidade. A representante do Centro Estadual de Saúde do Trabalho da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), Olga Estefania, afirmou que isso está próximo de acontecer, pois hoje a Rede Nacional de Atenção à Saúde do Trabalhador, do Ministério da Saúde, está exigindo a notificação obrigatória. Segundo Olga, os dados da secretaria apontam que, de 1996 a 2005, foram notificadas 3.234 mortes e amputações no Paraná. Porém, quando se investiga quais os segmentos onde as situações ocorrem com mais freqüência as informações não constam. \"Por isso, com a notificação obrigatória teremos mais qualidade e quantidade nas emissões\", falou. Para a promotora de Justiça da Promotoria de Defesa à Saúde do Trabalhador, Elaine Sanches, o grande desafio agora será unificar esses dados, \"pois será com base neles que poderemos direcionar as ações\".



Postado por: Adir de Souza
Data: 07/05/06 12:59:32 h

ato público realizado pelo sintespar


Prevenção não acompanha ritmo de criação de vagas

Gisele Rech [29/04/2006]



Foto: Fábio Alexandre/O Estado



Ato na Boca apresentou números impressionantes à população.

O Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças Relacionadas ao Trabalho foi lembrado em Curitiba com uma ação conjunta da Delegacia Regional do Trabalho (DRT), do Sindicato dos Técnicos em Segurança do Paraná e da Associação de Defesa dos Lesionados no Trabalho do Estado do Paraná. Representantes das entidades se reuniram na Boca Maldita para distribuir panfletos e divulgar números impressionantes em um telão.
No Paraná, aconteceram 30 mil acidentes de trabalho em 2005, resultando em quase 200 mortes. No Brasil, foram 2.800 vítimas fatais e 12 mil inválidos.
Segundo o superintendente da DRT, Geraldo Serathiuk, com base no Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho, os números aumentaram proporcionalmente à ampliação do número de empregos. \"O crescimento deve trazer geração de empregos, mas também de investimentos em ações de prevenção de acidentes\", diz.
Um dos principais motivos dos acidentes realmente é a falta de treinamento, que trabalha em favor da prevenção. \"O problema é que os empregadores preferem gastar posteriormente em ações trabalhistas ou sobrecarregar a Previdência do que investir em treinamento\", diz Adir Souza, presidente do Sindicato dos Técnicos em Segurança do Paraná. Segundo ele, apesar do número de denúncias dos trabalhadores ter aumentado, o movimento no Brasil ainda é muito tímido, já que o temor às represálias muitas vezes deixa o trabalhador submisso, agüentando condições insalubres de trabalho. \"Não faz parte da nossa cultura e sinto que há um resquício da ditadura, já que há um freio à democracia.\"
Na avaliação de Souza, esse receio freia o trabalho das comissões internas de prevenção de acidentes - as Cipas, já que a estabilidade da função é de apenas um ano. \"O que tem que mudar é a mentalidade dos empregadores e a conscientização do problema através de ações do poder público.\" Souza cita como exemplo as campanhas federais contra a dengue, que no ano passado matou 42 pessoas. \"Talvez se houvesse uma campanha tão efetiva quanto a da dengue para os acidentes de trabalho, o problema não fosse tão grave.\"
O médico Paulo Coelho, presidente da Associação de Defesa dos Lesionados no Trabalho do Estado do Paraná (ADLT), informa que as lesões mais comuns são de ordem biomecânicas e envolvem trabalhadores em fábricas, onde o esforço costuma ser repetitivo. Outro problema é o excesso de horas seguidas numa mesma função. \"Com a criação do banco de horas, um engodo para o trabalhador, alguns são submetidos a muitas horas a mais de trabalho, o que aumenta o risco de acidentes. Mesmo com um dia de descanso, ele não consegue compensar o excesso dos dias anteriores.\"

[Comentar] | [Enviar] | [Imprimir] | [Ver outros comentários]




Postado por: Adir de Souza
Data: 11/03/06 16:34:40 h

ENTREVISTA: DEOGLEDES MONTICUCO


ENTREVISTA: DEOGLEDES MONTICUCO

Pela valorização dos órgãos e entidades de pesquisa do governo


Por Adriane do Vale
Fotos: Osiris Bernardino

O engenheiro de segurança do trabalho Deogledes Monticuco defende a valorização dos órgãos e entidades do governo federal com vistas à melhoria das condições de trabalho no ambiente laboral



“O comprometimento corporativo e a preocupação pela segurança e saúde dos trabalhadores estão diretamente ligados à alta direção de cada empresa.”

Com 30 anos de experiência na área de segurança e saúde do trabalho, nos mais diversos ramos da economia como indústria da construção civil, setor automobilístico, siderurgia, petroquímica, comércio e montagem industrial, o engenheiro de segurança e saúde do trabalho Deogledes Monticuco também atua em consultoria e pesquisa.
Coordenador nacional da revisão da NR-18, que completou, em 2005, 10 anos, Monticuco é diretor da Associação Paulista de Engenheiros de Segurança do Trabalho (Apaest) e autor de oito livros e de vários artigos técnicos.
Nesta entrevista concedida à Revista Cipa fala sobre o atual momento do setor prevencionista, sobre as conquistas da norma da construção civil após a revisão, sobre o comprometimento das empresas com à segurança e saúde dos trabalhadores e sobre as mudanças que ainda precisam ser implementadas na área. Acompanhe a seguir os principais trechos.

CIPA: O senhor atua há 30 anos no setor prevencionista. Que avaliação faz da segurança e saúde no trabalho, no Brasil, ao longo desse período?
MONTCUCO: A segurança e saúde no trabalho tem evoluído bastante nos últimos 30 anos, com a participação dos profissionais da área, a atuação das empresas, sindicatos dos empregadores e dos empregados, no sentido de aprimorar as condições de trabalho e a redução dos acidentes e doenças ocupacionais. No entanto, houve uma estagnação, nos últimos anos, por parte dos órgãos e entidades de pesquisas do governo federal, por falta de melhoria nas estruturas.

CIPA: No que se refere à legislação prevencionista brasileira, ela atende às necessidades do setor ou ainda temos muito a avançar? Que comparação com outros países?
MONTICUCO: A legislação brasileira atende parcialmente as necessidades do dia-a-dia. No ato da publicação a legislação está ultrapassada, pois ela é baseada em experiências do passado. É importante a criação de mecanismos no sistema tripartite e paritário para a atualização e aperfeiçoamento constantes, devido as rápidas mudanças que ocorrem em atividades específicas, desde avanços tecnológicos a processos, até do ponto de vista cultural. As boas mudanças dependem muito da estrutura e das condições de trabalho dos órgãos e entidades de pesquisas do governo e também da participação ativa da sociedade em articular os avanços na legislação. Temos muito a avançar, especificamente na indústria da construção, pois existem assuntos que merecem ser discutidos para aprimorarmos ainda mais a
norma, em prol dos trabalhadores, das empresas, dos sindicatos dos empregadores e empregados, ou seja, da sociedade como um todo. Eu, particularmente, evito comparar o Brasil com outros países nessa área de segurança e saúde no trabalho, pois as condições tecnológicas e culturais são diferentes. É muito salutar importar o que existe de bom em cada país e adaptar às nossas reais condições.

CIPA: O senhor participou das alterações da NR-18 que, em 2005, completou 10 anos. Que balanço faz do período pós-revisão?
MONTICUCO: Eu participei das alterações da NR-18 como coordenador durante 13 meses até a publicação da mesma em 1995. Sem dúvida, a norma apresentou avanços expressivos, resultado da participação de diversos segmentos da sociedade, quando do estudo e implementação da sua alteração. De um modo geral posso considerar como positivo o balanço da NR-18 pós-revisão, ou seja, redução de acidentes fatais e graves, tirando da indústria da construção o título de campeão de acidentes fatais. Além da introdução do planejamento da segurança do trabalho na indústria da construção por meio do Programa de Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção (PCMAT); a incorporação da terminologia meio ambiente nessa atividade; a obrigatoriedade do treinamento, com carga horária mínima definida, na fase de admissão dos funcionários e; outros avanços que continuam ocorrendo, principalmente, ao meu entender, a concepção de projetos e implementações de proteções coletivas incorporados no cronograma executivo da obra.

CIPA: Na opinião do senhor, por que a NR-18 após sua revisão se tornou um modelo a ser seguido pelas demais normas e ainda hoje se mantém dinâmica?
MONTICUCO: Primeiramente, o ambiente profissional formado entre os integrantes do sistema tripartite e paritário, em 1995, foi o melhor possível. Todos queriam avanços significativos, conseqüentemente foi possível discutir os assuntos colocados nas pautas das reuniões de tal forma que foram exaustivamente debatidos e finalmente aprovados em consenso, nenhum item submetido à votação. Em segundo lugar, a inserção na norma de mecanismos para formação do Comitê Permanente Nacional sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção (CPN) e dos Comitês Permanentes Regionais sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção permitiu a continuidade do trabalho iniciado em 1995. A grande participação dos profissionais que fizeram parte da Comissão Tripartite e Paritária da NR-18 no primeiro CPN foi fundamental para que ela se tornasse referência e se mantivesse dinâmica.

CIPA: As NR-s 7 e 9 também completaram 10 anos há pouco tempo, têm um importante papel na prevenção dos acidentes e doenças ocupacionais e muitas vezes não são compreendidas e implantadas como deveriam. Por que elas não são discutidas como a NR-18?
MONTICUCO: Pelo histórico da alteração da NR-18, citado anteriormente, percebe-se que houve uma participação intensa de diversos segmentos da sociedade, principalmente dos sindicatos de empregadores e empregados, além do governo por meio de contribuições e presença de representantes nas reuniões desde a fase inicial até a conclusão do trabalho. Tudo isso foi fundamental para a aceitação e implementação no dia-a-dia desses avanços, cuja metodologia perdura até hoje. É importante a participação da sociedade nas discussões de qualquer alteração de norma.

CIPA: O senhor tem uma grande experiência na área de segurança e saúde do trabalho dentro de várias empresas. Que análise faz do comprometimento corporativo atual em relação à SST? A preocupação está no homem (trabalhador) ou no lucro (produção)?
MONTICUCO: O comprometimento corporativo e a preocupação pela segurança e saúde dos trabalhadores estão diretamente ligados à alta direção de cada empresa. Existem as que investem, valorizam e dão apoio a esta área e a colocam como assessoria da alta direção, pois consideram importantes as atividades desenvolvidas. Essas empresas têm uma política empresarial que se preocupa com as condições de trabalho, com a imagem perante a comunidade e conseqüentemente com a sobrevivência no mercado cada vez mais competitivo. De outro lado, temos empresas que procuram apenas o lucro imediato e muitas vezes nem o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), nem o Ministério Público conseguem fazer cumprir a legislação vigente. O que fazer? Depende de uma atuação mais firme desses órgãos. Também é muito importante o papel dos profissionais da área, no sentido de esclarecer aos empregados os riscos a que estão expostos com as respectivas medidas preventivas, em todos os níveis hierárquicos. Se o profissional não conseguir sucesso na empresa é preferível procurar outra ou mudar de função, pois neste caso, não está conseguindo vender direito o seu conhecimento. Nada adianta estar na empresa apenas para cumprir a legislação. O profissional deve ser atuante e procurar crescer e desenvolver tecnicamente, só assim conseguirá espaço no mercado de trabalho.

CIPA: Em sua carreira o senhor algumas vezes esteve diretamente ligado às CIPAs. Qual a importância que têm, em sua visão, na promoção da segurança e saúde ocupacionais? MONTICUCO: Minha experiência está ligada às CIPAs da indústria da construção. Não atuava como membro, e sim como assessor nas reuniões realizadas. Considero de suma importância uma CIPA bem organizada em obra, pois os membros efetivos e suplentes, tanto dos empregadores como dos empregados, são agentes multiplicadores nos aspectos de segurança e saúde ocupacionais, contribuindo para a implementação dessa área, com resultados expressivos. A inserção de diretrizes básicas da CIPA na NR-18 é um avanço, afinal permitiu sua formação em obras com uma duração inferior a um ano, sem a preocupação de estabilidade dos cipeiros. No entanto, há necessidade de aprimoramento, para tanto, recomendo ao Comitê Permanente Nacional sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção incluir o assunto na pauta das próximas reuniões.

CIPA: Com base em sua experiência, quais são os entraves políticos e culturais que impedem o maior comprometimento da sociedade com a qualidade de vida nos ambientes de trabalho?
MONTICUCO: A falta de liberação de recursos humanos e financeiros, aliado às condições de trabalho dos profissionais dos órgãos e entidades de pesquisas do governo faz com que a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais sejam relegadas a segundo plano. Nas décadas de 70 e 80 houve um apoio expressivo do governo, quando foi possível disseminar a cultura prevencionista na sociedade e como conseqüência os cidadãos discutiam e tinham uma preocupação maior nesta área.

CIPA: Como o senhor vê a questão da Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho (PNSST)?
MONTICUCO: Não se pode pensar numa Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho (PNSST) sem primeiramente pensar numa mudança de estrutura dos órgãos e entidades de pesquisas do governo, bem como das condições de operacionalização. Ocorre muitas vezes que uma política é bem elaborada a curto, a médio e a longo prazo, mas na prática não sai do papel devido aos fatores citados.

CIPA: Para uma maior redução dos acidentes e doenças ocupacionais são necessárias modificações na estrutura da prevenção? Quais seriam essas mudanças, na opinião do senhor?
MONTICUCO: Em relação ao MTE, para atender a crescente demanda deve acompanhar as mudanças tecnológicas, as alterações e atualizações necessárias à legislação. Também é importante voltar a ter uma atuação mais efetiva na fiscalização da segurança e saúde do trabalhador. Para isso, deve contar com um número suficiente de profissionais, pois houve uma redução expressiva nos últimos anos, tornando difícil manter o padrão do passado. O órgão normativo precisa responder as dúvidas e indagações feitas pelos profissionais via Internet e o órgão fiscalizador, por meio dos agentes de inspeção, deve fiscalizar apenas assuntos relacionados à segurança e saúde do trabalho, como executava antes, como passaram a fiscalizar outros assuntos, por determinação superior, o tempo dedicado à área foi reduzido. No que se refere à Fundacentro, também precisa dispor de um número suficiente de profissionais para atender a demanda, a começar com a reposição dos que se aposentaram ou se desligaram. Além disso, a dotação orçamentária deve ser àquela adotada durante muitos anos, que se baseava na arrecadação do seguro acidente. Outro ponto importante é a existência de um plano de carreira claro e objetivo, para que os funcionários possam atuar como superintendentes e delegados regionais, com períodos determinados. Por outro lado, o MTE e Fundacentro também precisam ter uma ação conjunta e voltarem a realizar o Congresso Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho (Conpat), além de incrementarem ainda mais os eventos regionais na área da segurança e saúde do trabalho. Neste caso, é importante que os conferencistas sejam remunerados pelo tempo de preparação, de exposição e custos dos materiais utilizados, pois assim a comissões organizadoras poderão exigir melhor qualidade dos trabalhos apresentados. A existência de um site para intercâmbio entre os profissionais da área também é fundamental, para esclarecimento de dúvidas ou troca de informações.

CIPA: O senhor é um dos diretores da Associação Paulista de Engenheiros de Segurança do Trabalho (Apaest), qual o trabalho desenvolvido pela entidade em prol da prevenção e da categoria?
MONTICUCO: Os diretores e convidados da Apaest reúnem-se uma vez por mês e por meio dessas reuniões temos conseguido um bom intercâmbio em prol da prevenção de acidentes e doenças do trabalho, bem como o fortalecimento da categoria. Alguns resultados práticos alcançados foram o estudo e aprovação, em Assembléia Geral Ordinária, do Regulamento de Honorário para Perícias e Consultorias de Engenharia de Segurança do Trabalho. Este regulamento encontra-se no CREA/SP para registro. Também conseguimos a reformulação do site da entidade, o qual está à disposição dos interessados no www.apaest.org.br e realizamos intercâmbios com outras entidades a favor da Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho.

CIPA: O senhor é autor de alguns livros na área de SST. Quais o senhor destacaria e qual seu objetivo ao escrevê-los?
MONTICUCO: Eu destacaria primeiramente os de proteções coletivas e o de instalação elétrica, pois os maiores riscos nas obras estão na falta ou nas péssimas condições das proteções coletivas e das instalações elétricas. Meu maior objetivo sempre foi e continuará sendo o de repassar o conhecimento adquirido à sociedade. Sou muito grato a Deus em ter esta oportunidade, sendo assim não devo ser egoísta em querer exclusividade.

CIPA: Deixamos espaço para suas considerações finais.
MONTICUCO: Considero de suma importância para área da segurança e saúde do trabalho a participação ativa de todos os profissionais (engenheiros, médicos, técnicos, enfermeiros do trabalho e auxiliar de enfermagem) nas discussões que norteiam o momento atual, as necessidades e os caminhos para as melhorias da prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.



“É importante a criação de mecanismos no sistema tripartite e paritário para atualização e aperfeiçoamento constantes, devido as rápidas mudanças que ocorrem em atividades específicas...”

“Não se pode pensar numa Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho (PNSST) sem primeiramente pensar numa mudança de estrutura dos órgãos e entidades de pesquisas do governo, bem como das condições de operacionalização.”



Postado por: Adir de Souza
Data: 08/03/06 11:56:21 h

ACIDENTE FATAL = MAIS UM
MAIS UM TRABALHADOR


LUIZIÂNIA - Jornal Gazeta do Povo de 07 de março de 2006

Homens morrem asfixiados em silo de milho
Ângelo Aparecido Baião, 57 anos, e Luiz Carlos de Lima, 40 anos, funcionários de uma fazenda em Luiziâna, na região Centro-Oeste do estado, morreram asfixiados, ontem, após tentarem consertar o elevador de um silo de armazenagem de milho. O acidente aconteceu por volta das 10 horas quando um dos operários desceu por cerca de 10 metros no fosso do silo para tentar destravar o elevador que faz o transporte de grão. Minutos depois, o segundo funcionário, ao ouvir um barulho no interior do fosso, desceu para socorrer o colega e também acabou morrendo asfixiado.

Segundo o Corpo de Bombeiros, que trabalhou com a ajuda de tubos de oxigênio e de um exaustor, a morte dos funcionários ocorreu por imprudência, pelo fato dos dois trabalharem sem segurança e com máscaras inadequadas. O gás que provocou a morte dos dois funcionários, segundo o engenheiro agrônomo Davi Leite do Nascimento, é resultado da fermentação do milho quando armazenado em silos.


Postado por: Adir de Souza
Data: 03/03/06 12:46:52 h

mais um trabalhador perde a vida no trabalho
EMPRESA DE CAL 03/03/2006 - 10h48



Acidente de trabalho mata homem de 52 anos em Almirante Tamandaré
José Maurício Romeiro, 52 anos, morreu após cair no silo de serragem - local onde o pó da madeira é armazenado - de uma empresa de cal em Almirante Tamandaré, região metropolitana de Curitiba. O acidente aconteceu por volta de duas horas da madrugada desta sexta-feira.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, Romeiro morreu asfixiado. O corpo do funcionário foi retirado por volta de 7h da manhã.

Segundo um funcionário da empresa, que preferiu não se identificar, Romeiro trabalhava no forno de cal como foguista. \"O forno funciona 24h por isso o `horário estranho do acidente\'\", conta. Ainda de acordo com o empregado, este foi o primeiro acidente na empresa.

A reportagem tentou ouvir o dono da empresa para saber as condições de segurança dos funcionários, mas ele não foi encontrado.

Em breve mais informações.

Karlos Kohlbach - Gazeta do Povo Online



Postado por: Adir de Souza
Data: 17/02/06 01:09:19 h

RESPOSTA EM DEFESA DA CATEGORIA
Rio de Janeiro, 10 de Fevereiro de 2006.
Acrescentar

Sr. Adir, as normas de direito encontram sempre seu fundamento em outras normas jurídicas. Encadeiam-se de tal sorte a dar origem a um complexo sistema normativo, fora do qual não podemos imaginar nenhuma regra de direito; ou bem ela se coloca dentro do sistema, dele passando a retirar sua força obrigatória, ou permanecer fora do referido sistema, caso em que deixa de existir como regra de direito.
Em razão disso, as normas jurídicas representam-se hierarquizadas dentro do sistema. Desde as simples normas contratuais estabelecidas entre particulares, até a Constituição Federal, forma-se uma autêntica pirâmide jurídica, na qual a juridicidade de cada norma é haurida da juridicidade da norma superior.
Quando o Sr. Coloca na rede após mais uma de suas discussões com um companheiro do SINDITEST – RS o seguinte texto “ Sr. Kowacski para o seu governo este curso e resultado da competência da direção do nosso sindicato e não precisamos receber nada de ninguém nem da sua opinião, inclusive não há mais vagas. A nossa competência parece que incomoda? Porque não questiona o que é verdadeiro o seu apoio ao presidente da sua federação que ganha 2.000 por mês para não fazer nada?
O seu desrespeito não só com a minha pessoa, mas com a nossa Entidade está bem claro no Artigo 9º - Os sindicatos filiados estão sujeitos às penalidades de suspensão e eliminação do quadro social. Observando o seguinte:
a) serão suspensos os direitos dos sindicatos filiados:
II – Que desacatarem o Conselho de Representantes ou a Diretoria Executiva.
Diante do exposto o Sr. de acordo com o item D do artigo 9º, deverá preceder a aplicação das penalidades, sob a pena de nulidade, a audiência do sindicato acusado, a qual aduzirá por escrito a sua defesa no prazo de 15 dias.
Ficou bem claro também quando o Sr. menciona “ da sua Federação”, ninguém o está obrigando a ficar na nossa Federação, só lamento que um estado da grandeza do Paraná esteja neste momento com um presidente acéfalo.
O Sr. sempre fala em democracia, ética, mas faz tudo ao contrário, vive sempre discutindo, brigando, ofendendo os companheiros, tenho recebido muitas reclamações do Sr., inclusive tenho recebido vários ataques do Sr. Que não respeita ninguém, quando o Sr. Fala que lhe ameacei por telefone, está colocando palavras que não citei, de qualquer maneira sugiro que faça uma reflexão do ocorrido, tira umas férias, descanse e sinceramente espero que ao regressar passe a respeitar todos á sua volta.



Atenciosamente,


Elias Bernardino da Silva Junior
Presidente da Fenatest


LEIA RESPOSTA ABAIXO

Curitiba, 14 de fevereiro de 2006.

Sr. Elias o que me entristece é que enviei seu e-mail para vários colegas do seu estado e todos foram unânimes em afirmar com absoluta certeza que o Senhor Não tem capacidade de escrever como está no seu e-mail, e que deve ter solicitado a ajuda de algum advogado, que pena, queria ter orgulho da capacidade do presidente da nossa entidade, mas mesmo assim acredito que já esta melhorando, esta começando a pedir ajuda.

Como o Senhor citou o Estatuto e está escrito no, artigo 4º letra b) A gratuidade para o cargo eletivo se senhor está dispensado da empresa em que atua, mas como é de conhecimento publico e ninguém sabe onde o Senhor Trabalha isto é ilegal e deve devolver o que já recebeu dos Técnicos do Brasil.
Mas é claro agora vai querer arrumar um registro frio.


Art. 4º - São condições para funcionamento da FENATEST:

a) A observância das Leis e dos princípios de moral e compreensão dos deveres cívicos;
b) Gratuidade do exercício do cargo eletivo, salvo a hipótese de afastamento do trabalho para o exercício do mandato.

O absurdo é nos SINDICATOS DE TÉCNICOS do Brasil a grande maioria não ganha nada faz por idealismo, ideologia como no nosso Estado, por acreditar e amar esta nossa profissão e trabalham de graça para senhor ganhar 2.000,00 mensais

Com sua resposta o Sr comprova o que afirmei, pois, não mostrou nada o que faz pela categoria, o Sr só esta ameaçando de expulsão, não tem o que mostrar, só se nos enviar fotos de abertura de Seminários que a única atitude que toma para viajar com dinheiro dos Técnicos.

E não tem formação política e não está preparado para a condução dos destinos da nossa categoria, da nossa luta, temos colegas mais preparados, para exercer esta função com competência e espírito democrático.

Necessitamos que o dirigente nacional da nossa entidade seja respeitado, pelo atores sociais da nossa área que abra as portas das instituições, para nos ouvir e que o senhor tem feito é totalmente ao contrário, tanto é que na ocasião da reunião em Brasília, eu e o Armando é que fizemos as honras da casa de levar nossos colegas de Sindicatos de outros estados para uma visita e até resolver problemas junto ao Ministério do Trabalho, e este trabalho deveria ser o papel da Federação, mas não o fazem.

E tenho certeza absoluta que afirmar que um dirigente sindical não faz nada, não é desacato, não é desrespeito, o uso da crítica e o debate contribuem para o crescimento de um coletivo, e o contraditório é um principio universal do direito.

E apoio incondicional só se dá a um DITADOR e a crítica faz parte de uma sociedade democrática principalmente quando isto é fato real constatado por todos os membros de uma categoria a nível nacional, que a grande maioria dos nossos colegas nem sabe que existe a Federação e quem conhece não sabe para que serve, porque nunca viu suas ações em prol dos Sindicatos, ajudando para que os mesmos tenham convenção coletiva de Trabalho, como temos no Paraná com mais de 40 Sindicatos Patronais, que tenham piso salarial no seu estado, tanto é que somente Paraná, São Paulo e Goiás, possuem convenção coletiva de Trabalho devidamente assinada com os Sindicatos Patronais, o Senhor não conseguiu realizar este trabalho nem no seu estado, como vai ter capacidade de fazer um bom trabalho a nível nacional se não arruma nem a sua casa como quer ser dirigente nacional qualquer cidadão menos politizado veria que precisamos mudar.

Mas ainda acredito no seu bom senso que para o bem da nossa profissão que o senhor entregará o Sindicato dos Técnicos do Rio de janeiro para vários colegas que querem trabalhar por acreditarem que podem fazer com dignidade o trabalho de representar a categoria, que tem idealismo e ideologia, para defender os interesses da categoria se um Técnico ligar para entidade ou entrar em contato via eletrônica será atendido de imediato como fazemos no Paraná e São Paulo, e outros estados o que não acontece no seu Estado, sindicato de portas abertas o dia todo.

E no caso da Federação deveria tomar o mesmo destino o senhor tomasse uma atitude altiva digna, para ficar na historia ser entregue para sindicatos que fazem de verdade a defesa da categoria, que tem sede, e defendem os interesse dos Técnicos de Segurança do Trabalho.

Mostra também na sua colocação simplista e legalista que, não é afeto da democracia que tanto sangue e vidas foram ceifadas e que é uma conquista da sociedade brasileira, e age da forma mais anti-democrática possível e um desagregador da categoria que toma a suas atitudes usando um estatuto feito as escuras, atrasado e anacrônico.

E agora vou mostrar algo mais real, com estes 2.000,00 (dois mil reais) mensalmente que o Senhor Recebe ilegalmente que além de tudo é imoral e isto é ética que o Senhor reclamou que comentei não é justo, pois o dinheiro que entra na Federação é dinheiro de todos os Técnicos de Segurança do Trabalho do Brasil e são 70.000,00 (setenta mil reais anuais) dito pelo senhor.

O que se poderia fazer Com os seus 2.000,00 poderia comprar 12 computadores e acesso a internet para vários Sindicatos que necessitam não arrecadam quase nada que o estado tem poucos Técnicos atenderia melhor a categoria, poderiam ter página na internet como alguns sindicato possuem, e nem no seu estado não tem nada nem página, não sei o que senhor faz, acredito que além de incompetente de tudo é vadio e preguiçoso.

Na nossa entidade no Paraná somente em nossa página www.sintespar.com.br temos mais de 40.000 acessos em 1 (um ano) e mais 3.000,00 mensais inclusive de colegas do Rio de Janeiro que se sentem desamparados, desprotegidos, sem convenção coletiva de Trabalho, e na pagina do seu estado nada.
http://www.sintestes.com.br/ Espirito Santo
http://www.sintesp.org.br/ São Paulo
http://www.sintestmg.org.br Minas Gerais

E o que é pior a dependência da Federação que é vergonhosa para todos os profissionais, do Brasil, que a pagina além de estar fora do ar a meses agora de um mês para cá quando se acessa abre o portal de um grande grupo empresarial da área de segurança, isto podemos suspeitar de algo muito errado uma entidade tem que ter independência ou explicar para os colegas do Brasil inteiro qual é o LINK que há.?
www.fenatest.org.br

Sr. Elias o senhor deveria ter vergonha do que aconteceu no evento que tentou realizar no final de 2005 no seu estado, segundo as pessoas que participaram do mesmo me informaram que quando foi chamado os as pessoas para montar a mesa de abertura tinha mais autoridades do que no auditório e as falas dos participantes foi de lamento da sua incompetência, o Sr. Já sabe que não agrega ninguém ao seu lado, ate o momento não recebi um e-email em sua defesa, aliás estou recebendo somente parabéns

Um pouco de história para avivar a sua memória eu quero deixar bem claras minhas posições que nelas não estão contidas nada de pessoal, mas tenho certeza que não se faz e nem se coordena um movimento nacional de uma categoria tão importante como a nossa, desta forma, com ódios, mas sim no diálogo, mesmo nas diferenças, as opiniões diferentes é que fazem o crescimento de uma sociedade democrática e pluralista.

Ao ser convocado por vários companheiros para formar uma chapa, para a eleição do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado do Paraná, já assumi um compromisso com técnicos há quem devo minha lealdade, e com as pessoas que representam entidades, ou organizações irmãs o comprometimento é de ideais políticos e de uma proposta de trabalho em prol da categoria que representamos, e de temas que afetam toda a sociedade, e é bom que se diga que não entrei ontem nesta luta, no trabalho de organização dos técnicos de Segurança do Trabalho, desde 1976, isto é bem antes de muita gente ser técnico, porque nós éramos ainda Supervisor de Segurança.

Estivemos em Brasília várias vezes de (Ônibus) na CES. Comissão de Enquadramento Sindical, e conseguimos algo inédito, que é fazer defesa pessoalmente junto a esta representação, para conseguirmos existir, de fato e direito.

Após a Regulamentação da Profissão estivemos várias vezes no MEC, para termos um currículo, e com várias dificuldades pois, havia interesses de entidades ligadas ao patronato, para ficar com a formação dos Técnicos, que poderiam ser bons técnicos, mas idiotas com cidadãos.

Trabalhamos muito para que os técnicos de Segurança do Trabalho tivessem baixado pelo ministério do Trabalho as Atribuições, que muito profissionais nem sabem que possuem.

Criamos uma entidade nacional, para melhor representar os Técnicos, para mostrar às autoridades que o movimento era forte e organizado e nacional, a ANSET, Associação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho, que foi para congregar, e não para fabricar estrelas, foi trabalho conjunto, de pessoas de vários estados, e dedicação pessoal.

Participamos da Organizamos o 1º CONTEST, CONGRESSO NACIONAL DOS TÉCNICOS DE SEGRANÇA DO TRABALHO, em outubro de 1986 na cidade de Fortaleza, que o mérito e trabalho maior foi do companheiro Clézio que mais tarde, fugiu de fortaleza só com a roupa do corpo, para não morrer, por ter feito denuncias de condições de trabalho degradantes e os grandes empresários não gostaram. E este evento reuniu mais de 500 técnicos de todo país, para ouvir palestra técnicas mas acima de tudo discutir assuntos pertinentes a sua atividade e o encaminhamento de suas lutas, sem o objetivo de ser um evento lucrativo, ou alguém ganhar dinheiro ou mercantilista com se faz hoje em dia.

Em 1988 participamos ativamente durante a constituinte, podemos dizer com orgulho que não teve nenhum membro da constituinte que não recebeu material sobre Segurança do Trabalho e grupo de representes das então associações de técnicos de várias partes do Brasil, o Gabinete do então deputado Federal do Paraná Santinho Furtado era o nosso QG.e usamos telefone e fotocópias, e de São Paulo o Deputado Cunha Bueno, pessoas que seremos eternamente gratos, o que existe de Segurança do Trabalho e sobre a eleição e da e estabilidade, dos membros da CIPA na constituinte e Palavra Segurança junto com Saúde foi negociado com então centrão grupo de membros da direita dentro do congresso, e pessoal da área da saúde já fazia lob junto aos constituintes os que hoje defendem que a vigilância sanitária deve fiscalizar a área do trabalho e hoje usam a lei 8080 e o Secretario de Segurança do Ministério do Trabalho na época defendia esta idéia Sr. Riani Costa que depois virou vereador no interior de São Paulo pelo PT, temos no Sindicato do Paraná as fotos se for necessário provar.

Participamos da organização do 2º CONTEST, CONGRESSO NACIONAL DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO, de 10 a 14 de julho de 1989, na cidade de Florianópolis, evento este que reuniu 800 Técnicos de todo país, e autoridades da área de prevenção de vários estados, Secretarias do Trabalho, e o evento foi comandado pelo então presidente do Sindicato dos Técnicos de Santa Catarina, o Saudoso companheiro Sérgio Roberto Machado, que infelizmente faleceu em acidente automobilístico no Estado da Bahia, e com a participação ativa do SINTESP. SINDICATOS DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO DO ESTADO DE SÃO PAULO E DO SINTESPAR- - SINDICATOS DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO DO ESTADO DO PARANÁ e SANTA CATARINA.

E quero salientar ainda, que todas essas atividades foram realizadas em grupos de pessoas de vários Estados, com esforço trabalho e dedicação e na maioria das vezes custeadas do próprio bolso, não citarão nomes para não cometer o erro e a injustiça de esquecer alguém.

Por estas duas últimas décadas, participei de quase todos os movimentos, sindical e da área de Segurança do trabalho no meu estado e a nível nacional, Organização de outras categorias, central sindical, e sempre procurei ser coerente em minhas atitudes com meu discurso.

E quando ironicamente o Senhor me sugere férias eu lhe respondo que já tirei as minhas férias em Janeiro para usar os dias nas negociações com os sindicatos patronais, é por este motivo, que nos temos muitas coisas que no Seu estado não tem para nossa categoria o Senhor não faz nada e ainda fica pensando em férias?

E para o bem dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Brasil se afaste do nosso movimento, e como citou um colega do Paraná o senhor tem efetuado uma ação predatória para nossa categoria.


Adir de Souza
Presidente do sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado do Paraná





Postado por: Adir de Souza
Data: 11/02/06 20:43:46 h

Técnico de Segurança Salva Vida


À DERIVA 11/02/2006 - 19h21



Pai e filho são resgatados com a ajuda de sistema de segurança de Itaipu
O monitoramento com radar e câmeras ajudou a salvar pai e filho num barco à deriva, no lago de Itaipu, neste sábado, em Foz do Iguaçu, no Oeste do estado.

O barco virou com o mecânico Cláudio Oliveira e o filho, Jonas Oliveira, de 12 anos, e ficou à deriva, mas quando se aproximava das turbinas da hidrelétrica, foi flagrado pelas câmeras do sistema de segurança da usina.

Como o tempo estava bom, os dois resolveram velejar, mas logo depois começou a chover e a ventar forte.

O drama dos dois velejadores durou quase uma hora. Eles ficaram agarrados ao casco da embarcação no meio do temporal, enfrentando ondas provocadas pelo vento. Jonas disse ao Paraná TV que o susto foi bastante grande.

O técnico em segurança, Nélcio Klippel, que estava de plantão na barragem, acionou o resgate. Graças a ele, pai e filho foram salvos por uma equipe da Marinha paraguaia e por bombeiros que trabalham na usina.

Gazeta do Povo Online







Postado por: Adir de Souza
Data: 18/01/06 17:15:59 h

Acidente de trabalho tira a vida de funcionário da WHB


Acidente de trabalho tira a vida de funcionário da WHB

Vítima caiu dentro de um buraco de 7 metros de profundidade. Trabalhadores reclamam que a área não estava isolada corretamente

A falta de segurança no ambiente de trabalho fez mais uma vítima fatal. Ontem dia 17, o funcionário da WHB Usinagem e Fundição (empresa metalúrgica da região da CIC que fornece peças para montadoras como Renault e Volkswagen-Audi), Éder de Oliveira Pinto, de apenas 19 anos de idade, perdeu a vida ao cair em um buraco de 7 metros de profundidade. De acordo com informações dos colegas de trabalho da vítima, a empresa está construindo uma nova linha de produção e não teve o cuidado de isolar a área e nem colocar uma placa de advertência no local.

O acidente ocorreu na última segunda-feira, dia 16, nas dependências da fábrica. O trabalhador foi encontrado somente às 15h15 do mesmo dia, ainda com vida. Não se sabe ao certo quanto tempo ele ficou dentro do buraco. Assim que foi localizado, o funcionário foi conduzido ao Hospital do Trabalhador, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu às 19 hrs de ontem. Hoje, dia 18, o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba organizou um protesto em frente à empresa, que fica na Rua Wiegando Olsen, n° 1600, na CIC.

A entidade sindical também já encaminhou, em caráter de urgência, denúncia à Delegacia Regional do Trabalho (DRT) e ao Ministério Público, para que seja apurada a responsabilidade pela morte do trabalhador. Vale lembrar que a WHB já foi autuada diversas vezes por irregularidades na questão de segurança do trabalho. Nos últimos anos, vários acidentes já ocorreram na linha de produção da empresa.

Acidente de trabalho tira a vida de funcionário da WHB




Postado por: Adir de Souza
Data: 05/12/05 00:09:55 h

SEMINARIO

SEMINÁRIO ESTADUAL.
NOVAS PERSPECTIVAS DA POLITICA DE SEGURANÇA E SAUDE DO TRABALHADOR

Clique aqui para baixar o folder


Local:
Auditório do SENAC
Rua André de Barros, 750 - Curitiba

Apresentação:
A relação de trabalho é um dos vínculos mais fortes estabelecidos pelo homem na sociedade, em particular no trabalho. Neste contexto as modernas condições de trabalho caracterizadas pelo uso progressivo de novos processos tecnológicos e pela intensificação do serviço tem provocado aumento da fadiga e desgaste dos trabalhadores. O papel da educação e das políticas públicas no processo de informação e conhecimento dos direitos dos trabalhadores é fundamental para que se possa resgatar uma nova ética no trabalho fundada na solidariedade e na construção de novas formas de relações humanas.

OBJETIVOS

GERAL:
Difundir conhecimentos e ações técnicos para prevenir acidentes e doenças ocupacionais no Estado do Paraná.

ESPECIFICO:
Incentivar ações regionais com princípio do tripartismo;
Divulgar ações e trabalhos técnicos;
Difundir conhecimentos e trocar experiências;
Debater as relações éticas no trabalho;
Contribuir para o aprimoramento técnico - cientifico dos profissionais da área de segurança e saúde do trabalhador.

Público Alvo:
Técnicos de Segurança do Trabalho, Engenheiros, Médicos, Enfermeiros, Membros de CIPA, pessoas da área de Recursos Humanos, trabalhadores da saúde e do trabalho, representantes sindicais de trabalhadores e empregadores e demais interessados.

INSCRIÇÕES GRATUITAS
SETP – CRT – Fone: (41) 3324-8652,
ou pelo e-mail clovisgalhardo@setp.pr.gov.br

SINTESPAR – Fone: 041-3322-8971
e-mail sintespar@yahoo.com.br

INVESTIMENTO
1 kg de Alimento não perecível que será Doado ao Centro de Educação Infantil Tia Lúcia.

PROGRAMAÇÃO À TARDE
Dia 12 de dezembro 2005 - Segunda-feira

13h00 – Inscrição

14h00 Abertura oficial
Mesa composta de Autoridades das seguintes entidades:
Secretaria do Trabalho, Emprego e Promoção Social.
Secretaria do Estado da Saúde
Delegacia Regional do Trabalho
Fundacentro - Regional do Paraná
Sindicato dos Técnicos de Seg. do Trabalho no Estado do Paraná

14h30m – Palestra Abertura
Tema: NOVAS PERSPECTIVAS DA POLITICA DE SEGURANÇA E SAUDE DO TRABALHADOR
Dr. Marco Antônio Perez - Coordenador de Saúde do Trabalho - Ministério da Saúde- Brasília – DF
Coordenador-Geral da 3ª conferência nacional de Saúde do Trabalhador

15h30m às 16:00 – Debates

16h00 às 16h15m - Intervalo – Café

16h15m – Políticas de Saúde e Segurança nos locais de trabalho.
Sr. Roberto Karam – Presidente do Sindimetal.
Sindicato da industria Metalúrgica.
Vice-presidente da FIEP Federação das Industrias do Estado do Paraná
Sr. Marcos Armando Alves Ferreira – Fórum Popular de Saúde

17h30m as 18h00- Debate

18h00 – Encerramento das atividades do dia

Dia 13 de dezembro de 2005

8h30m-Ações Públicas em Segurança e Saúde no Trabalho
MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO
PROMOTORIA DE ACIDENTES DO TRABALHO
INSTITUTO NACIONAL DE SEGURIDADE SOCIAL
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
DELEGACIA REGIONAL DO TRABALHO

10:00 h – Intervalo 10hs15m - Painel Técnico - Considerações sobre Normas Regulamentadoras

Norma Regulamentadora NR 04 - SESMT
Sr. Adir de Souza – Presidente do Sintespar. Técnico de Seg. Trab. Da Fundacentro PR, Membro Titular da CTPP e membro do GTT

Norma - Regulamentadora NR 10 – Instalações e Serviços em Eletricidade.
Sr. Júlio César Oliveira – Diretor Executivo do Sintespar – Técnico de Seg. Trab. da COPEL

12hs – Almoço

13h30m -Norma Regulamentadora NR 31 – TRABALHO RURAL
Sr. Antônio Albari da Silva-Diretor do Sintespar – Membro do GTT Rural e Técnico da Emater - PR

Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Assistência a Saúde
Norma Regulamentadora NR 32 –
Dra. Noeli Martins – Médica do Trabalho – Membro do GTT - e Auditora Fiscal do Trabalho DRT Paraná

14h40m-Experiência do Comitê Estadual de Investigação de Óbitos e Amputações Relacionados ao Trabalho
Drª Renee Araújo Machado – Procuradora do Trabalho

15h– Intervalo

16 horas: Tecnologia, Vida e Saúde: O Resgate da Ética no Mundo do Trabalho
Drª Aldacy Rachid Coutinho – Professora da Universidade Federal do Paraná.

17h00 às 17h30m- Debates

17h30m- Encerramento do Seminário
Secretário de Estado do Trabalho, Emprego e Promoção Social.




Postado por: Adir de Souza
Data: 11/11/05 11:24:08 h

Montadora teria “camuflado a realidade”

Home - Sexta-feira, 11/11/2005 - Hoje no Paraná-Online - Tempo - Indicadores Econômicos -


Economia economia@parana-online.com.br

Montadora teria “camuflado a realidade”

Lyrian Saiki [11/11/2005]



A Delegacia Regional do Trabalho no Paraná (DRT-PR) recebeu denúncia de trabalhadores da montadora Audi/Volkswagen, instalada em São José dos Pinhais, e da Associação dos Trabalhadores Lesionados. Conforme a associação, a direção da montadora teria camuflado o trabalho pesado feito pelos funcionários. Fiscais da DRT-PR estiveram na montadora na última terça-feira, conforme havia sido acertado durante a segunda reunião do Conselho de Política Automotiva (CPA), na semana passada.

De acordo com a denúncia feita pela associação à DRT-PR, a direção da empresa, ao alegar que ocorrera um problema no compressor de ar, teria reduzido a velocidade da linha em 50%. Além disso, a linha de produção do Golf teria ficado parada durante a inspeção da DRT, e os funcionários trabalharam somente com a linha do Fox. Ainda segundo os funcionários, “colocaram duas pessoas para pegar a tampa dianteira e traseira do Fox, quando a realidade é uma pessoa somente.”

O delegado regional do trabalho, Geraldo Serathiuk, informou que já esperava este tipo de denúncia de dentro da fábrica. “Quando entramos neste processo, sabíamos que iríamos receber este tipo de informação, e tenho certeza de que receberemos muito mais informações ainda”, disse. Segundo ele, a denúncia feita pelos trabalhadores já se encontra nas mãos do auditor fiscal que está cuidando do caso.

“Se a empresa estiver de fato fazendo isso deve saber que está tratando com gente experiente, no sentido técnico e político”, alertou o delegado. Segundo ele, a DRT tem conhecimentos e mecanismos de aferição para ver o que está de fato ocorrendo. “A empresa tem que ter maturidade num momento desses. É melhor ela ajudar do que camuflar a realidade, para evitar constrangimentos futuros.” Ontem, fiscais da DRT-PR fizeram inspeção na Renault, e hoje farão na Volvo. A vistoria nas instalações das três montadoras por fiscais da DRT foi decidida na semana passada. O objetivo, com isso, é reduzir o número de denúncias de acidentes e doenças ocupacionais.

A assessoria de imprensa da Audi-Volkswagen informou que a direção da empresa só vai falar a respeito após a próxima reunião com a DRT, marcada para semana que vem (dia 16).





Postado por: Adir de Souza
Data: 03/11/05 11:05:13 h

Governo Requião toma a frente para combate aos acidentes laborais no Paraná



O Governador Roberto Requião sai na frente dos demais Estados no combate aos acidentes laborais. Traz à discussão no dia 25/10/05, por ocasião da reunião semanal do seu secretariado, as questões relativas à saúde do trabalhador, especialmente daquele que trabalha nas montadoras.

O Delegado do Trabalho do Paraná, Dr. Geraldo Serathiuk, fez um relato assombroso do quadro trágico dos acidentados no trabalho em nosso Estado, esclarecendo que dos 642 acidentes registrados pela DRT, 348 ocorreram só no setor de armação. Na montagem, foram mais 156 acidentes. No setor de pintura, outros 65. E no da estamparia, 37 acidentes de trabalho. Serathiuk ainda denunciou que o trabalhador às vezes é demitido tão logo comece a dar sinais de que tem uma doença ocupacional.

Requião convocou para participar também da reunião as montadoras para que pudessem oferecer defesa contra as acusações dos abusos que vem sendo cometidos, desrespeitando-se a legislação de segurança e proteção à saúde dos trabalhadores. Mas nenhuma das montadoras enviou representante à reunião. O Estado do Paraná é o quarto colocado em acidentes no País e que é campeão mundial de acidentes. No transcorrer da reunião foram apresentados diversos vídeos demonstrando o quadro da tragédia da mutilação de trabalhadores, lesionados em serviço.

O empregador é devedor de saúde e não pode se valer da tese que vem adotando, dizendo que a responsabilidade pelos acidentes é da Previdência já que pagam o SAT (Seguro de Acidentes do Trabalho), em percentual variável sobre a folha de pagamento, dependendo do seu enquadramento, por atividades de risco. Não se trata de risco social, porque os acidentes não podem ser considerados tragédia. São passíveis de serem evitados com prevenção. Mas a cultura prevalente ainda é pela redução dos custos operacionais e por isso não há investimento em saúde e segurança dos trabalhadores, que tem direito a encontrar no trabalho dignidade e prazer e não as mutilações e doenças ocupacionais, como vem ocorrendo.

Para agravar a situação dos trabalhadores os acidentes são subnotificados, ou seja, as empresas não cumprem o que determina o art. 22 da Lei 8.213/91, que determina a emissão da CAT – Comunicação do acidente, mesmo nos casos de dúvidas. Diante dessa prática abusiva, os trabalhadores não conseguem o reconhecimento pelo INSS do benefício acidentário e em conseqüência ficam desprotegidos, sendo despedidos, tão logo o empregador tome conhecimento do acidente e ou do desenvolvimento de doença ocupacional. O trabalhador tem dificuldades na obtenção de provas da doença e do nexo causal (ter ocorrido na relação de trabalho). Por isso, Serathiuk solicitou do Governador Requião que as delegacias de polícia passem a receber as denúncias dos trabalhadores, colaborando na confecção das provas necessárias à configuração do infortúnio laboral,
O governador Requião já criou no Estado do Paraná a Delegacia Acidentária. Nossa sugestão é que se amplie a competência dessa delegacia para abarcar a proposta apresentada por Serathiuk, para que as delegacias do interior também passe m a receber as denúncias dos trabalhadores.

As montadoras receberam favores do governo Lerner para se instalarem, em isenção de impostos e pesadíssimos investimentos do Estado em infra-estrutura. Agora elas têm que dar a contrapartida. Assegurar emprego digno, sem risco de acidentes, reafirmando Requião que a Constituição Estadual, no seu artigo 31, prevê que o Estado não pode manter contratos com empresas que tragam problemas para a segurança dos trabalhadores. Arrematando, conclui afirmativamente:

“A partir de agora, qualquer tipo de incentivo para atração de empresas será vinculado às ações trabalhistas. As empresas estrangeiras, como qualquer outra, têm obrigações trabalhistas e a reordenação das montadoras é compromisso deste governo”,

Leia mais:
Aumentam acidentes em montadoras
Redação/O Estado do Paraná [26/10/2005]
Foto: Márcio Machado/SECS
Serathiuk propôs que as delegacias de polícia passem a receber as denúncias dos trabalhadores.
A saúde do trabalhador, especialmente daquele que atua nas montadoras de veículos do Paraná, foi alvo de discussão ontem, durante reunião semanal do secretariado. Segundo a Delegacia Regional do Trabalho (DRT), o Paraná é o quarto em número de acidentes do trabalho no País. Na ocasião, representantes dos metalúrgicos denunciaram as más condições de trabalho.
O governador Roberto Requião reiterou que a Constituição Estadual, no seu artigo 31, prevê que o Estado não pode manter contratos com empresas que tragam problemas para a segurança dos trabalhadores. “A partir de agora, qualquer tipo de incentivo para atração de empresas será vinculado às ações trabalhistas. As empresas estrangeiras, como qualquer outra, têm obrigações trabalhistas e a reordenação das montadoras é compromisso deste governo”, afirmou.
Segundo Requião, a quantidade de denúncias de acidentes e doenças ocupacionais em montadoras de carros, recebidas pela DRT e pelo Ministério Público do Trabalho vem crescendo. Em uma delas, encaminhada por um trabalhador no final do mês de agosto, mostra que apenas no primeiro semestre desse ano, em uma montadora da região, aconteceram 642 acidentes de trabalho.
Os números apresentados pelo governador foram confirmados pelo delegado regional do Trabalho, Geraldo Serathiuk. Dos 642 acidentes, detalhou o delegado, só no setor de armação foram constatados 384 acidentes. Na montagem, foram mais 156 acidentes. No setor de pintura, outros 65. E no da estamparia, 37 acidentes de trabalho. Serathiuk ainda denunciou que o trabalhador às vezes é demitido tão logo comece a dar sinais de que tem uma doença ocupacional.
Segundo dados da DRT, o Paraná é o quarto do País em acidentes de trabalho. “Cerca de 220 trabalhadores morrem por ano, sendo 30 mil acidentes registrados. Nas empresas, raras são as cláusulas de defesa e segurança”, afirmou. Muitas das causas dos acidentes, disse, também estão relacionadas ao ritmo frenético por aumento da produção. “Muitos funcionários assim que sofrem lesões e são afastados das empresas entram em uma lista negra das empresas para não conseguirem mais trabalho”, acrescentou o delegado.
Estratégia
Chefe da Perícia do INSS no Paraná, Simplício Carlos Barbosa revelou outra estratégia utilizada pelas montadoras: a tentativa de descaracterizar o real estado de saúde dos trabalhadores lesionados. Responsável pelos benefícios previdenciários, o INSS atende casos como auxílio-doença e aposentadoria por invalidez. “Nossos dados de 2000 a 2005 mostram que as montadoras da Região Metropolitana de Curitiba apresentaram índices com acentuados aumentos de auxílio-doença em problemas de coração, por exemplo. Já por acidentes de trabalho, os níveis encontram-se estáveis”, afirmou. “Sem dúvida, há suspeita de poucas ou subnotificações sobre a quantidade de acidentes registrados nas indústrias”, avaliou.
Na ocasião, Serathiuk propôs ao governador que, a exemplo de cidades industriais, como São Paulo, e do Ministério Público Estadual (MPE) - que tem uma promotoria especializada em acidentes de trabalho - as delegacias de polícia, das cidades onde tenham maiores índices de acidente, passem a receber denúncias e a fazer inquérito policial para investigar e constituir provas a favor dos trabalhadores. “Pois os trabalhadores têm tido dificuldades em constituir prova dos acidentes, em razão dos contratos terceirizados por tempo determinado, quando a empresa constata algum problema de saúde já demite o funcionário”, falou.
O delegado regional do Trabalho também sugeriu ao governador a criação de um Grupo de Trabalho que levante o verdadeiro cenário dos acidentes de trabalho no Paraná.
Montadoras
A Renault do Brasil, que tem a planta instalada em São José dos Pinhais, informou através da assessoria de imprensa que “a preservação da saúde e a segurança dos funcionários são valores fundamentais para a Renault do Brasil.” “A empresa tem o compromisso de atender a legislação, bem como as diretrizes corporativas”, afirmou a assessoria, lembrando que a fábrica tem certificações internacionais como a Ainf, de gerenciamento de saúde.

Fonte:
http://www.parana-online.com.br/noticias/index.php?op=ver&id=169848&caderno=6



Fonte: Jornal O Estado do Paraná



Postado por: Adir de Souza
Data: 21/10/05 14:08:56 h

Convite aos Técnicos de Segurança do Trabalho e Prevencionistas
Convite aos Técnicos de Segurança do Trabalho e Prevencionistas


precisamos levar quanto mais gente melhor,
acidentados, doentes, gente que precisa do estado, pode levar quem vc
achar
melhor, se tiver pouca gente o Governo pode dizer que ninguem se preocupa
com os Acidentados no Trabalho nossos colegas Técnicos de Segurança do
Trabalho devem pedir dispensa da empresa para comparecer neste ato publico
para mostrar a nossa
força este é o momento de levarmos as denuncias das más condiçoes de
Trabalho
hora 08:00 horas Museu Oscar Niemeyr antigo audirtorio do edificio Castelo
Branco

Jornal o estado do Paraná 21/10/05 coluna Panorama
Acidentes de trabalho

O presidente do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado
do
Paraná (Sintespar), Adir de Souza, esteve na Delegacia Regional do Trabalho
(DRT/PR) para pedir ao delegado regional do Trabalho, Geraldo Serathiuk,
que
solicite ao governador Roberto Requião a ampliação da discussão do problema
dos acidentes de trabalho em montadoras no Paraná para outras atividades e
segmentos econômicos.

O assunto será pauta da audiência pública que acontece na próxima
terça-feira (dia 25), às 8h, no Museu Oscar Niemeyer. \"Também são altos os
índices de acidentes dentro dos bancos, hospitais, frigoríficos e
madeireiras, entre outros\", afirmou Adir, que participará da audiência.


Postado por: Adir de Souza
Data: 20/10/05 17:06:19 h

OS TRABALHADORES DO PARANÁ PEDEM SOCORRO

A famosa reunião das terças feira do governador Roberto Requião a chamada (escolinha) irá debater um fato inédito Segurança e saúde no Trabalho, irão dizer que é demagogia de época de eleição, mas por outro lado nunca na historia deste país um Governador tocou neste tema que é sensível, pois mostra as falta de respeito do capital com os seus “colaboradores”.

A concepção de democracia como vemos nos livros e num Brasil de hoje em pleno estado de direito como valores já consagrados pela sociedade, o que não ocorre nos locais de Trabalho no chão de fábrica se o trabalhador tivesse a liberdade de recusa ao executar uma tarefa que tenha risco a sua integridade física e isto ainda é um dos maiores causadores de acidentes do trabalho, e é claro em conjunto com os salários miseráveis.

A concepção de cidadania, que norteia (pensar uma palavra mais adequada) a Constituição Federal, inclui a garantia do direito ao trabalho, à saúde e à previdência social, entre outros, que decorrem dos modelos de desenvolvimento adotados pelo país.

Em 2003, os gastos da Previdência Social foram de 8,2 bilhões de reais com pagamento de benefícios acidentários e aposentadoria especial (concedida em face de exposição a agentes prejudiciais à saúde ou integridade física, com redução no tempo de contribuição). Todavia, como decorrência da falta de uma política articulada, não é possível saber quanto se gasta atualmente no país com SST. Todos os valores disponíveis são estimados.

Segundo Pastore, em um dos poucos estudos feito sobre o tema, para cada real gasto com benefícios previdenciários, há um custo total para a sociedade de quatro reais, incluindo gastos com saúde, horas de trabalho perdidas, reabilitação profissional, custos administrativos etc. Esse cálculo eleva a um custo total para o país de aproximadamente 33 bilhões de reais por ano, não sei se o foco de aftosa causa tanto prejuízo assim e quem sofre mais com este fato parece que é o boi que é sacrificado e os acidentes do Trabalho nunca foi prioridade de nenhum Governo porque não aparece na imprensa e como se diz não dá mídia.


É louvável a atitude do governador esta grande empresa não pode vir para cá e trazer doenças e levar o lucro, Mas não precisamos ir tão longe há poucos meses uma jovem perdeu a mão e parte do ante braço e veio de Araucária para Curitiba no hospital do trabalhador, com a sua mão presa à máquina por horas, somente por este fato vale tentar fazer algo e trabalhando em um supermercado que parece inofensivo e denunciamos ao Ministério Publico do Trabalho que está tomando as devidas providencias, quem sabe agora algumas secretarias de estado tenham um programa estabelecido de Gestão em Segurança e Saúde no Trabalho as empreiteiras da Copel da Sanepar os trabalhadores da Saúde no Paraná, e para constatar é só vermos os relatórios da 4ª conferencia Estadual de Saúde do Trabalhador que aconteceu neste ultimo final e Semana em Curitiba, o Secretário de Estado da saúde ficou assustado pois viu que sua pasta nunca teve um programa estabelecido de Gestão nesta área de Saúde do Trabalhador até Chamou as Centrais sindicas, e vai criar uma Comissão para discutir o assunto.

Os Agrotóxicos no Paraná matam mais de 150 trabalhadores a cada ano sem contar os doentes intoxicados pelo resto da vida e os grandes fabricantes são todas Multinacionais também que fazem reunião no interior do estado demonstrando seus produtos ainda dão um boné aos agricultores e chamam o veneno de “defensivo agrícola” e o único país do mundo que usam esta denominação, e usam em nosso país produtos (venenos) proibidos em seu país de origem.

Quem ouve rádio sabe quantos acidentes de Transito aconteceu nesse ano em Curitiba, eu desafio alguém a nos informar quantos acidente de Trabalho aconteceu na semana passada em Curitiba ninguém sabe, os comunicados vão para INSS, que não passa para O Ministério do Trabalho não existe nada integrado nesta área e recebemos noticias em tempo real do mundo, o Ministério do Trabalho não tem dinheiro para pagar diária para seus Auditores, muitos fazem seus relatórios em suas casas por falta de computador e meu neto no ensino fundamental de escola publica municipal usa computador de ultima geração, é necessário o esforço de toda a sociedade para com este lastimável dano aa saúde dos trabalhadores e os que auferem o lucro assumam as sua responsabilidades.
O trabalho, compreendido como toda transformação da natureza para benefício do homem, além de necessário para a manutenção da vida humana, é importante fator na definição das condições de saúde de cada indivíduo.
O emprego de novas tecnologias, novas práticas gerenciais e a incorporação de novas matérias primas aos processos de trabalho têm repercussão direta sobre a morbi-mortalidade dos trabalhadores.

Adir de Souza
Presidente do Sindicato dos Técnicos de
Seg. Trabalho no Estado do Paraná
Diretor Nacional de Segurança e Saúde da SDS - Social Democracia Sindical
Membro Titular da CTPP da Bancada dos Trabalhadores
Membro do GTT da NR-4
Membro do GTT da Convenção 174 da OIT
Técnico de Segurança do Trabalho da
FUNDACENTRO PARANÁ
041- 3353-5222
www.sintespar.com.br
Contatos 041- 3322-8971
Cel 9113-2506


Postado por: Adir de Souza
Data: 18/10/05 12:39:03 h

GOVERNADOR TOMA ATITUDE?

O Governador Robero Requião(PMDB) irá realizar uma audiencia pública na proxima reunião da escolinha dia 25/10/05 para tratar do problema dos acidentes e doenças relacionadas ao Trabalho Trabalho e renuncia fiscal para as montadoras, e convidou o Delegado do Trabalho no Paraná Geraldo Serathiuk, para moderar o debate entre os atores sociais, Ministerio Público do Trabalho, INSS,Sindicato dos Metalurgicos,Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Paraná

Postado por: Adir de Souza
Data: 04/10/05 15:37:14 h

NÚMERO DE ACIDENTES NO TRABALHO É O PIOR DOS ÚLTIMOS 12 ANOS


NÚMERO DE ACIDENTES NO TRABALHO É O PIOR DOS ÚLTIMOS 12 ANOS


Os números de acidentes e mortes no trabalho aumentaram. Esta é uma das constatações que podem ser feitas com base nos dados do Anuário Estatístico da Previdência Social 2004 (AEPS 2004), divulgado esta semana pelo Ministério da Previdência. Os registros, que em 2003 somavam 399.077 acidentes, no ano passado cresceram para 458.956 casos - um acréscimo de 15%. As mortes, que também em 2003 registravam 2.674 ocorrências, subiram para 2.801 casos em 2004, evidenciando um aumento de 8%.
De acordo com os dados oficiais, a indústria lidera o ranking dos acidentes: foram 211.559 ocorrências em 2004. Em segundo lugar está o setor de serviços - que é também o segmento que mais gera doenças ocupacionais - responsável por 202.566 registros. O setor de transformação reponde por 169.618 acidentes. Já a agricultura, representa 8% do número total de infortúnios, com 37.197 casos.

Conforme as informações apresentadas no Capítulo 30 do AEPS 2004, o registro mais comum, de acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID) são os ferimentos do punho e da mão, que caracterizam 14% dos acidentes de trabalho no país.

O documento divulga ainda a faixa etária dos trabalhadores mais afetados pelos incidentes: 20 a 29 anos. Confira a análise completa dos dados do AEPS na edição de novembro da revista Proteção.

Fonte: Revista Proteção - 30/09/05

Postado por: Adir de Souza
Data: 15/09/05 12:31:44 h

Viagens de ônibus serão mais seguras no Paraná

Viagens de ônibus serão mais seguras no Paraná

A partir desta quinta-feira (15), todos os ônibus que prestam serviços de transporte intermunicipal nas rodovias paranaenses estarão obrigados a informar aos passageiros sobre a localização e operação das saídas de emergência dos veículos e como proceder em casos de acidentes. Além disso, estão proibidos de permitir o consumo de cigarro e de qualquer outro tipo de fumo durante a viagem e ainda reforçar a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança.

A determinação é baseada na Lei Estadual n.º 14.652, cujo decreto foi publicado em junho deste ano. De acordo com ela, todas as informações devem ser transmitidas antes da partida.

As orientações serão dadas oralmente pelo próprio motorista, que pode ser auxiliado ou substituído por meios audiovisuais. A resolução recomenda ainda a existência de folhetos contendo todas as informações e desenhos esquemáticos do veículo.

Desde a sanção do governador Roberto Requião, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), órgão responsável pela regulamentação do transporte intermunicipal no Estado, vem trabalhando com as empresas para que elas se adaptem às novas exigências.

“Foram cerca de 90 dias para que as empresas pudessem se adequar às novas regras e dar mais segurança aos seus passageiros”, explica o secretário dos Transportes, Waldyr Pugliesi.

Para Pugliesi, a obrigação confere mais segurança na prestação dos serviços de transporte coletivo. “Assim como acontece no transporte aéreo, o passageiro do transporte rodoviário está sujeito a riscos e essas novas determinações pretendem minimizá-los”, diz.

O diretor-geral do DER, Rogério Tizzot, informa que a fiscalização do Departamento, que já realiza operações constantes, fica responsável agora por garantir o cumprimento da lei sob pena de multa já a partir do primeiro dia de vigor.

“As equipes de fiscalização do DER passam a observar o cumprimento das novas regras já no dia 15. Mas as regras não devem ser um problema para as empresas, já que o tempo de adaptação foi razoável e com orientação do DER. Além disso, temos notícia de que boa parte delas já opera segundo a resolução”, anaslisa.

MUDANÇAS
1. A partir de agora, as empresas serão obrigadas a (via oral ou vídeo e também por meio de folhetos explicativos):

2. Indicar as saídas de emergência do veículo para os casos de acidentes e/ou emergências;

3. Indicar o correto acionamento e manuseio dos mecanismos de saída de emergência do veículo, nos casos de emergência e/ou acidentes;

4. Dar instruções de segurança que orientem os passageiros como agir e se comportarem nos episódios de acidentes e/ou emergências;

5. Orientar para a proibição do cigarro ou qualquer outro fumo durante a viagem;

6. Orientar para o uso do cinto de segurança – obrigatório apenas em veículos produzidos depois de 1999;

7. Trocar a cor das cortinas nas janelas de saídas de emergência pela cor vermelha e a inscrição na cor branca (e de forma contrária, caso as demais cortinas já sejam vermelhas.

Da AEN


Postado por: Adir de Souza
Data: 14/09/05 10:50:05 h

economia SOLIDÁRIA


Cidades cidades@parana-online.com.br

Trabalhadores com serviço e renda própria

Joyce Carvalho [14/09/2005]



João de Noronha / GPP

Catadores de lixo nas ruas de Curitiba: exploração ainda existe.



Emancipar os trabalhadores dos setores de confecção e reciclagem de lixo, muitas vezes explorados pelos patrões ou atravessadores, é o impulso para a criação de uma rede de cooperativas de economia solidária no Paraná. A iniciativa parte da Agência de Desenvolvimento Solidário (ADS) da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Delegacia Regional do Trabalho (DRT) no Paraná. A economia solidária se caracteriza pela organização dos trabalhadores para a geração própria de serviço e renda.

Segundo Sérgio Athayde, do escritório paranaense da ADS, as pessoas que trabalham na coleta de lixo para a reciclagem sofrem nas mão dos atravessadores em regime de trabalho semi-escravo. Pagam aos \"patrões\" o aluguel do depósito (onde também moram) e do carrinho.

No segmento do vestuário, o problema está nas pequenas empresas que montam peças de roupa, principalmente calças jeans, no norte e noroeste do Estado. \"São excessos nas jornadas de trabalho, locais com condições precárias, sem registro em carteira, entre outros. Essas empresas abrem e fecham em várias cidades, deixando os trabalhadores na mão\", afirma.

O objetivo de formar uma rede de cooperativas para os empregados nestes dois setores é capacitar profissionalmente, valorizar o produto, alcançar melhor posição no mercado e gerar mais renda. \"A rede dá escala na comercialização e valorização do produto\", explica Athayde.

No caso da reciclagem de lixo, já existem dois pólos com associações e cooperativas nas regiões de Maringá e Londrina. A expansão acontecerá primeiramente no interior do Estado, segundo Athayde, em cidades como Jacarezinho, no Norte Pioneiro, e Foz do Iguaçu, no Oeste. No setor de vestuário, as cooperativas ainda serão criadas.

O delegado regional do trabalho, Geraldo Serathiuk, conta que já existe o auxílio aos trabalhadores organizados para a construção de barracões e compra de equipamentos nas cooperativas. Os recursos para a criação da rede serão obtidos junto ao Ministério do Trabalho (MT) e governo do Paraná. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, também garantiu apoio. Serathiuk acredita que em até quinze dias, o governador Roberto Requião dará a sua posição sobre o apoio. Se tudo der certo, a composição da rede pode começar ainda este ano, incluindo a capacitação dos trabalhadores. Até o momento, existem 605 cooperativas de economia solidária no Paraná.



Postado por: Adir de Souza
Data: 06/09/05 13:32:05 h

Montadoras fecham o semestre com recorde assustador

Solicito aos colegas da área prevencionistas para enviar esta matéria para a sua lista de e-mails, temos que enaltecer a atitude de uma Autoridade que se sensibiliza com os fatos que ocorrem nos locais de Trabalho e toma atitude sem medo de se expor e as Denuncias de nosso Sindicato é sempre atendida no Paraná e tem solicitado apoio do Ministério Publico do Trabalho para eliminar condições de trabalho indignas.

A ainda relatou o fato ao Governador Roberto Requião e lembrou ao mesmo a nossa constituição estadual conforme artigo abaixo

CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DO PARANÁ
Art. 31 - Ao Estado é vedado celebrar contrato com empresas que comprovadamente desrespeitarem normas de segurança, de medicina do trabalho e de preservação do meio ambiente.
Adir de Souza
Presidente do Sindicato dos Técnicos De Segurança do Trabalho no Estado do Paraná



Delegacia Regional do Trabalho no Paraná - Seção de Comunicação Social.
02/09/2005
Montadoras fecham o semestre com recorde assustador
de doenças ocupacionais e acidentes de trabalho.
Denúncia de acidentes e doenças ocupacionais em montadoras de carros vem crescendo de forma assustadora junto à Delegacia Regional do Trabalho (DRT/PR). Na última, encaminhada por um trabalhador no final do mês de agosto, mostra que apenas no primeiro semestre desse ano, em uma montadora da região, aconteceram 642 acidentes de trabalho. Segundo o denunciante, no setor de armação foram 384 acidentes; na montagem aconteceram 156; no setor de pintura 65; e na estamparia 37 acidentes de trabalho.
Nuncio Manalla, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Curitiba e que representa a entidade sindical no Conselho Consultivo da Previdência Social, que também esteve na DRT e afirmou que a Volkswagen, por exemplo, nos quatro anos que está atuando no Paraná já afastou a mesma quantidade de trabalhadores que estão atualmente trabalhando na empresa. Ou seja, mais de 3 mil trabalhadores afastados nesse período. Já a Renault, em 2004, abriu 112 Comunicação de Acidentes de Trabalho (CAT´s), sendo que destas 89 foram afastadas por Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (Dort).
Segundo o delegado regional do Trabalho, Geraldo Serathiuk, estes números são muito maiores e mais graves, pois muitas empresas não fazem a CAT (Comunicação de Acidentes de Trabalho) e usam de contratos por tempo determinado e de rotatividade de trabalhadores para não caracterizar a doença ocupacional, impossibilitando a cobertura previdenciária, deixando os trabalhadores em condições de abandono. “Tenho recebido trabalhadores jovens em meu gabinete que me deixam emocionados com a situação de saúde, pois se encontram sem cobertura previdenciária e impossibilitados de voltar ao mercado de trabalho”, lamenta.
Para o delegado do Trabalho, isso é um crime revoltante. “Não posso concordar que empresas que vieram se instalar no Paraná, à custa de renúncia fiscal e com apoio de crédito, estejam cometendo um crime com o nossos trabalhadores”, complementa Serathiuk, que diz ainda que é preciso dar um basta nesta situação.
Serathiuk solicitou à Seção de Relações e de Fiscalização do Trabalho da DRT que, em conjunto com o sindicato e empresas, promovam uma mesa de negociação, com o objetivo de elaborar um Termo de Ajuste de Conduta. “A intenção é implementar uma política de prevenção de doenças ocupacionais e de acidentes de trabalho”, frisa.
Frigoríficos e cooperativas - Esta situação não é muito diferente em parte do setor dos frigoríficos e cooperativas. “Vejo gente soltando foguete com crescimento das exportações do setor, sem levar em conta o subproduto do crescimento, que é a falta de investimento em políticas de prevenção de acidentes, deixando trabalhadores em situação de desamparo. Tem gente que recebe homenagem e não faz CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho)”, fala Serathiuk.
De acordo com ele, muitas vezes, esse desrespeito ao trabalhador tem o apoio de linhas de crédito de bancos públicos ao setor produtivo, “o que é um absurdo”, enfatiza. “Defendo que só poderia liberar crédito para quem respeita as normas e as Convenções Coletivas, que definem o nível salarial e as condições de saúde e segurança no trabalho”, conclui o delegado do Trabalho, dizendo ainda que não podemos continuar lendo manchetes em jornais como “Montadoras fecham mês com recorde de vendas”, publicada dia 02 de setembro e “Cresce exportações das cooperativas e frigoríficos”, do dia 19 de agosto, e achar que esta tudo bem.
Assessoria de imprensa
Renata Souza (jornalista)
comunicacao.drtpr@mte.gov.br
41 3219-7774 / 9644-9122

CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DO PARANÁ

Art. 31 - Ao Estado é vedado celebrar contrato com empresas que comprovadamente desrespeitarem normas de segurança, de medicina do trabalho e de preservação do meio ambiente.


Postado por: Adir de Souza
Data: 01/09/05 08:50:06 h

Parabéns
Prezado companheiro Adir
Recebi o seu e-mail, consultei as fotografiase e pude apreciá-las.
Recordei o dia da posse da diretoria do SINTESPAR, ocasião em que vocês
sacudiram minhas emoções com aquele gesto de homenagear a mim e a minha
grande companheira, amiga e comadre nancy.

Naquela festa pude constatar o seu prestigio e liderança junto aos
profissionais prevencionistas, à comunidade, com os politicos e com as
autoridades.

Com o seu trabalho sério e da sua diretoria, vocês conquistaram o
respeito de todos, respeitando e prestigiando as personalidades e os amigos
do passado, do presente. Dessa forma garantindo nosso futuro que será
com certeza de muito progresso. seguimos pois, nossos trilhos, os quais
soubemos muito bem assentá-los sobre bons dormentes.
Percebi também a bonita participação dos seus familiares em especial da
senhora sua esposa que nesses últimos anos tem sido o seu esteio no
desempenho das atividades do nosso sindiciato que por certo esta em ótimas
mãos.
Parabéns a todos: Toda Diretoria, seus familiares e aos nossos colegas
prevencionistas representados pelo sindicato (vocês).
Um grande abraço deste amigo que muito lhes estima.
Elias Martins

Postado por: Adir de Souza
Data: 25/08/05 14:22:56 h

VIAGEM PARA FEIRA EM SÃO PAULO


INVESTIMENTO 30,00

Estamos Tendo a colaboração do vereador

MANASSES OLIVEIRA

Ainda há algumas vagas
mais Detalhes FAVOR ligar para 3322-8971
www.sintespar.com.br
SINDICATO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO NO ESTADO DO PARANÁ

E-mail sintespar@yahoo.com.br Página site www.sintespar.com.br ver www.expoprotecao.com.br

Viagem para Expo Proteção
ônibus Saindo somente de Curitiba no dia 1º de Setembro às 24:00 em Frente ao SINDICATO RETORNO DIA 02 DE SETEMBRO APÓS O TERMINO DA FEIRA

Para garantir o seu lugar efetue depósito na conta Agência 0377 C/C 349-8 e envie o comprovante para SINDICATO via fax 3322-8971

INVESTIMENTO 30,00



Postado por: Adir de Souza
Data: 18/08/05 16:17:39 h

VIAGEM PARA FEIRA EM SÃO PAULO


VIAGEM PARA FEIRA EM SÃO PAULO
SINDICATO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO NO ESTADO DO PARANÁ

E-mail sintespar@yahoo.com.br Página site www.sintespar.com.br ver www.expoprotecao.com.br

Viagem para Expo Proteção
ônibus Saindo somente de Curitiba no dia 1º de Setembro às 24:00 em Frente ao SINDICATO RETORNO DIA 02 DE SETEMBRO APÓS O TERMINO DA FEIRA

Para garantir o seu lugar efetue depósito na conta Agência 0377 C/C 349-8 e envie o comprovante para SINDICATO via fax 3322-8971

investimento 50 reais IDA E VOLTA



Postado por: Adir de Souza
Data: 18/08/05 14:32:36 h

VIAGEM PARA FEIRA EM SÃO PAULO
SINDICATO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO NO ESTADO DO PARANÁ

E-mail sintespar@yahoo.com.br Página site www.sintespar.com.br ver www.expoprotecao.com.br

Viagem para Expo Proteção
ônibus Saindo somente de Curitiba no dia 1º de Setembro às 24:00 em Frente ao SINDICATO RETORNO DIA 02 DE SETEMBRO APÓS O TERMINO DA FEIRA

Para garantir o seu lugar efetue depósito na conta Agência 0377 C/C 349-8 e envie o comprovante para SINDICATO via fax 3322-8971



Postado por: Adir de Souza
Data: 11/08/05 12:45:12 h

A DEPRIMENTE HISTÓRIA DA AFL-CIO

A DEPRIMENTE HISTÓRIA DA AFL-CIO

A recente divisão da AFL-CIO constitui-se em mais um trágico capítulo na história do sindicalismo nos EUA. Na sua origem, ele até teve um glorioso papel nas lutas do proletariado. Em meados do século XIX, devido à acelerada expansão capitalista no país, a sua jovem e aguerrida classe operária criou os primeiros sindicatos e, no bojo da ascensão de suas lutas, fundou a Federação Americana do Trabalho (AFL), em 1881.

O seu principal mentor foi Samuel Gompers. Pouco depois, em 1886, ocorreram 5 mil greves pela redução da jornada para oito horas semanais. A repressão policial foi brutal e resultou no assassinato dos “Mártires de Chicago” – episódio originário das comemorações do Dia Internacional dos Trabalhadores.

Com o tempo, porém, o sindicalismo estadunidense renegou o seu passado e se converteu ao pragmatismo mais exacerbado. A expansão imperialista do país, que abocanhou parte do território mexicano e estendeu seus tentáculos pelo restante do continente, resultou na formação de uma aristocracia operária que passou a justificar a espoliação dos trabalhadores das nações saqueadas.

O sindicalismo passa a ser comandado por uma nova concepção – o tradeunionismo. O primeiro sinal dessa distorção surge durante as guerras de anexação das antigas colônias espanholas. Gompers, que antes se dizia “marxista”, defende os interesses da burguesia nacional e apóia o governo na agressão aos povos de Cuba, Haiti, Porto Rico e Filipinas.

A partir desta fase, a visão pragmática do tradeunionismo resultaria nas maiores atrocidades da história do sindicalismo mundial. Diante da vitória da revolução russa, em 1917, a central hostiliza a jovem república proletária e defende o envio das tropas ianques para, juntamente com os exércitos da Europa e Japão, evitar a propagação daquela experiência socialista.

O anticomunismo vira bandeira desta central sindical, passando inclusive a constar de seus estatutos. A luta de classes é renegada e as greves são rejeitadas pela central, que se torna cúmplice da repressão policial. A AFL passa a pregar abertamente a “mera regulação da mercadoria trabalho”, segundo orientação de Gompers, e a expansão do capitalismo-imperialista.

Máfia e negócios

Para implantar essa concepção burguesa, a burocracia da AFL esmaga toda a resistência interna. Grevistas são taxados de “comunistas” e delatados à polícia. A prática antidemocrática atinge o seu apogeu na fase da “grande depressão”, desencadeada pela queda da Bolsa de Nova Iorque em 1929. Diante da revolta dos operários contra a explosão do desemprego, a AFL realiza um acordo com a máfia.

Transforma suas sedes em postos de contrabando em troca da ajuda dos gangsteres na repressão às lideranças rebeldes. A máfia chega a ocupar postos na executiva da central. Al Capone, líder do mundo do crime, justifica a violência nos sindicatos: “É preciso manter o trabalhador afastado da literatura vermelha e do logro comunista”.

Outra marca que se cristalizou nesta época foi a do racismo. Os sindicatos nacionais, sob o argumento do desemprego, pregam abertamente a exclusão dos negros do mercado de trabalho e do quadro de sócios. O sindicalismo se elitiza, representando apenas os especializados. “Não queremos admitir como membros os rebotalhos, os que não prestam para nada”, defende um dirigente em 1933.

A AFL rejeita a organização por ramo de produção e investe na representação por ofício. O contrato coletivo de trabalho é substituído pela negociação individual. Dirigentes se tornam negociadores profissionais, com salários milionários. “O patrão dirige a empresa e o líder sindical dirige as negociações coletivas. Os dois são técnicos e devem ser bem remunerados”, argumentaria outro líder da entidade. O efeito desta prática cupulista e elitista é a queda do número de sindicalizados, que despenca de 5,1 milhões para 2,6 milhões de sócios nos anos 30.

Sem qualquer compromisso com a classe, a cúpula da AFL passa a usar os recursos dos associados para adquirir empresas, comprar terras na Flórida e aplicar em bancos. Inaugura-se a fase do business-union, do sindicalismo de negócios, turbinado com os vultuosos fundos destinados ao pagamento de pensões e aposentadorias.

Segundo João Bernardo, no livro “Capital, sindicatos e gestores”, ainda no final da década de 70, “mediante os investimentos realizados pelos fundos de pensão que controlam, os sindicatos detinham percentagens consideráveis das ações em algumas importantes companhias: 13,7% do Holliday Inn, 13,6% da Texas Instruments, 12,9% da McDonalds, 12,8% da K Mart, 12,6% da Delta Air Lines”.

Resistência abortada

Com o objetivo de se opor à orientação patronal da AFL, em 1921 é criada a Liga Educacional Sindical, liderada por Willian Foster. A experiência durou pouco tempo; seus ativistas são expulsos das entidades com base no estatuto anticomunista. Já em 1938, com o aumento das greves operárias contra as chagas da recessão, lideranças descontentes rompem com a AFL e organizam o CIO (Congresso das Organizações Industriais), no primeiro grande racha do sindicalismo estadunidense. Ele se coloca como alternativa para a organização dos trabalhadores semi-especializados, dos negros e desempregados. A sua estrutura é por ramo de produção, contrapondo-se aos sindicatos de oficio e de empresas afiliados da AFL.

O CIO ganha força durante a II Guerra Mundial. Enquanto a AFL financia e organiza entidades de apoio a Hitler e Mussolini, como a temida Catai, a nova central encabeça um movimento antinazista que adquire rápido prestígio na sociedade. Em 1945, o CIO ajuda na fundação da Federação Sindical Mundial (FSM), entidade que consegue unir o grosso do sindicalismo internacional na luta contra os restos autoritários do nazi-fascismo. Mesmo sofrendo enorme desgaste político e perda de associados, a AFL mantém o apoio do patronato, da extrema direita organizada no Partido Republicano e de setores do Partido Democrata.

A esperança da construção de um novo sindicalismo nos EUA, independente e classista, não consegue se sobrepor à poderosa burguesia imperialista. Diante da violenta repressão desencadeada pela “guerra fria”, os dirigentes do CIO começam a dar sinais de fraqueza. As corporações capitalistas se recusam a negociar com seus sindicatos afiliados e o parlamento aprova a lei Taft-Hartley, em 1947, proibindo o registro de entidades “comunistas”.

Em 1948, sua convenção de Portland decide adequar os estatutos às restrições da legislação federal. Um ano depois, na convenção de Cleveland, dez organizações afiliadas, representando um milhão de trabalhadores, são expulsas por manterem em seus programas a luta contra o capitalismo.

Em fevereiro do mesmo ano, o CIO se retira da FSM. James Casey, tesoureiro-geral da central, explica a decisão: “No passado, unimo-nos aos comunistas para lutar contra os fascistas; em outra guerra, unir-nos-emos aos fascistas para lutar contra os comunistas”. Logo após, o CIO apóia a guerra na Coréia. Taxados de comunistas, os sindicalistas progressistas são expulsos das entidades afiliadas.

Em dezembro de 1955, há exatamente cinqüenta anos atrás, a AFL e o CIO se fundem. George Meany, o primeiro presidente da central unificada, define sua linha político-sindical. “Nós cremos no sistema capitalista. Somos dedicados à preservação desse sistema e não estamos dispostos a permutar por nenhum outro”. A partir desta data, ganha forma a aparatosa estrutura da central estadunidense, que agora parece dar sinais de esgotamento.
Fonte: Altamiro Borges, Diário Vermelho




Postado por: Adir de Souza
Data: 11/08/05 12:17:16 h

Lula é a mãe


São Paulo, domingo, 07 de agosto de 2005


Texto Anterior | Próximo Texto | Índice

GILBERTO DIMENSTEIN

Lula é a mãe
Não existe registro de um governante brasileiro que tenha falado tanto publicamente de sua mãe como Lula. As referências a Lindu tornaram-se ainda mais freqüentes nas últimas semanas, entremeadas nos discursos presidenciais sobre as denúncias de corrupção que envolvem o governo.
Lula diz vir da herança materna sua valorização da educação, da ética e até da perseverança. Na quinta-feira passada, no Piauí, chorou ao falar que, graças a Lindu, teria aprendido a nunca perder a esperança, por maiores que fossem as dificuldades. \"Não tinha jeito de você ver a minha mãe sentar numa mesa, mesmo quando não tinha o que comer, e perder a esperança.\"
Talvez as referências sejam orientadas por um cálculo de marketing para garantir a identidade com os mais pobres. Talvez até, quem sabe, a fragilidade psicológica de Lula atraia a lembrança da protetora figura materna.
Seja qual for a motivação, Lula está assumindo uma pregação inédita para um presidente brasileiro, mostrando aos mais pobres o papel da família -no caso a mãe- como núcleo educacional. Essa pregação tem um valor didático interessante e vem sendo cada vez mais explicada não só em palavras mas em números.
Nunca o Brasil dispôs, como agora, de estudos tão detalhados sobre o papel da família na vida escolar. Pesquisas divulgadas neste ano revelam que basta os pais se mostrarem atentos ao que o filho faz ou deixa de fazer em sala de aula para aparecerem efeitos positivos. Não estou falando aqui em ajudar na lição de casa, mas apenas na atenção.
Um exame (Saresp) realizado com cerca de 5 milhões de alunos de escolas municipais, estaduais e privadas de São Paulo, cujos resultados foram divulgados no mês passado, indica que, quanto mais omisso é o pai ou a mãe, pior o desempenho do aluno.
Em todo o país, 6.204 escolas ficam abertas no fim de semana, nas quais se promovem atividades alunos e familiares. A tendência é geral: queda da violência. Afinal, cria-se uma sensação de propriedade e de respeito associada ao ambiente educacional.
Em dois anos desse programa em São Paulo, onde 5.306 participam do Escola da Família, segundo avaliações externas, a incidência de agressões físicas caiu 46,5%; 57% foi a queda de homicídios; 39,5% de depredações ao patrimônio (pichações, por exemplo).
Em 2.102 escolas em que, além de estarem abertas nos finais de semana, lançaram-se programas de protagonismo juvenil, estimulando jovens a desenvolverem projetos em seu bairro, a queda do número de delinqüências ainda foi mais profunda. Diminuíram especialmente as ameaças e agressões feitas por alunos a professores e funcionários. A Fundação Seade prepara um estudo, a partir desses dados, mostrando que, além da queda da violência, melhora a nota e a taxa de evasão dos alunos. Compreensível: afinal, são ofertadas atividades extracurriculares, envolvendo 28 mil monitores universitários.
Esse tipo de interação produz cenas mágicas. Em Taboão da Serra, na região metropolitana de São Paulo, professores ganham bônus se visitarem a casa das famílias de seus alunos.
No começo, os professores demonstraram resistência, receosos de caminhar pelas ruelas de favelas ou bairros pobres, marcados pela violência. Viram-se, então, escoltados pelos alunos, que lhes garantiam salvo-conduto. Em cada casa, havia um clima de recepção cerimoniosa: todos vestidos com roupas limpas, banho tomado, a mesa repleta de doces, bolos e salgados. Os receios se desfizeram. Os pais e os filhos, sentindo-se respeitados, deram os mais diferentes sinais de valorização da escola.
Resultado: o professor, além de conhecer melhor seu aluno -e assim consegue resolver ou evitar problemas- se vê mais apoiado pela família e, de quebra, ainda tem um aumento no salário.
Esses números e fatos indicam que a educação não deveria ser sinônimo de sala de aula -essa é a tradução medíocre, atrasada e inútil de encarar a transmissão de conhecimento. Educação integral é, em essência, a química que se produz na conjunção de família, comunidade e escola.
Daí que começa surgir, neste ano, uma experiência, envolvendo universidades como USP e Unicamp na formação de diretores de escolas e professores em educação comunitária -ou seja, aprenderão técnicas para envolver as famílias, o bairro e a cidade nas escolas. Passa-se a valorizar no magistério a função do educador como um empreendedor comunitário, capaz de fazer as mais diversas alianças em sua rua, seu bairro e sua cidade, aproveitando de um químico ou físico aposentados, passando pelos médicos, até os espaços culturais e esportivos, muitos dos quais pouco utilizados durante a semana. Há uma série de indivíduos e entidades que só não ajudam porque não são chamados ou não sabem como quem conversar na escola. Bastou lançar o \"Escola da Família\", em São Paulo, para aparecerem 40 mil voluntários.
Ao citar tanto a mãe, Lula está trazendo, involuntariamente, ao debate o papel da família na educação -a primeira etapa de formação do capital humano.
PS- Fiz um dossiê em meu site (www.dimenstein.com.br) sobre as estatísticas de desempenho escolar e violência a partir da relação família e escola, além do detalhamento dos programas.

E-mail - gdimen@uol.com.br





Postado por: Adir de Souza
Data: 10/08/05 13:39:01 h

São mais de 120 os chineses presos em mina inundada


São mais de 120 os chineses presos em mina inundada
10/08/2005 - Estado de São Paulo

Pequim - O número de mineiros bloqueados em uma mina inundada do sul da China desde domingo, com poucas possibilidades de sobrevivência, é de 123, informou uma fonte oficial. Este novo número foi divulgado pelo vice-governador da província de Guangdong, You Ningfeng, citado pela agência Nova China.

As estimativas precedentes registravam 101 ou 102 mineiros bloqueados e as autoridades admitiram que era difícil saber o número exato de mineiros que estavam no local no momento do acidente, na tarde de domingo. A catástrofe aconteceu por um motivo desconhecido, mas autoridades acreditam que violações das normas de segurança estejam por trás do ocorrido.

Apenas quatro mineiros conseguiram escapar depois que o túnel de 420 metros foi inundado. Equipes de resgate informam que a quantidade de água bloqueando a passagem é imensa, estimada em pelo menos 15 milhões de metros cúbicos.


Postado por: Adir de Souza
Data: 02/08/05 15:11:29 h

TRABALHO x SAUDE

NOTÍCIAS
RUMO INCERTO PARA SAÚDE E SEGURANÇA


O perfil da Saúde e Segurança na esfera do Ministério do Trabalho está a cada ano mais apagado. A impressão que se tem é de que o assunto não tem importância para o Governo. Sucateado, empobrecido, com cada vez menos estrutura e autonomia para desenvolver ações de fiscalização nos ambientes de trabalho das empresas, o Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho agoniza.
A minuta da Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador (PNSST) criada por um Grupo Interministerial ligado aos Ministérios do Trabalho, Saúde e Previdência quer ser uma “luz no fim do túnel” colocando o assunto na lista de prioridades do Governo Federal. Será? A articulação de ações entre Trabalho, Saúde e Previdência, que devem ser os mais interessados em acidentes e doenças do trabalho, é o objetivo principal desta nova política que o Governo está tentando delinear. O problema é que não existe articulação, logo, a Política não está convencendo ninguém, nem mesmo aos próprios profissionais destes ministérios. Desentendimentos entre Saúde e Trabalho sobre a competência para fiscalizar ou vigiar ambientes laborais deixam claro que serão necessárias ainda muitas ações até que se chegue a um denominador comum.

Que diremos então das empresas e dos trabalhadores, que estão a “ver navios” com relação ao assunto? Não será porque a tal PNSST foi construída a portas fechadas, sem a participação dos patrões e empregados? A reportagem Rumo incerto para a Saúde e Segurança do Trabalho





Postado por: Adir de Souza
Data: 26/07/05 12:30:38 h

REVER CLASSIFICAÇÃO DE RISCO PARA SAT
REVER CLASSIFICAÇÃO DE RISCO PARA SAT


A forma de cobrança do Seguro de Acidente de Trabalho (SAT) vai mudar entre março e abril de 2006. Hoje, as empresas pagam alíquotas de 1%, 2% ou 3% sobre a folha de pagamento, de acordo com o risco de cada atividade, o que garante arrecadação de R$ 5 bilhões por ano. Agora, a Previdência Social está fazendo um estudo epidemiológico cruzando o número de benefícios concedidos por doença, não apenas os acidentários, com a atividade. Isso permitirá que o INSS estabeleça novas alíquotas para cada segmento.
Nas lesões por esforço repetitivo (LER) e doenças osteomusculares relacionadas ao trabalho (DORT), as estatísticas oficiais contabilizavam 14 mil casos em 2003, mas o número chega a 130 mil quando são incluídos todos os benefícios — inclusive os não classificados como ocupacionais — conforme O GLOBO publicou ontem na reportagem “A epidemia da dor”. As LER/DORT já são 70% das doenças ocupacionais e aposentam cinco mil pessoas por ano.

Pelos dados dos últimos cinco anos, a Previdência estabelecerá alíquotas diferentes para empresas do mesmo setor. Elas poderão pagar a metade ou o dobro do percentual fixado para seu segmento, conforme seu desempenho. Quanto menos acidentes, menor o seguro.

Empresas do mesmo setor terão alíquotas diferentes
Arruda diz que a arrecadação não deve aumentar com a nova tributação, mas os gastos com a saúde do trabalhador devem cair. Em 2004, a Previdência gastou R$ 4 bilhões com benefícios acidentários e R$ 5,3 bilhões com aposentadorias especiais.

Segundo Arruda, a proposta foi aprovada por empresários e trabalhadores no Conselho Nacional de Previdência Social. Magnus Apostólico, superintendente de Relações de Trabalho da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), concorda com os benefícios às empresas que reduzirem o número de doentes. Mas é contra a revisão das alíquotas por dados do passado.

Já os trabalhadores aprovaram a medida. João Carlos Gonçalves, o Juruna, secretário-geral da Força Sindical, concorda com a mudança, mas lembrou da importância de se implantar os comitês de trabalhadores nas empresas para ajudar a prevenir doenças e acidentes.

Casos como o de Valéria Valença que não é mais bancária, mas carrega reflexos da profissão. Demitida em 1998, após a privatização do Banco Real de Minas Gerais, hoje é cobradora de ônibus. O trabalho provocou três hérnias de disco, tendinite no ombro direito e síndrome do túnel do carpo, desobstruído numa cirurgia em 2004.


Fonte: Sinait - 04/07/05 (compilado)



Postado por: Adir de Souza
Data: 22/07/05 15:25:36 h

OS CUSTOS DOS ACIDENTES NO TRABALHO


OS CUSTOS DOS ACIDENTES NO TRABALHO

Presidente do SINTESPAR

Os riscos de acidentes no trabalho são uns dos problemas contemporâneos mais importantes para as sociedades no mundo todo. No Brasil os índices dos acidentes no trabalho ainda são alarmantes, comparativamente com outros países com economia e força de trabalho semelhante, apesar do esforço de empregadores, empregados e governo.
As estatísticas divulgadas pela DataPrev, referentes ao ano de 2003, mostram que não há um declínio claro e evidente desse tipo de acontecimentos o que torna o fato em um verdadeiro problema de saúde pública que deve ser entendido e tratado em sua verdadeira dimensão, seja pelas suas implicações econômicas junto aos acidentados, seja pelas repercussões na economia como um todo e pelo custo que isto significa para a sociedade de uma maneira geral.
É importante determinar os custos econômicos diretos dos riscos no trabalho, assim como seus efeitos indiretos, que ocasionam impactos no âmbito social (ocasionado na vida dos trabalhadores incluindo o plano familiar), as repercussões para as empresas, a sociedade, identificando os mecanismos genéricos de produção dos riscos e dos principais fatores participantes para estabelecer as medidas condizentes de prevenção que devem ser fatíveis de realização.
Os principais problemas a serem resolvidos consistem em obter todas as informações necessárias, e que sejam confiáveis, para determinar os custos em sua verdadeira dimensão e extensão, assim como utilizar instrumentos adequados para operacionalizar variáveis que permitam a avaliação dos diferentes fatores que participam na gênese dos acidentes no trabalho.
Para determinar os custos dos riscos dos acidentes é necessário:
1.- Determinar a incidência dos Riscos no Trabalho na população a ser estudada,
2.- Identificar os principais mecanismos de produção das lesões e danos,
3.- Identificar os principais agentes de lesão,
4.- Estabelecer os principais fatores condicionantes dos riscos no trabalho,
5.- Determinar os efeitos diretos dos riscos no trabalho sobre o trabalhador,
6.- Quantificar os custos para atendimento e tratamento do acidentado,
7.- Quantificar os custos para a empresa,
8.- Determinar os principais efeitos indiretos dos acidentes no trabalho sobre a família do trabalhador, das repercussões e suas conseqüências no entorno social e do convívio do indivíduo.
É evidente que os incidentes e acidentes, têm um custo econômico e social maior ao comumente divulgado, ao mesmo tempo estes são gerados dentro de um padrão geral ou processo definido pelos seus mecanismos de causa, sob condições e fatores constantes que são suscetíveis de serem quantificados e de serem controlados por meio de medidas preventivas concretas em fases e momentos específicos durante um processo de trabalho.
Consideramos finalmente que é totalmente possível identificar e controlar os principais fatores que desencadeiam os acidentes no trabalho, de maneira a proporcionar ambientes mais seguros na medida da aplicação de ações preventivas, específicas, para lograr uma efetiva proteção contra a maior parte dos agentes que provocam acidentes.
Bruno C. Bilbao Adad
Engenheiro de Segurança no Trabalho
Para o Sintespar
A/C Sr. Adir de Souza
Presidente

Bruno Caruso Bilbao Adad
Endereço(s) de email(s): Bruno.Adad@pr.senai.br


Um abraço.
Bruno.



Postado por: Adir de Souza
Data: 22/07/05 13:12:28 h

Vamos para são paulo?
Estamos tentando viabilizar ônibus para visita a feira Expproteção em São Paulo e Encontro dos Técnicos saída Dia 1º de setembro e retorno a noite. Com saídas
De Curitiba, Cascavel, Maringá passando por Londrina.
Interessados entrar em contato pelo e-mail sintespar@brturbo.com.br
Adir

Postado por: Adir de Souza
Data: 22/07/05 13:11:03 h

Visita a feira e encontro dos técnicos em são Paulo


Estamos tentando viabilizar ônibus para visita a feira Expproteção em São Paulo e Encontro dos Técnicos saída Dia 1º de setembro e retorno a noite. Com saídas
De Curitiba, Cascavel, Maringá passando por Londrina.
Interessados entrar em contato pelo e-mail sintepar@brturbo.com.br
Adir


Postado por: Adir de Souza
Data: 19/07/05 10:32:01 h

Comissão de Trabalho indica relator para projeto sobre LER


Consolidada - 7/6/2005 20h55

Comissão de Trabalho indica relator para projeto sobre LER

Laycer Tomaz

Osvaldo Bezerra (E) disse que os problemas de saúde gerados pelo trabalho repetitivo exigem iniciativas imediatas do poder público.
O presidente da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), designou o deputado Tarcísio Zimmerman (PT-RS) para a relatoria do Projeto de Lei 4347/98. De autoria dos deputados Walter Pinheiro (PT-BA) e Luciano Zica (PT-SP), a proposta regulamenta o tratamento da lesão por esforço repetitivo (LER) no mercado de trabalho e define políticas públicas de prevenção às doenças relacionadas ao trabalho.
A decisão de Alves atendeu a pedido da presidente da Associação de Trabalhadores e Trabalhadoras Vítimas de Assédio Moral na Brasil Telecom, Schirlei de Azevedo do Amaral Ribeiro. Ela participou hoje de audiência pública promovida pelas comissões de Trabalho; e de Seguridade Social e Família sobre os problemas de trabalhadores em serviços de teleatendimento. \"O projeto pode ser a solução e deve ser tirado da gaveta\", disse a presidente da associação.

Políticas públicas
Schirlei Ribeiro sustentou que faltam políticas públicas adequadas para a prevenção de doenças e a fiscalização do teleatendimento. Segundo ela, muitos jovens, após 18 meses de trabalho, já apresentam sintomas de LER. \"Não adianta apenas normatizar a jornada no setor. Precisamos rever toda a organização do processo de trabalho, porque hoje a gestão é perversa e conduz ao assédio moral, que gera as doenças\", disse. A jornada de trabalho no teleatendimento é atualmente de seis horas diárias.
\"Estamos criando um exército de jovens mutilados pela LER, vítimas do seu primeiro emprego\", advertiu Schirlei. A presidente da entidade também denunciou que a Brasil Telecom demitiu todos os empregados que tentaram formar um sindicato, o que motivou o surgimento da associação, que visa combater toda forma de assédio moral que afeta a categoria.

Medidas imediatas
O chefe do Centro Regional do Distrito Federal da Fundacentro (entidade vinculada ao Ministério do Trabalho), Osvaldo da Silva Bezerra, reconheceu que os problemas de saúde gerados pelo trabalho repetitivo no setor de teleatendimento exigem iniciativas imediatas do poder público. Bezerra explicou que, em função do grande número de afastamentos por motivo de saúde, a Fundacentro está dando prioridade ao estudo das novas doenças que afetam quem trabalha no teleatendimento. \"É preciso construir uma norma legal que discipline o trabalho no setor\", disse. Ele observou que a Instrução Normativa 98, que hoje rege o trabalho na área, representou um avanço positivo, mas ainda não é abrangente o bastante.
A instrução também foi criticada pelo presidente da Associação Brasileira de Telemarketing, Topázio Silveira Neto. Ele destacou que a norma não exige comprovação do nexo causal entre a atividade profissional e a incidência da lesão por esforço repetitivo (LER). Para ele, a doença tem caráter multicausal. \"Não podemos concordar que ela seja considerada causada pelo teleatendimento sem antes investigar a vida dos pacientes, que podem ter outras atividades que a motivem, como é o caso das manicures ou dos jogadores de vôlei\", exemplificou.
Topázio Neto também questionou o diagnóstico da Fundacentro, afirmando que a entidade não dispõe de capacidade logística para avaliar o desempenho do setor no País como um todo. \"Ela faz apenas avaliações localizadas, que são distorcidas porque o Brasil é muito diverso\", garantiu.
O presidente da Associação Brasileira de Telemarketing explicou ainda que o setor emprega cerca de 550 mil trabalhadores no País e cresce em torno de 10% ao ano, destacando-se inclusive como exportador de serviços, contribuindo para a balança comercial.

Propostas relacionadas:
- PL-4347/1998



Reportagem - Luiz Claudio Pinheiro
Edição - Francisco Brandão

Agência Câmara
Tel. (61) 216.1851/216.1852
Fax. (61) 216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br



Postado por: Webmaster
Data: 16/07/05 19:53 h

Núcleo vai combater crimes contra a saúde no Paraná

Gisele Rech [14/07/2005]


O procurador Marcelo Maggio acredita
que o processo investigatório ficará mais ágil.

Os crimes contra a saúde e acidentes de trabalho têm, a partir de agora, um atendimento centralizado, que receberá denúncias diretas da população. Ontem foi apresentado, de modo oficial, o Núcleo de Repressão a Crimes Contra a Saúde (Nucrisa), criado mediante uma parceria entre a Polícia Civil e o Ministério Público.

A intenção do trabalho conjunto, inédito no Brasil, é atender a grande demanda de casos envolvendo saúde pública e acidentes de trabalho - hoje, em Curitiba, são 500 casos em andamento nos distritos policiais. Fora as denúncias investigadas pelo Ministério Público. "O Ministério Público trabalhava esses casos exclusivamente no centro de apoio à saúde pública e do trabalhador. Agora, com a parceria com a Polícia Civil, o processo investigativo certamente ficará mais ágil", diz o procurador Marcelo Maggio.

O Nucrisa funcionará dentro do Ministério Público e terá como comandante a delegada Paula Christiane Brisola, com uma equipe que tem ainda um investigador e dois escrivães. O grupo já trabalha em pelo menos 50 casos e pretende ampliar em breve o número para 400. "Os casos mais comuns envolvem acidentes de trabalho, mas há casos de erros médicos, negligência e imperícia, que podem levar o paciente à morte", diz a delegada.

Recentemente, o Ministério Público passou a investigar em Londrina a morte de alguns pacientes na fila de espera por uma vaga na UTI do Hospital Universitário. Mesmo envolvendo a Secretaria de Estado da Saúde, se o caso fosse em Curitiba, Paula deixa claro que o Nucrisa não deixaria de investigar. "Investigamos qualquer caso ligado a saúde, não importa contra quem se dá a ação", assegurou.

Vigilância

A punição de profissionais que fazem cobranças a pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que cobram por receitas ou vendem fórmulas milagrosas ou que mantêm clínicas sem autorização de funcionamento - como as de aborto, por exemplo - também está na pauta do Nucrisa.

Uma prova do poder de fogo do novo órgão foi dada esta semana, com a intervenção da Nucrisa no processo de investigação do fechamento de uma clínica que fazia cirurgias plásticas ilegalmente em Curitiba. A LFS Clínica de Cirurgia Plástica, conhecida também como Personal Corp, não tinha estrutura física adequada para cirurgias, nem licença da Prefeitura. A médica proprietária da clínica, Luciana de Freitas Santos, foi autuada por lesão corporal e responderá a um inquérito policial. "A Vigilância Sanitária operou o fechamento e abrimos a investigação. A clínica não tinha condição alguma para realizar cirurgias. A possibilidade de um paciente ter uma infecção hospitalar é muito grande e queremos alertar as pessoas para que denunciem ambientes hospitalares que demonstrem qualquer irregularidade", diz a delegada.

Para denunciar crimes contra a saúde e acidentes de trabalho, o Nucrisa disponibiliza o telefone (41) 3250-4859.

Postado por: Adir de Souza
Data: 15/07/05 13:16:09 h

MAIS UM ALIADO - Os crimes contra a saúde e os acidentes de trabalho
cidades@parana-online.com.br

Núcleo vai combater crimes contra a saúde no Paraná

Gisele Rech [14/07/2005]




O procurador Marcelo Maggio acredita que o processo investigatório ficará mais ágil.



Os crimes contra a saúde e acidentes de trabalho têm, a partir de agora, um atendimento centralizado, que receberá denúncias diretas da população. Ontem foi apresentado, de modo oficial, o Núcleo de Repressão a Crimes Contra a Saúde (Nucrisa), criado mediante uma parceria entre a Polícia Civil e o Ministério Público.

A intenção do trabalho conjunto, inédito no Brasil, é atender a grande demanda de casos envolvendo saúde pública e acidentes de trabalho - hoje, em Curitiba, são 500 casos em andamento nos distritos policiais. Fora as denúncias investigadas pelo Ministério Público. “O Ministério Público trabalhava esses casos exclusivamente no centro de apoio à saúde pública e do trabalhador. Agora, com a parceria com a Polícia Civil, o processo investigativo certamente ficará mais ágil”, diz o procurador Marcelo Maggio.

O Nucrisa funcionará dentro do Ministério Público e terá como comandante a delegada Paula Christiane Brisola, com uma equipe que tem ainda um investigador e dois escrivães. O grupo já trabalha em pelo menos 50 casos e pretende ampliar em breve o número para 400. “Os casos mais comuns envolvem acidentes de trabalho, mas há casos de erros médicos, negligência e imperícia, que podem levar o paciente à morte”, diz a delegada.

Recentemente, o Ministério Público passou a investigar em Londrina a morte de alguns pacientes na fila de espera por uma vaga na UTI do Hospital Universitário. Mesmo envolvendo a Secretaria de Estado da Saúde, se o caso fosse em Curitiba, Paula deixa claro que o Nucrisa não deixaria de investigar. “Investigamos qualquer caso ligado a saúde, não importa contra quem se dá a ação”, assegurou.

Vigilância

A punição de profissionais que fazem cobranças a pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que cobram por receitas ou vendem fórmulas milagrosas ou que mantêm clínicas sem autorização de funcionamento - como as de aborto, por exemplo - também está na pauta do Nucrisa.

Uma prova do poder de fogo do novo órgão foi dada esta semana, com a intervenção da Nucrisa no processo de investigação do fechamento de uma clínica que fazia cirurgias plásticas ilegalmente em Curitiba. A LFS Clínica de Cirurgia Plástica, conhecida também como Personal Corp, não tinha estrutura física adequada para cirurgias, nem licença da Prefeitura. A médica proprietária da clínica, Luciana de Freitas Santos, foi autuada por lesão corporal e responderá a um inquérito policial. “A Vigilância Sanitária operou o fechamento e abrimos a investigação. A clínica não tinha condição alguma para realizar cirurgias. A possibilidade de um paciente ter uma infecção hospitalar é muito grande e queremos alertar as pessoas para que denunciem ambientes hospitalares que demonstrem qualquer irregularidade”, diz a delegada.

Para denunciar crimes contra a saúde e acidentes de trabalho, o Nucrisa disponibiliza o telefone (41) 3250-4859.



Postado por: Adir de Souza
Data: 14/07/05 14:29:48 h

Vagas para Técnicos de Segurança

URGENTE Vaga para Técnicos de Segurança recem Formados
2 vagas para masculino e 1 feminino, Favor enviar curriculum para o SINDICATO
sintespar@yahoo.com.br ou sintespar@brturbo.com.br

Adir de souza

Postado por: Adir de Souza
Data: 09/07/05 13:51:09 h

ACIDENTE FATAL

Assunto: Acidente de trabalho

Jovem morre em acidente de trabalho

Rapaz fazia limpeza de uma máquina, que foi ligada por outro funcionário; empresa manifesta luto



Gisele Rodrigues e - Cristiani Azanha - Santa Bárbara d\'Oeste

O ajudante geral Eduardo da Silva Leite, 25, morreu triturado na máquina em que trabalhava, ontem, na Unidade Fabril 10, das Indústrias Romi, em Santa Bárbara d\'Oeste. Leite era funcionário da empresa desde 2002. Os funcionários do setor ficaram em estado de choque e foram dispensados.
Em nota oficial, a direção da empresa lamentou a morte do funcionário e informou estar em luto. A empresa também informou que irá tomar todas as providências para assistência à família do trabalhador e se colocou à disposição das autoridades para informações.

A família do funcionário acredita que houve falha no sistema de segurança da empresa. Segundo o pai do rapaz, Antonio Bezerra Leite, há cerca de um mês, o filho havia reclamado que teria quase se acidentado na empresa. \"Ele escorregou na hora de limpar uma máquina e, para não cair de um lugar muito alto, ele se segurou numa base de ferro e cortou o dedo\", contou o pai. Bezerra lamentou o acidente e acrescentou que o filho estava com casamento marcado para o início do próximo mês.

De acordo com apuração preliminar da Polícia Civil, o acidente ocorreu por volta das 12h, quando o funcionário limpava o interior de uma máquina misturadora de areia e outro trabalhador ligou a máquina. De acordo com a polícia, o painel onde a máquina é acionada estava aberto e não havia placa indicativa de que o equipamento estava passando por manutenção. Enquanto Leite trabalhava na limpeza da máquina, outro funcionário voltou do almoço e ligou o equipamento.

O equipamento foi desligado depois que um funcionário encontrou o crachá de Leite sobre a mesa e suspeitou que ele não teria deixado o local. A máquina possui cerca de cinco metros de altura e, em seu interior, há hélices cortantes e rodas esmagadoras de areia.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Santa Bárbara, Cláudio Roberto Pereira, disse desconhecer histórico de acidente de trabalho fatal na empresa. Segundo o sindicalista, ocorrências de acidentes de trabalho na empresa também não são comuns.

O corpo do rapaz será sepultado às 16h30, no Cemitério da Paz, conhecido como Cabreúva.

Postado por: Adir de Souza
Data: 08/07/05 12:20:26 h

Mensagens aos colegas


Bom dia Adir,
Tenho lido as notícias no site do Sintespar. Houve uma época em que eu estive mais ligado ao sindicato devido horário de trabalho por turnos, e por 5 anos trabalhando fora de curitiba conforme você sabe.
Mas a época da qual me refiro é aquela em que o sinticado lutou para que tivéssemos hoje uma profissão regulamentada, de certa maneira somos privilegiados, acompanhei a sua luta e de outros. Talvez seja interessante mostrarmos para os novos profissionais da área que devemos nos unir, e se não tivermos alguém com braço forte, a força para nos derrubar é grande. Se não fosse o seu idealismo e de outros não sei como estaríamos hoje.
Um abraço,
Carlos Venicio Marcon
Técnico de Segurança e Med. do Trabalho
TROX DO BRASIL
F: 41-3316-8438
E-mail: rh_marcon@troxbrasil.com.br
http:// www.troxbrasil.com.br

Postado por: Adir de Souza
Data: 06/07/05 14:19:46 h

O DIA DIA NO SINDICATO

Prezados colegas

Eu gostaria, Adir e demais colegas do sindicato, de agradecer e de tecer
meus elogios ao brilhante evento de posse da nova diretoria do sindicato dos
Técnicos de Segurança do Trabalho do Paraná,no dia 30/07/2005, pela
organização, pela grande confraternização e pelo alto nível demonstrado no
jantar, que reuniu inúmeros colegas da área.

Também, gostaria de registrar que se hoje aqui chegamos não foi por acaso,
mas sim pela luta destemida e pelo pulso firme de alguns idealistas que
nunca se deixaram envergar diante das vicissitudes e das barreiras, pois
sabemos que nestes 22 anos de luta para manter o \"sindicato aberto para
todos\", (fundado em 1983), foram muitas as batalhas enfrentadas, entretanto
muitas também foram as conquistas, pois apesar da democracia plena vivida
neste país, não podemos nos esconder atráz da amarga realidade que é viver
num mundo capitalista de patronais fortes e sem cultura prevencionista como
ainda é a nossa sociedade empresarial brasileira.

Sou um exemplo da atuação do SINDICATO em defesa da categoria, pois fui
reintegrada ao meu emprego, após uma demissão arbitrária e enquanto me
encontrava doente e fragilizada, graças ao apoio desta entidade que lutou
pelos meus direitos junto comigo e nos momentos em que pensei fraquejar ali
estavam eles a me apoiar e, após muitos dissabores, finalmente pude ser
aposentada!

Por isso é triste registrar reclamações de cobrança de contribuição confederativa, pois entendemos que se hoje temos um piso que estabelece legalmente que o Técnico de Segurança não pode receber menos que o determinado é graças a luta deste sindicato;se hoje temos uma profissão regulamentada, é porque este sindicato muito
lutou para consegui isto; se hoje temos algum apoio da DRT na fiscalização é graças a boa política desenvolvida nos últimos anos junto a esta instituição;se hoje temos a obrigatoriedade do registro do SESMT junto a DRT também é
graças a este sindicato que muito tem brigado pela manutenção desta obrigatoriedade pois somente assim é que sabemos quais são as empresas que
tentam burlar a lei do trabalho seguro e com qualidade para todos!
Portanto colegas, a contribuição é só o mínimo que pode ser feito por uma categoria em prol de infinitas benesses e de infinitos agraciados por estas benesses, sejam elas (as benesses) diretamente ligadas ao Técnico de Segurança ou ligadas aos trabalhadores, que sabemos que levam este país nos ombros e muito pouco são lembrados na sua qualidade de vida no trabalho!
Por isso, não posso me calar, e quero dizer:
Parabéns a você Adir e aos demais componentes da Diretoria pela LUTA, pela DIGNIDADE, pelo RESPEITO e pela PREOCUPAÇÃO que sempre demonstraram pelos trabalhadores do PARANÁ e também do BRASIL, pois somos um exemplo a ser seguido por outros sindicatos desta área, para que também se motivem e lutem pela segurança e pelo bem estar de todos.

Um abraço principalmente ao colega WALTER!

Gleci de Siqueira
Técnica de Segurança do Trabalho há 30 anos ( me formei em 1975).



>From: \"sintespar yahoo\"
>To:
>Subject: E-mail do Site SINTESPAR
>Date: Fri, 1 Jul 2005 12:54:24 -0300
>
>Walter
>Obrigado por entrar em contato conosco e parabens pela sua atitude pois numademocracia temos que exercer o nosso direito de saber de cobrar dasentidades classistas e publicas porque do desconto e nós do sindicato temos
>obrigação de explicar e de orientar, esta empresa que você esta trabalhando só te contratou porque este humilde sindicalista ( mas antes de tudo somos Técnicos de Segurança igual a você) que lhe responde solicitamos uma
>fiscalização do Ministerio do Trabalho denunciada por um outro colega nosso de pofissão, e todos os dirigentes do sindicato trabalham nas empresas igual a você no sindicato ninguem ganha nada, a unica diferença é que você estava
>batalhando sozinho para arrumar um trabalho e nos batalhamos para reunir outros colegas para arrumar emprego para vários e são centenas de empregos
>que arrumamos e peço com respeito que você merece compareça na sua entidade venha conhecer primeiro o SINDICATO ver o que estamos fazendo primeiro e
>queremos até receber as suas criticas e sugetões e sua ajuda.
>Obs. veja na nossa página a fotos do eventos cursos que relizamos somente este ano fizemos cursos sobre PPP. instrutor de operador de empilhadeira,direção defensiva, sobre NR 10 seminarios sobre NR 32 dezenas de palestras
>nas empresas reuniões com os Tecnicos em Maringá, Umuarama, reuniões em São Paulo participação nos grupos de trabalho que altera as normas NRs inclusive
a NR-4 e na CTPP, 31, NR-10, tem muita gente trabalhando por você pela nossa categoria em todo estado do Paraná, e com muito sacrificio pois NÃO temos recursos finaceiros como outros SINDICATOS, e sua ajuda é muito
>importante participando não só contribuindo, pois o que é mais injusto é uma minoria que contribui para ajudar a maioria, e todas quartas a partir das 19:00 horas estamos reunidos no Sindicato a mais de 3 anos e com certeza e
>na proxima quarta feira queremos contar com sua presença.
>E ainda se precisar de algum material da área Técnica nos informe, se eu não tiver envio para outros colegas, que poderão lhe ajudar e vou enviar seu email para outros colegas você ficará bem informado da nossa profissão.
>Você informa no seu e-mail que conhece vários técnicos nenhum viu o nossotrabalho, pois neste momento que lhe escrevo chegou uma solitação de um
>Tecnico para uma empresa FAVOR ENVIAR NOME END. OU EMAIL DE TODOS ESTES
>QUE
>COLEGAS QUE VOCÊ CONHECE
>Até quarta feira
>um grande abraço
>Adir de Souza
>Presidente
>
>
>RH@SERZEGRAF.COM.BR
>ficha@sintespar.com.br
>
> > nome: WALTER SILVA GROCHENTZ JUNIOR
> >
> > mensagem: BOA TARDE SRS. SINDICALISTAS, ESTOU ENVIANDO ESTE E-MAIL POR
>PROTESTO, POIS ESTAVA EXECUTAMDO MINHAS ATIVIDADES NORMAIS, QUANDO A
>FUNCIONÁRIA DO RH ME INFORMOU QUE ESTARIA DESCONTANDO DA MINHA FOLHA DE
>PAGAMENTO A CONTRIBUIÇÃO CONFEDERATIVA, DISSE A ELA QUE TUDO BEM, O QUE EU
>PODERIA FAZER! NADA, POIS ESTÁ NA CONSTITUIÇAO NÃO É? MAS A MINHA
>INDIGNAÇÃO
>É A SEGUINTE,DEPOIS DE SETE ANOS FORMADO POR VÁRIOS MOTIVOS DIFERENTES SÓ
>AGORA CONSEGUI UM EMPREGO NA ÁREA, E APÓS REGISTRAR O SESMT NA D.R.T ME
>CHEGA ESTA CARTA INFORMANDO O DESCONTO E OS MOTIVOS DOS DESCONTOS, EU ACHO
>QUE O SINDICATO TEM ACESSO AO NUMERO DE TÉCNICOS QUE SE FORMAM
>SEMESTRALMENTE E OS QUE ESTÃO ATUANDO OU NÃO NA ÁREA(ESTIMATIVA, NÃO
>NUMEROS
>CONCRETOS )E A PRIMEIRA CORRESPONDÊNCIA QUE RECEBO DO SINDICATO É DE
>COBRANÇA, POIS NUNCA VI CAMPANHAS DO SINDICATO PARA TENTAR AJUDAR OS
>TÉCNICOS QUE NÃO ATUAVAM A ENTRAR NO MERCADO (PELO MENOS NA MIDIA OU OUTRO
>TIPO DE INFORMATIVO POIS ATÉ ENTÃO NÃO TINHA INTERNET)) AJUDANDO COM CURSOS
>DE ATUALIZAÇÃO DIVULGAÇÃO DE VAGAS(NÃO SÓ PELA INTERNET)OU TENTAR SABER
>PORQUE ESTES TÉCNICOS NÃO ESTÃO NO MERCADO,POIS CONHEÇO VÁRIOS TÉCNICOS E
>NENHUM NUNCA VIU TRABALHO SEMELHANTE,SEI QUE TENHO QUE CONTRIBUIR E VOU
>CONTRIBUIR MAS NÃO ACHO JUSTO.
> >
> > WALTER S. GROCHENTZ JÚNIOR
> > TÉC. DE SEG. DO TRABALHO

Postado por: Adir de Souza
Data: 01/07/05 16:22:47 h

Incendio


Sexta-feira, 1º de julho de 2005



ACIDENTE 08/06/2005 - 18h59

Incêndio destrói depósito de madeireira em Curitiba
Um incêndio destruiu parte de uma madeireira na manhã desta quarta-feira no bairro Pinheirinho, em Curitiba. Os bombeiros levaram quatro horas para apagar o fogo.

O acidente aconteceu por volta das 7h30 na madeireira Selectas, que fica na BR-476. De acordo com o Corpo de Bombeiros, uma fagulha pode ter iniciado o incêndio no
interior um dos dois silos (contrução para armazenamento de grãos e folhagens) da empresa, que continha serragem usada para
a alimentação de uma caldeira.

Os bombeiros chegaram rápido ao local e
impediram que as chamas se espalhassem para outros setores da madeireira. Foram
utilizados dois carros do Corpo de Bombeiros e um caminhão-tanque, e
gastos 30 mil litros de água durante a operação. Os bombeiros também tiveram trabalho para retirar a serragem de dentro do silo que ainda não havia sido queimada pelo incêndio. A área ao redor do silo incendiado não precisou ser interditada.

A empresa não revelou o prejuízo causado
pelo fogo.

Informações Alexandre Cegala - Gazeta do Povo
Texto - TudoParaná


Postado por: Adir de Souza
Data: 22/06/05 13:05:44 h

nova diretoria que será eleita amanhã


Nome
Adir de Souza
João Carlos Fassina
Paulo Roberto da Costa Serrano
Robert Yuri Pfaffenzerller
João Saran Carraro
Sérgio Santana Pequeno
Sergio Ribeiro de Carvalho
Denílson Culpi
Julio César de Oliveira
Aramis. B. F. Schatz
Paulo Wocjik
Elizeu Oliveira de Freitas
José Antonio Araujo
José Pereira dos Santos
Ari Luis Antunes
Amiltom de Jesus Antunes
Joaquim Correia da Cruz Prado
Gleci Terezinha Siqueira
Germano Pestana Neto
Eloy Cidreira Lopes Filho
Miguel Pokojeski
Idel Chaves
Paulo Afonso Mulhmann
Altair S. de Castro Junior
Tadeu Tobias Andersen Junior
Edson Carlos Michuska
Adão Valdivino de Miranda
Linelson De Brito Rodrigues
Richard Wilson Lui
Wellington Simas
Valter Biscaia da Silva
Odair Debacco
Antonio Albari da Silva
Antonio Manoel Avelino Pereira
Ney Cezar Kos
Paulo Cesar Teluski
Cirino dos Santos
Paulo Roberto Fostim
Simonne Cristiane Graff
Wilson Kochake
Soni Alvicio Kunzel
Cristiane Virgilina de Souza
Edevaldo dos Santos Aragão
Luis Carlos Brás da Silva
Laura Linian P.Pequeno Bordin
Jorge de Paula Carvalho
Cristiane L.Cordeiro
Marcos Fragoso
Odetino Santana
Leonice Claro Soares
Lincon V. Uldre
Otto Roberto Basílio Schmeing
Marcio Santos Marques
Antonio Vilson de Deus
Darci Maria da Rosa
Ildefonso Costa Junior
Oscar Lima Ramos
Wilson Polimeni
Oliveira Pereira Lopes
Simone Kroll


Postado por: Adir de Souza
Data: 22/06/05 13:03:36 h




Nome Telefone E-mail
Adir de Souza Fundacentro Curitiba 41-9113-2506 sintespar@yahoo.com.br
João Carlos Fassina Copel Curitiba 41-9938-6348 j.fassina@copel.com
Paulo Roberto da Costa Serrano Alcatel Celuar Curitiba 41-9915-2186 pauloserrano@brturbo.com.br
Robert Yuri Pfaffenzerller Alcatel -Fixo Curitiba 41-9962-2675
João Saran Carraro Placas do Parana Curitiba 41-9137-0769
Sérgio Santana Pequeno Curitiba 41-9977-2229
Sergio Ribeiro de Carvalho Ouro Verde Curitiba
Denílson Culpi Curitiba 41-3272-3472 denilsonculpi@hotmail.com
Julio César de Oliveira Copel Curitiba 41-3331-3950 j.oliveira@copel.com
Aramis. B. F. Schatz Volvo Curitiba 41-3317-8190
Paulo Wocjik Volvo Curitiba 41-3317-8190
Elizeu Oliveira de Freitas Hospital Trab. Curitiba 41-3212-5756 freitaseg@sesa.pr.gov.br
José Antonio Araujo Curitiba 41-9936-8684
José Pereira dos Santos Ultrafertil Curitiba 41-3621-2732
Ari Luis Antunes Curitiba
Amiltom de Jesus Antunes Aker Curitiba 41-9941-3809 amilton.antunes@akerkvaernver.com
Joaquim Correia da Cruz Prado Construtora Itau Curitiba
Gleci Terezinha Siqueira Aposentada Curitiba 41-9126-5492
Germano Pestana Neto Molins Curitiba 41-3282-3962
Eloy Cidreira Lopes Filho Extinpag Curitiba 41-3349-1606
Miguel Pokojeski Dana Curitiba 41-9103-2768
Idel Chaves Pref. S. J. Pinhais. Curitiba
Paulo Afonso Mulhmann aposentado Curitiba 41-3665-6814
Altair S. de Castro Junior Autônomo Curitiba 41-3026-5673
Tadeu Tobias Andersen Junior Curitiba 41-36657990 tadeutst@yahoo.com.br
Edson Carlos Michuska Placas do Paraná Curitiba
Adão Valdivino de Miranda Placas do Parana Curitiba 41-91167992 amiranda@placas.ind.br
Linelson De Brito Rodrigues DPM –Proj. Inst. Ltda Curitiba
Richard Wilson Lui Autônomo Curitiba
Wellington Simas Sesi Curitiba 41-9993-5420
Valter Biscaia da Silva Copel Curitiba
Odair Debacco Viacão Curitiba Curitiba 41-9222-8999
Antonio Albari da Silva Emater Curitiba 41-9976-4456 albari@onda.com.br
Antonio Manoel Avelino Pereira Petrobrás Curitiba
Ney Cezar Kos Sanepar Curitiba 41-3330-3262 nckos@sanepar.com.br
Paulo Cesar Teluski GVT Curitiba 41-3025-2758
Cirino dos Santos Diplomata Curitiba 45-99653582 cirino@diplomata@ind.br
Paulo Roberto Fostim Estrela Azul Curitiba
Simonne Cristiane Graff Pref. Curitiba Curitiba
Wilson Kochake Pref. Curitiba Curitiba
Soni Alvicio Kunzel Cocamar Maringá 44-9962-5588
Cristiane Virgilina de Souza Autônoma Maringá
Edevaldo dos Santos Aragão Univ.Est.Maringá Maringá
Luis Carlos Brás da Silva Romagnlii Maringá 44-9963-5125
Laura Linian P.Pequeno Bordin Autonoma Maringá
Jorge de Paula Carvalho Aposentado Maringá
Cristiane L.Cordeiro Maringá
Marcos Fragoso Copel Maringá
Odetino Santana Selmi Londrina 43-9968-4832 santana@selmi.com.br
Leonice Claro Soares Francovig Londrina
Lincon V. Uldre Copel Londrina
Otto Roberto Basílio Schmeing Lamix Cascavel 45-3224-0412 ottorobertob@yahoo.com.br
Marcio Santos Marques Cascavel 45-3225-7272
Antonio Vilson de Deus Atlas Pato Branco
Darci Maria da Rosa Medibel Software Pato branco
Ildefonso Costa Junior Autonimo Guarapuava
Oscar Lima Ramos Pref de Umuarama Umuarama 44-9956-7533 oscarlimaramos@yahoo.com.br
Wilson Polimeni Autônomo Arapongas 43-3274-5829
Oliveira Pereira Lopes Autonomo Campo Mourão 44-3523-5264
Simone Kroll Transportadora Imbau Telemaco Borba simonekroll@yahoo.com.br



Postado por: Adir de Souza
Data: 21/06/05 11:20:08 h

ACIDENTE DE TRABALHO - Operário tem braço atingido por máquina


ACIDENTE DE TRABALHO - Operário tem braço atingido por máquina
Ele teria tentado soltar galhos enroscados em máquina de triturar maderia, quando acabou ficando preso

César Augusto

A esteira para trituração de resíduos de madeira, onde aconteceu o acidente com Adriano Nascimento
Um operário de uma empresa que trabalha com trituração de resíduos de madeira para servir de combustível em fornos industriais teve o braço esmagado ontem à tarde na esteira utilizada para a reciclagem do material. O acidente aconteceu por volta das 15 horas na Multi Pinus, localizada no Parque Kiugo Takata (Zona Sul). Adriano do Nascimento, 18 anos, é funcionário da empresa há aproximadamente quatro meses e teria tentado soltar alguns galhos que estavam enroscados entre um cilindro e a esteira, quando o seu braço foi preso.

Segundo a proprietária da empresa, que preferiu não ser identificada, a máquina utilizada para trituração é segura e foi adquirida há cerca de três meses. Segundo ela, a empresa tem oito anos de atividade e este foi o primeiro acidente registrado com um de seus seis funcionários.

O operário Adrino Nascimento foi atendido pelo Siate e encaminhado à Santa Casa, onde chegou consciente. No final da tarde a assessoria de imprensa do hospital informou que os médicos ainda avaliavam se seria possível a recuperação dos músculos dilacerados.

O hospital informou ainda que todo o braço foi atingido pela máquina, mas a parte mais comprometida foi do cotovelo para baixo.
Silvana Leão
Reportagem Local

Postado por: Adir de Souza
Data: 16/06/05 14:01:06 h

ACIDENTE GRAVE
no dia 15 de junho , jornal Cotidiano /Umuarama


Cotidiano . . Cotidiano .


Tratamento
Vítima de explosão é transferida para Curitiba


Umuarama
Cleverson E. Zanquetti

Irineu Pereira, 43, foi transferido ontem para Curitiba onde deverá receber
tratamento em clínica especializada para queimados. Assim como seus colegas
Jurandir de Andrade, 37, Silvio César Rodrigues Camargo, 36 e Valdeci
Francisco dos Santos, 35, Pereira foi vítima de um acidente de trabalho
ocorrido no último sábado, na Mineira Palotina, em Umuarama.
De acordo com o laudo do Corpo de Bombeiros (CB), por volta das 10h30, a
empresa registrou a explosão de uma de suas caldeiras - utilizada para a
fabricação de piche. Ainda segundo documento do CB, as quatro vítimas -,
estavam próxima da caldeira e não usavam qualquer material de proteção.
O cabo Richardson Rodrigues salientou que os trabalhadores apresentavam
queimaduras de 2º e 3º graus por aproximadamente 60% do corpo. \"Eles estavam
consciente e bastante agitados. Apresentavam queimaduras graves no pescoço,
dorso, no tórax, além dos membros inferiores direitos e esquerdos\", relatou.
No início da noite de ontem, representante do hospital Nossa Senhora
Aparecida informava que o quadro de saúde dos três pacientes, que
continuavam internados a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) era estável. No
entanto, o porta-voz salientava que Andrade, Camargo e Santos poderiam ser
transferidos para Curitiba a qualquer instante.
O médico Luiz Carlos Derenusson, dizia que os pacientes não corriam risco de
morte, mas o quadro de saúde dos trabalhadores era delicado, uma vez que a
evolução do caso poderia alterar a situação dos pacientes.
As causas do acidente ainda não foram apuradas. A caldeira que explodiu
armazenava cerca de quatrocentos litros de piche que seriam utilizados na
recuperação de rodovias da região.



Postado por: Adir de Souza
Data: 09/06/05 14:12:44 h

Acidente de Trabalho - Morte na obra da SABESP.

Notícias

1/6/2005 - Diário de São Paulo

Acidente de Trabalho - Morte na obra da SABESP.



Desmoronamento durante obra da Sabesp mata funcionário - Acidente aconteceu
em Campo Limpo no início da noite.

O desmoronamento de uma obra da Companhia de Saneamento Básico do Estado de
São Paulo (Sabesp) causou a morte de um funcionário que prestava serviços à
empresa. O acidente ocorreu por volta das 18h30 de ontem, na Rua Volta
Redonda, 260, região do Campo Belo, Zona Sul de São Paulo.

O funcionário Paulo Rocha Vieira estava dentro de uma vala com cerca de dois
metros de profundidade quando a escavação cedeu. Vieira, que rabalhava na
Engiver Serv San, que presta serviços à Sabesp, ve ificava o nivel da vala,
para que uma nova ligação pudesse ser feita na rede de esgotos.

O Corpo de Bombeiros levou cerca de uma hora para chegar ao local do
desmoronamento e retirar Vieira da vala. Ele foi levado ao PS do Hospital
São Paulo, mas não resistiu. Para a Sabesp, houve negligência dos
funcionários. Segundo assessoria de imprensa da empresa, deveria ter sido
feita uma barreira reforçada para evitar desmoronamentos, já que o solo
estava muito molhado devido às chuvas dos últimos dias.



Postado por: Adir de Souza
Data: 03/06/05 10:40:46 h

Empresa terá de indenizar trabalhador que perdeu parte do corpo em acidente

24/05/2005 - 09h32
Empresa terá de indenizar trabalhador que perdeu parte do corpo em acidente
da Folha Online

A Terceira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) condenou, em decisão unânime, a empresa Máquinas Omil Ltda., da cidade de Ibirama (SC), a indenizar um ex-empregado aposentado, o torneiro mecânico Ingo Frech, que teve quase a metade de seu corpo moído em um acidente de trabalho.

O caso era polêmico porque Ingo Frech entrou na Justiça em janeiro de 2000, mas o acidente ocorreu durante o trabalho em 21 de outubro de 1987.

Ele argumentou que, em conseqüência da falta de procedimentos e de equipamentos adequados de segurança, ficou com a metade esquerda do corpo presa na máquina que operava, um torno copiador que funciona em mil rotações por minuto. O acidente lhe causou perda de parte do movimento do braço, fraturas de costelas, perda do baço e do rim e perfuração do pulmão.

O trabalhador argumentou que, em razão do acidente, ficou com sérias dificuldades de movimentação e até mesmo para alimentar-se, pela falta dos órgãos internos, tendo a empresa simplesmente rescindido seu contrato de trabalho sem lhe pagar qualquer salário ou auxílio-doença.

Pediu, por tudo isso, indenização por danos morais, reparação pelos danos estéticos, pensão mensal retroativa à data do acidente e honorários de advogado à base de 20% do valor da condenação, tudo corrigido monetariamente e acrescido de juros contados da data do evento lesivo.

No entendimento do STJ, devido à gravidade e à extensão das lesões sofridas, o fato de o trabalhador acidentado haver demorado para entrar na Justiça pedindo a reparação não tem qualquer influência sobre a decisão, já que a gravidade do acidente permanece a mesma com o correr dos anos.

O STJ também confirmou o valor da indenização fixada em decisão anterior pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina, que havia condenado a empresa ao pagamento de 200 salários mínimos como indenização por danos morais, outros 200 pelos danos estéticos e pensão mensal vitalícia de um salário mínimo.

Além disso, a Justiça assegurou o ressarcimento de todas as despesas médicas adiantadas pelo operário, devendo a empregadora arcar também com os custos do processo e os honorários do advogado do trabalhador, fixados em 15% do valor da causa.

Segundo o STJ, devido à gravidade do acidente também não se pode considerar absurdo ou exagerado o valor da indenização fixada tanto para os danos morais quanto para os estéticos, como argumentava a empresa.



Postado por: Adir de Souza
Data: 01/06/05 14:54:12 h

CURSO DE TECNICO EM MEIO AMABIENTE
SINDICATO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO

TRABALHO NO ESTADO DO PARANÁ

AOS COLEGAS TÉCNICOS E TÉCNICAS INTERESSADOS NO CURSO DE

TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE Colégio Estadual PAULO LEMINSKI NO TARUMÃ

EM FRENTE AO DETRAN CURITIBA - DURAÇÃO 1 ANO E MEIO POS-MÉDIO


Solicitamos entrar em contato com mesmo a partir do 15 de junho pelo telefone 3363-6373





Postado por: Adir de Souza
Data: 25/05/05 10:09:55 h

TRABALHO ESCRAVO no parana

Cidades cidades@parana-online.com.br

Acordo põe fim a trabalho escravo

Redação/O Estado do Paraná [25/05/2005]



Foi realizada ontem a audiência entre o Ministério Público do Paraná (MPT), Delegacia Regional do Trabalho (DRT/PR) e a empresa Itamarati Indústria de Compensados, acusada de manter 85 trabalhadores em regime de escravidão no município de Tunas do Paraná, Região Metropolitana de Curitiba (RMC). No encontro foi firmado um Termo de Compromisso entre as partes.

Constam no termo que a empresa deve efetuar um registro dos trabalhadores, pagar as obrigações trabalhistas e sociais, construir refeitório e alojamento adequado, fornecer Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) contra acidentes de trabalho e realizar exames médicos. A empresa deverá também remover os trabalhadores da fazenda até o município de Tunas do Paraná e providenciar local adequado ao atendimento dos empregados, que serão assistidos por Auditores Fiscais do Trabalho (AFTs).

A empresa continua interditada e, segundo o delegado regional do Trabalho, Geraldo Serathiuk, ela só será desinterditada após o cumprimento das obrigações assumidas na audiência. “Para que MPT não entre uma ação civil pública por dano moral coletivo, a empresa poderá recolher uma multa de R$ 100 mil ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) ou optar por comprar um kit de combate ao trabalho escravo”, informa Serathiuk. O kit será composto por veículo, equipamento de GPS, laptop, impressora, câmera filmadora, binóculo com infravermelho e máquina fotográfica digital. “A empresa também deverá veicular anúncio que promova combate ao trabalho escravo”, conta.



Postado por: Adir de Souza
Data: 20/05/05 14:03:44 h

Funcionário vítima de fofoca ganha indenização


JUSTIÇA



Banco privado terá de pagar R$ 55 mil a ex-gerente
Curitiba – A 4.ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2.ª Região (TRT-SP) decidiu que o BankBoston terá de pagar a um ex-empregado indenização por dano moral no valor de R$ 55.205. Segundo o ex-gerente de empresa, que entrou com ação na 1.ª Vara do Trabalho de São Paulo, ele teria sido vítima de discriminação e humilhação por não ter atingido a meta estipulada.

Como prova, o ex-gerente apresentou a ata de uma reunião que qualificou sua performance como lamentável. Para ele, a reunião foi desnecessária e gerou humilhação, pois também deu motivo para fofocas e comentários entre os demais funcionários. Além disso, a ata teria sido encaminhada a outros gerentes do banco.


O BankBoston negou as acusações do ex-empregado, afirmando que, depois da reunião, o gerente foi tratado com normalidade e que as críticas foram apenas profissionais, não pessoais. A vara acolheu a tese do banco e indeferiu o pedido, por entender que o ex-gerente não comprovou ter sofrido a perseguição. Inconformado, ele recorreu ao TRT-SP.

Para o juiz Paulo Augusto Camara, relator do recurso no tribunal, o prejuízo subjetivo imposto a um trabalhador, pelo empregador ou por seus representantes, extrapola o poder diretivo da empresa e impõe reparo.

De acordo com o relator, uma testemunha confirmou que o ex-empregado foi tratado de forma diferente pelo gerente-geral, que “passou a fazer críticas sobre ao seu trabalho”, que chamava sua atenção na frente dos demais funcionários e que “surgiram comentários” sobre o tratamento dispensado a ele pelo gerente-geral.

Segundo Camara, o empregador “deve tentar obter o melhor desempenho de seus colaboradores através de medidas legítimas e, em não tendo êxito, poderá utilizar a medida extrema, que é a substituição por outro profissional. Entretanto, deverá abster-se de condutas vexaminosas, pois o respeito à dignidade humana é o limite da ação”. O relator, por considerar que a indenização deve representar “impedimento à perpetuação de comportamentos tirânicos praticados por pessoas que extrapolam os limites do profissionalismo e da urbanidade, enquanto atuam como representantes do empregador”, e que “a reparação pecuniária tem por escopo a compensação pela dor da vítima, a busca da justa reparação”, condenou o BankBoston ao pagamento de indenização por dano moral no valor de R$ 55.205. Por maioria de votos, a 4.ª Turma concordou com o juiz Camara.

Da Redação


Postado por: Adir de Souza
Data: 16/05/05 12:14:38 h

TST esclarece direito à estabilidade por doença profissional


06/5/2005 - TST esclarece direito à estabilidade por doença profissional
Fonte: Tribunal Superior do Trabalho

A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho, em decisão unânime, reconheceu o direito à estabilidade temporária ao empregado que adquire doença provocada pelo exercício da profissão, mas só manifestada após sua demissão. A confirmação da garantia do trabalhador, prevista na legislação previdenciária (Lei nº 8.213/91), levou o TST a negar recurso de revista à Bridgestone, Firestone do Brasil Indústria e Comércio Ltda.

“A circunstância de a doença profissional decorrente das atividades desenvolvidas no curso do contrato de trabalho ter-se se manifestado após sua rescisão não afasta o direito ao benefício previsto no art. 118 da Lei 8.213/91”, afirmou o ministro Brito Pereira (relator), no voto que resultou em manutenção de acórdão do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (com sede em São Paulo).

A questão teve origem na 1ª Vara do Trabalho de Santo André, que determinou a reintegração, aos quadros da Bridgestone, de um empregado com tenossinovite (inflamação no tendão) no ombro direito. A doença foi adquirida em razão dos movimentos repetitivos e anti-ergonômicos do trabalhador necessários à fabricação de cerca de 250 pneus por dia, no sistema de turnos de revezamento (seis horas com intervalo de trinta minutos para as refeições ou descanso).

A decisão favorável ao trabalhador foi mantida pelo TRT paulista com base em laudo pericial e sob a tese de que a inocorrência de afastamento previdenciário do trabalhador não impede seu direito à estabilidade provisória de 12 meses. O acórdão regional destacou que, ao contrário do caráter imediato do acidente do trabalho, a doença profissional é de “lenta e gradual manifestação”.

O ministro Brito Pereira observou que o TST tem adotado o entendimento de que a garantia provisória no emprego tem como pressupostos o afastamento do trabalho por prazo superior a quinze dias e a conseqüente percepção do auxílio-doença-acidentário. Os requisitos estão previstos na Orientação Jurisprudencial nº 230 da Subseção de Dissídios Individuais - 1 (SDI-1).

A ausência de afastamento e de percepção do auxílio-doença, contudo, não consiste em obstáculo ao direito de um trabalhador demitido quando já era portador de doença profissional. “Se os exames periódicos mencionados pela empresa não diagnosticaram a doença, o empregado que foi acometido de um mal profissional não poderá ser prejudicado com o resultado de um exame que não detectou essa realidade”, ressaltou o relator.

“Sendo incontroverso que a demissão ocorreu quando o trabalhador estava acometido de doença profissional, esta torna-se ilegal, mesmo quando a doença se manifesta após a extinção do contrato de trabalho”, completou Brito Pereira ao negar o recurso da Bridgestone. (RR 6823/2002-900-02-00.1)

Postado por: Adir de Souza
Data: 05/05/05 11:45:24 h

AÇÕES JUNTO A DRT E AO MPT


Ações junto à DRT e MPT

Muitos Técnicos, mesmo sem saber, estão empregados graças à ação do SINTESPAR junto à DRT e ao Ministério Público do Trabalho. Quando tomamos conhecimento de irregularidades na composição do SESMT, mais especificamente pela falta de Técnico em Segurança do Trabalho, o o seu SINDICATO aciona a DRT e o MPT que tem tomado as devidas providências: a DRT através de Notificação e o MPT através de Termo de Ajuste de Conduta.

Para que o Sindicato possa agir é preciso ter certeza de que o SESMT está irregular, bem como, saber nome, endereço completo e CNPJ da empresa.



Postado por: Adir de Souza
Data: 03/05/05 10:20:36 h

ACIDENTE FATAL = MAIS UM




Ponta Grossa, Terça, 03 de Maio de 2005

Pedreiro morre no canteiro de obras

PONTA GROSSA – O homem que caiu ontem de manhã do terceiro andar de um prédio em construção localizado no cruzamento da Rua Augusto Ribas com a Avenida Vicente Machado, sofreu traumatismo craniano e morreu quando era atendido pelos socorristas do Siate. Nadir Ribeiro tinha 46 anos e era pedreiro profissional. O corpo dele foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) pelo Corpo de Bombeiros e à tarde liberado à família para sepultamento.
As causas do acidente estão sendo apuradas pela Polícia Científica e Ministério do Trabalho. O perito Ineu Schoemberger começou ontem mesmo a colher depoimentos de funcionários. Ele disse que o objetivo da perícia é apurar as circunstâncias em que ocorreu a queda. “Queremos saber também se as normas de segurança eram respeitadas pelos operários e pelos responsáveis da obra”, diz.
O encarregado da obra, Nito Fernandes, disse que Ribeiro construía uma proteção com vigas de madeira, na lateral interna de uma escadaria, quando despencou de uma altura próxima de 25 metros. “Eu não estava por perto quando ocorreu o fato e por isso não saberei informar os motivos que provocaram a queda. O que eu posso dizer é que o cinto de segurança e as luvas, pertencentes a ele, foram encontrados na escada”, assinala. - M.M.


Postado por: Adir de Souza
Data: 02/05/05 11:19:35 h

ACIDENTE FATAL = MAIS UM


01/05/2005
Rapaz morre após se enroscar em máquina agrícola

Antônio Oliveira dos Martires, 19, morreu na madrugada deste domingo (01) após se enroscar na semeadeira de uma máquina plantadeira.

Martires prestava serviço como auxiliar na semeadura do trigo de uma fazenda localizada no distrito de Maravilha (Zona Sul de Londrina).

Segundo um funcionária que operava a máquina, Antônio Marcos estava auxiliando-o, em cima da plantadeira, quando sua roupa enroscou na catraca do equipamento. Ele foi puxado para dentro da máquina e morreu na hora.


Redação - Folha News
Londrina


Postado por: Adir de Souza
Data: 29/04/05 13:37:58 h

MATERIA DO TECNICO MARCELO ZANÃO

Amigos (as)

Hoje chegamos a um dia especial para aqueles que buscam sempre o melhor para os trabalhadores do Brasil, lutas que a anos vem se travando com o objetivo de alcançar um ambiente mais humano e digno de se trabalhar e com responsábilidade !!!

Na atualidade os postos de trabalho estão bem diferente dos de 1886 onde a greve geral que aconteceu em 1º de maio na cidade de Chicago onde milhares de trabalhadores foram às ruas para protestar contra as condições de trabalho desumanas a que eram submetidos ...
.... muito se melhorou, mas ainda podemos melhorar e muito o nosso ambiente de trabalho ! Cada um contribuindo para um ambiente mais harmoniozo e alegre, forçando com isso a diminuição da pressão do mercado globalizado trouxe.

Hoje não poderia de homenagear a você SINDICALISTA pois hoje é o nosso dia !!!

Parabéns pelas lutas constantes em prol dos outros,

29 de ABRIL dia do SINDICALISTA

Um abraço amigo

Marcelo Zanão


Postado por: Adir de Souza
Data: 27/04/05 12:46:23 h

DIA 28 DE ABIL TRABALHO DEVE SER MEIO DE VIDA E NÃO DE MORTE


TRABALHO DEVE SER MEIO DE VIDA E NÃO DE MORTE

Curitiba, 28 de abril de 2005.


Dia Mundial de Manifesto pelas Vitimas de Acidentes e Doenças do Trabalho e pela Prevenção.

Visando alertar a sociedade para a importância da prevenção de acidentes no trabalho, a OIT (Organização Internacional do Trabalho) adota, desde 2003, o dia 28 de Abril como o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, também lembrado como o Dia Internacional de Manifesto pela Vitimas de Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais.
A idéia de estabelecer um dia de manifesto, porém, nasceu bem antes no movimento sindical no Canadá. A data é em Memória às vítimas de uma explosão ocorrida em 1969 nos Estados Unidos, que matou 78 mineiros. A iniciativa rapidamente tomou corpo e ganhou o apoio das entidades internacionais como a OIT, a ONU e a OMS.
Segundo a OIT, 355 mil trabalhadores morrem por ano, vítimas do acidente de trabalho, o que representa cerca de 1000 mortes por dia. Se somadas mortes provocadas por acidentes do trabalho e doença ocupacional o número fica em torno de 1,9 milhões. Isso representa mais que o dobro das mortes ocorridas em razão das guerras e epidemias como a AIDS, considerando que muitas doenças do trabalho levam à morte após longo tempo de incubação.
No Brasil, conforme dados da Previdência Social considerando somente os trabalhadores com vinculo empregatício pela CLT, são registradas 2800 mortes por ano, 388.000 acidentes graves com afastamento temporário e 15.000 casos de incapacidades permanente para o trabalho, com custo de 24 bilhões por ano.
Apesar da importância da data, ela ainda não faz parte do calendário oficial. No entanto, existe o Projeto de Lei (PL) 4092/2001 do Deputado Federal, Professor Luizinho, que pretende oficializar a homenagem. Por outro lado, a cada ano, verifica-se mais adesão do movimento sindical e de entidades de classe dos profissionais especializados em segurança e saúde no trabalho para não deixar a data passar em branco.
Convém lembrar ainda que a segurança e saúde no trabalho, embora represente uma grande chaga nas nossas relações de trabalho, não ocupam o espaço devido nas agendas sociais. Também não tem a divulgação proporcional a sua importância. A difusão desse alerta para a sociedade acaba ficando por conta das representações dos trabalhadores e entidades técnicas especializadas.
Nós do SINTESPAR,.Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado do Paraná com a FUNDACENTRO, MINISTERIO DO TRABALHO E EMPREGO. DRT.-PARANÁ, e várias Entidades Sindicais estão realizando um Evento com a fala de autoridades e apos um teatro sobre qualidade de vida no dia 28/04/05, com inicio às 18:00h. rua da Gloria 175 aberto a todo cidadão
Não deixe de participar! A sua presença representa um gesto concreto no sentido de a sociedade se organizar para um mundo do trabalho mais digno, humano,
Confirme sua presença pelo telefone: (41) 322-8971, ou através do e-mail sintespar@brturbo.com.br com Sra. Isabel.

Atenciosamente,

Adir de Souza
Presidente – SINTESPAR - PR
041-9113-2506



Postado por: Adir de Souza
Data: 20/04/05 10:49:13 h

Vaga para Técnico

Vaga para Técnico de Segurança do Trabalho, em Curitiba.
Piso da Categoria+ Vale Refeição+Vale Transporte e Plano de Saúde.

Postado por: Adir de Souza
Data: 18/04/05 10:40:01 h

HÁ UM OUTRO CAMINHO AFIRMA SERATHIUK

HÁ UM OUTRO CAMINHO
AFIRMA SERATHIUK

Redação/O Estado do Paraná [17/04/2005]

Um dos nomes cogitados para ocupar a Secretaria Estadual de Indústria e Comércio na cota do PTB, o delegado regional do Trabalho Geraldo Serathiuk afirmou que antes de fazer qualquer indicação o partido deve expor sua visão de desenvolvimento para o Paraná. Nos dois anos em que vem comandando a Delegacia Regional do Trabalho e integrando os conselhos Estadual do Trabalho e do Senai, Sesi, Senac, Sesc e Senar, Serathiuk pode formar uma visão do desenvolvimento proposto pelos trabalhadores e pelos empresários do Paraná. Por essa razão, acredita que o novo secretário deve construir um outro caminho. Ele adverte que não pode ser aquele do governo passado, \"que concentrou crédito e incentivos fiscais a empresas de origem internacional de alta tecnologia e deslocou milhares de pessoas do campo sem qualificação para trabalhar num setor industrial urbano que não agregava mão-de-obra, jogou-as na marginalidade e fez inúmeras empresas paranaenses quebrarem\".
Modelo autoritário

Serathiuk observa que vivemos em um estado onde os níveis de desemprego, informalidade, acidentes de trabalho e de trabalho infantil continuam muito altos, fruto daquele modelo de desenvolvimento autoritário: \"Qualquer que seja o secretário que assumir deve levar em contra que precisamos fazer uma reengenharia das políticas de créditos, fiscais e de qualificação, que não têm sido suficientes para atender a população de baixa renda e de baixa qualificação, nem incluí -la em padrões mínimos de dignidade\".

Ele admite avanços com a inclusão bancária, microcrédito, políticas fiscais e de qualificação, \"mas não estamos conseguindo atingir milhares de paranaenses que vivem em situação de vulnerabilidade social. Pelo contrário, o que se vê é que as políticas fiscais, de crédito e de qualificação ajudam alguns segmentos produtivos a manter salários baixos e usar os recursos para qualificação para substituir trabalhadores que ganham mais\".

O delegado regional do Trabalho cita ainda casos de empresas que recebem crédito elevado e pagam salários baixos e não adotam padrões de saúde e segurança no trabalho: \"Vejo gente batendo palmas em inauguração de empresa que recebeu apoio de crédito de incentivo fiscal e que paga salário próximo do mínimo e mantém seus funcionários trabalhando em condições insalubres. Por isso entendo que há outro caminho. O caminho de criar políticas de crédito, fiscais e de qualificação voltadas à população de baixa renda e que vive nestes verdadeiros \'apartheids sociais\' nas periferias dos grandes centros e no campo paranaense\".

Serathiuk defende um modelo de desenvolvimento democrático, com formatação tripartite envolvendo os municípios, os sindicatos, instituições de crédito, universidades e órgãos de planejamento:\"Talvez seja uma oportunidade histórica do PTB contribuir com o governador, que é sensível a bons projetos. Eu mesmo pedi a ele para incluir os sindicatos de trabalhadores na estruturação dos arranjos produtivos locais que estão sendo desenvolvidos em 26 regiões do Paraná. E ele prontamente pediu para convocar as Federações de Trabalhadores, pois não podemos discutir crédito, incentivo fiscal e recursos de qualificação sem levar em conta nível de renda, informalidade e níveis de acidente do mundo do trabalho\".

Lembrou ainda que o governo se comprometeu a estudar uma lei de incentivo à criação de cooperativas de produção solidária e dar apoio com incentivo fiscal e de crédito para os milhares de trabalhadores desempregados \"que vivem em condições subumanas e se submetem a ganhar salários de miséria\", conclui.


Postado por: Adir de Souza
Data: 11/04/05 11:18:50 h

Novas normas vão melhorar as condições de trabalho


Novas normas vão melhorar as condições de trabalho

Redação/O Estado do Paraná [10/04/2005]



O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) está preparando uma nota técnica sobre controle de riscos ocupacionais na indústria da carne. O alvo são as unidades de abate e processamento de carne suína, bovina e, principalmente, de aves - que aqui no Paraná experimentou um aumento de quase 50% nas exportações. A principal meta é preservar a saúde dos trabalhadores e fornecer subsídios aos auditores fiscais do trabalho para que eles possam atuar melhor neste segmento.

Para a auditora da Seção de Saúde e Segurança do Trabalhador da Delegacia Regional do Trabalho do Paraná (DRT/PR) Inês Mitishita, a implementação da nota é fundamental para padronizar as ações fiscais e orientar os empresários. “Se o MTE não for incisivo e exigir as melhorias nessas empresas, elas não mudam”, completa a AFT.

No Paraná, de acordo com a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, existem no Estado cerca de 80 frigoríficos registrados. Neles trabalham cerca de 80 mil funcionários, que convivem com situações de insalubridade como ruídos excessivo, baixa temperatura, trabalho repetitivo e sem pausas e umidade, além de passarem longos períodos em pé. Essas pessoas trabalham no ritmo estabelecido pela empresa. Em geral, elas são muito jovens justamente para tolerar melhor os efeitos do excesso de trabalho e da sobrejornada . “É exigido demais desses trabalhadores”, afirma a fiscal.

As doenças mais comuns que acometem esses profissionais são os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (Dort). “Eles geralmente ficam horas exercendo a mesma atividade, sem pausas e em um ritmo muito acelerado”, diz Inês. Segundo ela, é muito comum os trabalhadores serem afastados da função ao aparecerem os sintomas de Dort. “Há vários casos onde nem mesmo as Comunicações de Acidentes de Trabalho (CAT) são assinadas, além de não serem registrados como doenças ocupacionais”, afirma.

As multas para as irregularidades são cobradas sobre cada item infringido da Norma 17, que regulamenta a Portaria 3214/78. Se uma empresa não der aos funcionários pausa para descanso, pode ser multada em até R$ 5.244,00. “Como essas empresas são muito grandes, esses valores tornam-se insignificantes”, observa a auditora fiscal do Trabalho.


Postado por: Adir de Souza
Data: 08/04/05 10:52:58 h

PAPAI: MATARAM NOSSOS AMIGOS


PAPAI: MATARAM NOSSOS AMIGOS

Minha filha e meu filho quando saem comigo acabam cumprimentando meus inúmeros amigos que encontro. Curiosos, me perguntam como consegui ter tantos amigos.

Para responder contei-lhes uma história: João Serathiuk, este é o nome do seu avô, meu falecido pai. Os filhos o chamavam de Tata. Natural da região de Prudentópolis aprendeu o oficio de farmacêutico quando veio servir o Exército em Curitiba e depois a comissão do Exército na construção da estrada que vai a Foz do Iguaçu pelo centro do Paraná. Não é por acaso que meus irmãos foram nascendo nos municípios que margeavam a estrada. Depois foi trabalhar e fixar residência na cidade onde nasci, Mambore, e na que vivi minha adolescência, Campo Mourão. Era como todos os farmacêuticos do interior: médico, enfermeiro, dentista, formulista e parteiro, entre tantas outras práticas na área da saúde. Era muito afetivo, alegre e brincalhão. Adorava ser leiloeiro em festa de Igreja e como descendente de cossaco era um exímio jockey nas corridas de cavalo. Por tudo isso era muito popular em todos os lugares onde viveu. Acabou sendo eleito vereador em Mambore e Campo Mourão.
E falando aos meus filhos digo-lhes que lembro de uma atitude dele que marcou minha vida e meu entendimento sobre a amizade. Meu pai militante ativo e organizador do PTB na região tinha como companheiro de partido na Câmara de Vereadores de Campo Mourão um amigo chamado Querino Cararo. E naquele tempo era difícil ser do PTB. Eles faziam parte da legislatura 1.960-1.963, que teve também Moacyr Ferraz pelo PCB como vereador. Querino Cararo originário da cidade de Roncador, acabou tendo problemas, comum naquele tempo, com grileiros de terra e seus jagunços. Lembro que tentaram matá-lo. Meu pai imediatamente, parecendo um guerreiro Tuareg defensor da hospitalidade, comprou armas e legalizou-as para defender o amigo. Por isso, vivemos momentos de tensão em casa. Vendo que o amigo corria muito perigo, resolveu escondê-lo. Como tinha parentes na colônia ucraniana Muricy, em São José dos Pinhais, trouxe o amigo e o escondeu ali. Passado um tempo, os jagunços acabaram descobrindo o amigo e o mataram barbaramente. Lembro do sofrimento da família Cararo, do sentimento de frustração e de tristeza do meu pai.

Ao relembrar deste episódio, conto aos meus filhos que, como migrante deixei para trás 18 anos de amizades construídas no interior, tendo que começar tudo do zero. E como meu pai, perdi neste tempo o amigo Heitor Alencar Furtado, parlamentar democrata, que foi também morto barbaramente. Vivenciei o sofrimento da família Furtado e homenageie-o dando o seu nome ao meu filho. Esse foi um período em que o arbítrio afastava as pessoas de mim por causa da luta do meu pai e irmãos pela democracia, desde o tempo em que morava no interior. Amedrontando os que se aproximassem, dificultando assim que tivéssemos amigos. Enquanto isso Gilberto Gil protestava cantando \"amigos presos, amigos sumidos aqui, pra nunca mais\". Mas, vencemos. Fizemos muitos amigos durante as lutas pela reconstrução democrática do país. Independente dos amigos terem diferença de cor, renda e nível cultural. Não importa. Importa sim, os exemplos que tivemos, como o do meu pai. Um petebista que lutou pela democracia e por uma sociedade mais justa e depois de perder o amigo viu seus filhos presos e exilados. E morreu sem vê-los voltar do exílio. Tampouco eles tiveram permissão do arbítrio para vir ao seu enterro. Morte que engasgou, que ficou presa na garganta, que não permitiu chorar, pois só nos restou o silêncio na dor que deu forças para continuar lutando sem pai, pela volta dos exilados. Importante registrar que, muitos dos exilados não voltaram até hoje, pois sofrem e vagueiam lá fora em condições precárias, como me conta meu irmão que não voltou e que trabalha com refugiados.

Estive ao lado de meu pai nestes momentos difíceis quando perdeu o amigo e os filhos que não pôde conservar ao seu lado. Com aquele jeito de homem da área da saúde que tratava a todos como paciente. Inclusive os amigos de forma paciente. E por isso tenho neste episódio um daqueles paradigmas existenciais, tipo um Rosebud do filme Cidadão Kane, de como o meu pai cuidava dos amigos. E hoje, falo aos meus filhos: Penso que quando meu pai lutava pela democracia é como se quisesse dizer que no arbítrio a amizade é tensa e interrompida e na democracia haveria afetividade e ela floresceria. E teríamos muitos amigos. Ele estava certo. Pena que ele, Querino Cararo e Heitor Alencar Furtado, não puderam vivê-la entre nós. Não deu para esperar.

*homenagem aos 60 anos do ex-preso e ex-exilado Vitório Sorotiuk completados em 12 de abril de 2.005.

Geraldo Serathiuk - Delegado Regional do Trabalho do Paraná

Postado por: Adir de Souza
Data: 06/04/05 16:37:27 h

DIGA NÃO AO PEDAGIO

Entidades preparam manifestações contra o pedágio

Diversas entidades da sociedade civil organizada e partidos políticos farão o lançamento público do Fórum Popular Contra o Pedágio no próximo dia 21 de abril. O movimento pretende reunir mais de 400 organizações do Paraná, a exemplo do fórum que impediu a privatização da Copel (Companhia Paranaense de Energia), em 2001.

A data escolhida remete à lembrança de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, herói nacional morto em 1792 que lutou pela independência do Brasil.

No ato público do próximo dia 21 de abril serão divulgadas a “Carta de Princípios” e a coordenação do Fórum Popular Contra o Pedágio. Além disso, também serão apresentadas as peças publicitárias da campanha contra o pedágio e o cronograma de atividades do colegiado.

O Fórum Popular Contra o Pedágio quer lutar em defesa dos usuários das rodovias estaduais e federais e por isso, de acordo com um de seus membros, se posicionará contra quaisquer tipos de taxação. Portanto, as concessões dos novos trechos (especialmente os de número 2, 5, 6 e 7) que o governo federal pretende colocar em leilão entre agosto e setembro próximos podem sofrer oposição forte dos paranaenses.

AS PRIMEIRAS REUNIÕES ESTÃO SENDO EFETUADAS NA SEDE DO SINTESPAR - SINDICATO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO NO ESTADO DO PARANÁ

Postado por: Adir de Souza
Data: 31/03/05 13:39:53 h

LEI PODE MUDAR redução de peso a ser transportado por empregado

Fonte:Agência Senado

30/03/2005
Senado - CAS - Trabalhadores e técnicos apóiam redução de peso a ser transportado por empregado

Representantes de trabalhadores e técnicos do governo defenderam nesta quarta-feira (30), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), a aprovação de um dispositivo a ser inserido na legislação trabalhista brasileira, fixando em 20 quilos o peso máximo que um empregado poderá remover individualmente no transporte, embarque e descarga de mercadorias. Atualmente, o peso é de 60 quilos.

A intenção ficou clara durante audiência pública destinada a instruir projeto de lei (PLS 19/03) de autoria do senador Marcelo Crivella (PL-RJ), em tramitação no colegiado, que reduz o peso máximo de 60 para 20 quilos. Para o senador, o projeto tem por mérito preservar a saúde e promover a melhoria das condições de trabalho do empregado.

Crivella salientou que a lei que trata sobre o tema é antiga - de 1946 - e precisa ser modernizada. Um dos principais argumentos é que, naquela época, conforme observou, os trabalhadores não dispunham de sistemas mecanizados para carga e descarga de mercadorias como existem atualmente, a exemplo de empilhadeiras e esteiras rolantes. Ele lembrou que, na Europa, o peso não ultrapassa a 20 quilos, inclusive para os trabalhadores da construção civil.

O senador Francisco Pereira (PL-ES) pediu a urgente aprovação do projeto. Mas o senador Reginaldo Duarte (PSDB-CE) discordou, afirmando que a matéria, transformada em lei, será inócua na grande maioria das regiões do país, com destaque para o Nordeste. O senador Mão Santa (PMDB-PI) disse que diminuir o peso para 20 quilos \"é ridículo\". E propôs 40 quilos. Para o senador Paulo Paim (PT-RS), o projeto é de vital importância para a saúde do trabalhador.

Apoio

Para a coordenadora nacional de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho do Ministério Público do Trabalho, Maria Helena da Silva Guthier, o projeto está de acordo com normas que foram sempre defendidas pelos profissionais do setor. O mesmo pensamento tem a coordenadora geral de Normatização e Programas do Departamento de Segurança e Saúde do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego, Maria de Lourdes Moure. Mas ela observou que, atualmente, algumas empresas já vêm utilizando pesos inferiores a 20 quilos, para não provocar danos à saúde e segurança do trabalhador.

Também participou da reunião o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI), José Calixto Ramos. Ele observou que a matéria está em conciliação com as normas da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Já o presidente da Federação Nacional dos Portuários (FNP), Eduardo Lírio Guterra, apesar de apoiar o projeto, lembrou que em muitos portos brasileiros o uso de mão de obra para manipular sacarias, que tem o padrão de 60 quilos, ainda é muito grande.





Postado por: Adir de Souza
Data: 28/03/05 12:21:15 h

Novo auxílio-doença prejudica um milhão


Diário de SP - 28/03/2005

Novo auxílio-doença prejudica um milhão

As mudanças na concessão do auxílio-doença vão afetar um milhão de segurados
no país que estão à espera para receber este tipo de benefício. Só em São
Paulo, são 300 mil trabalhadores que estão doentes ou se acidentaram e
aguardam a perícia médica. Segundo a Associação Nacional dos Médicos Peritos
da Previdência Social (ANMP), a falta de médicos e estrutura nos postos do
INSS prejudica o atendimento. Estes trabalhadores serão duplamente
prejudicados: ou não terão direito ao benefício, por causa dos critérios
mais rígidos que serão adotados (como o aumento da carência para 12 meses),
ou receberão benefício com valor reduzido.


Mudança no auxílio-doença vai prejudicar 1 milhão de segurados

LUÍS ALFREDO DOLCI


Em São Paulo, 300 mil trabalhadores podem receber auxílio menor ou perder
direito ao benefício, prevê a Associação Nacional de Médicos Peritos (ANMP)
As mudanças na concessão do auxílio-doença vão afetar diretamente um milhão
de segurados no país que estão à espera para receber este tipo de benefício.
Segundo a Associação Nacional dos Médicos Peritos da Previdência Social
(ANMP), são trabalhadores que estão doentes ou se acidentaram e aguardam a
realização da perícia médica. Não foram atendidos ainda por falta de médicos
e de estrutura nos postos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). No
estado de São Paulo, a ANMP estima que há 300 mil trabalhadores à espera da
perícia.

Postado por: Adir de Souza
Data: 23/03/05 16:40:15 h

ACIDENTE FATAL = MAIS UM


A tribuna

Quarta-Feira, 23 de Março de 2005, 07:00





Operários morrem eletrocutados em PG

Da Reportagem



Dois operários morreram eletrocutados, às 8h30 de ontem, quando estavam em um andaime realizando um serviço no Edifício Santa Cruz, na Rua Marechal Hermes da Fonseca, 328, no Canto do Forte, em Praia Grande. O responsável pela obra poderá ser responsabilizado criminalmente pelo episódio.
As vítimas Gilmar Almeida Santos, de 22 anos, e Edmilton Oliveira Pinto, de 39, não usavam equipamentos de segurança, segundo apurou a equipe do delegado Marcos Roberto da Silva e do investigador Adriano Jorge de Mattos, do 1º DP de Praia Grande (Boqueirão).
Um fiscal do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea) esteve no edifício e estimou em nove metros a altura do andaime, que passava da rede elétrica da rua. Ainda conforme o fiscal, o andaime tinha rodinhas, estava em um local com leve declividade e estaria preso ao prédio apenas por um arame.
O serviço no edifício estava sendo realizado sob a responsabilidade da RR Empreiteira de Mão-de-obra Especializada. Embora não tenha comparecido ao prédio nem ao distrito, o engenheiro Marcos Roberto de Souza seria o responsável técnico pela empresa e pela obra no Edifício Santa Cruz.
‘‘O engenheiro foi identificado por uma advogada da firma. Ela nos disse que o profissional não pôde comparecer ao distrito porque está psicologicamente abalado com o acidente’’, disse Mattos. O investigador aguarda o comparecimento do engenheiro o mais rápido possível na repartição policial.
Segundo o delegado, se ficar comprovada negligência da empresa, ou seja, a falta de adoção das medidas de segurança necessárias à realização do serviço contratado, o responsável pela obra poderá ser indiciado pelo crime de homicídio culposo (não-intencional).

Leia também:
» Trabalhadores morrem eletrocutados em obra

Postado por: Adir de Souza
Data: 18/03/05 12:51:33 h

AGROTOXICOS
17/03/2005
Paraná é o estado que mais recolhe embalagens vazias

O Paraná mantém a liderança nacional no recolhimento de embalagens vazias de agrotóxicos. Com o programa Desperdício Zero a Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos garantiu mais uma vez o primeiro lugar entre os estados.

Os agricultores paranaenses devolveram 544 toneladas de frascos só nos dois primeiros meses do ano, o que representa 22,1% do recolhimento no país.

De acordo com o secretário do Meio Ambiente, Luiz Eduardo Cheida, esses resultados mostram o trabalho integrado de toda a cadeia, que envolve os produtores, revendedores e fabricantes.

Atualmente, o Paraná tem 15 centrais de recolhimento licenciadas pelo Instituto Ambiental do Paraná (Iap), localizadas em 14 municípios.


Simone Albieri - Folha news
Londrina

NOTA
E ASSIM MESMO TODO ANO MAIS DE 120 PESSOAS (TRRABALHADORES RURAIS) MORREM INTOXICADO PELOS AGROTOXICOS
ADIR DE SOUZA

Postado por: Adir de Souza
Data: 17/03/05 09:41:02 h

DOR NAS COSTA
QUINTA-FEIRA, 17 de março de 2005


SAÚDE

Dor nas costas é um dos principais motivos de afastamento do trabalho

Queda de produção por problema na coluna pode afetar cotidiano familiar
São Paulo – Pesquisa desenvolvida na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) analisou 154 pacientes, durante dois anos, que chegaram ao Hospital das Clínicas se queixando de dores nas costas.

O estudo mostrou que 80% desse grupo realmente sofre de problemas crônicos na coluna.

O grupo, formado por chefes de família inseridas no mercado de trabalho, em sua maioria do sexo feminino, tinha média de 43 anos. A pesquisa, realizada por médicos da Escola de Postura, da divisão de Medicina de Reabilitação do Hospital das Clínicas da FMUSP, estudou itens como capacidade funcional, estado geral de saúde, dor, vitalidade e saúde mental.

\"Os resultados coincidem com a literatura científica da área, que mostra serem as dores nas costas uma das principais causas de afastamento do trabalho em todo o mundo\", disse Carlos Alexandrino de Brito Júnior, coordenador do estudo. \"E o pior é que o problema pode ocasionar desequilíbrios familiares, pois a diminuição da capacidade de produção acaba afetando o cotidiano de outros integrantes da família.\"

A Escola de Postura passou a dar assistência médica a pessoas que sofrem de dores na coluna. \"A intenção é contribuir para que os portadores da dor lombar não sejam transformados em pessoas doentes\", disse Brito Júnior.

Agência Governo SP – (11) 2193-8500


Postado por: Adir de Souza
Data: 16/03/05 10:50:52 h

AMIANTO

Perigo no ar
Não existem critérios seguros sobre riscos do amianto
por João José Sady

Desde os tempos da Antiguidade que o amianto atrai as atenções em razão de sua aptidão para a resistência aos efeitos do fogo. Estas propriedades de resistência a temperaturas muito elevadas e a diversas agressões químicas, fizeram com que tenha sido incorporado a múltiplas aplicações em produtos industriais, na construção, para reforçar o cimento, o plástico e a borracha, como guarnição de freios ou embreagens, fibras para produção de tecidos com propriedades isolantes, como isolante térmico em geral.

Os atrativos decorrentes destas “mil e uma utilidades”, incentivaram a que a produção mundial chegasse a 5,2 milhões de toneladas em 1973. Nos tempos recentes, contudo, desencadeou-se uma tempestade de polêmica sobre os riscos ao ser humano, envolvido nesta utilização, com reflexos na produção que foi descendo até 1,92 milhão de toneladas em 1997.

No olho do furacão está a conscientização de que a fricção ou qualquer outro tipo de desgaste deste material libera partículas microscópicas com efeitos cancerígenos. Desde o século XIX que já havia estudos desvendando estes males mas, a reação a estes perigos encontra sua demarragem no último quarto do século XX.

Em 1977 a Organização Mundial de Saúde endossou a tese de que todos os tipos de amianto são cancerígenos baseando-se em estudos do “Centre international de lutte contre le cancer”.

Tal preocupação levou à intervenção da Organização Internacional do Trabalho a promover a sua convenção 162, de 1986, exigindo sistemas de proteção dos trabalhadores contra os riscos de câncer do pulmão e da pleura (mesotelioma), além da asbestose, moléstia muitas vezes fatal, embora não tenha caráter de neoplasia.

Outro marco é o posicionamento da Organização Internacional para Standardização que expede norma (ISO 7337, de 1984) relativa a cuidados de proteção que segundo os críticos “exigem praticamente que o trabalhador se transforme num cosmonauta, sem que haja, apesar disto, a certeza de que nenhuma fibra possa atravessar os dispositivos de proteção”.

A consciência dos efeitos deste assassino silencioso, instaurou uma longa onda de litigiosidade judicial que só nos USA fez com que as empresas envolvidas já tenham pago cerca de 70 bilhões de dólares em indenizações.

Acompanhando o consenso com relação a estes riscos, vários países promoveram o banimento do material que, por aqui, veio a ser genericamente proscrito mediante a lei 9055 de 1º de junho de 1995. O debate, contudo, não cessou, eis que, os produtores resistem, levantando a bandeira de que deve subsistir a utilização de uma forma de amianto que supostamente não teria este caráter danoso.

Com efeito, existem duas “famílias” deste mineral que é classificado em dois gêneros: anfibólico e serpentínico. O primeiro, tem como traço característico a disposição em camadas e tem sido crucificado como o verdadeiro inimigo da saúde, enaltecendo-se o outro, disposto em fibras, de cujas variações, o do tipo crisotila é aquele que ocupa 98% do mercado remanescente do produto.

O legislador brasileiro aceitou esta tese quando da promulgação da já citada lei 9055/95 que faz exceção quanto ao amianto crisotila cuja produção e comercialização continua permitida em nosso país.

Como o debate persiste, nos EUA, o presidente Bush vem construindo uma operação de salvamento das grandes empresas contra as ações de indenização em massa movidas por este motivo. Enquanto os movimentos sociais sugeriam a criação de um grande Fundo para tais indenizações, o Executivo conseguiu aprovar uma lei, promulgada em 18 de fevereiro de 2005, limitando as indenizações e cerceando as ações de massa (http://conjur.uol.com.br/textos/252715/).

Para Bush, esta lei (“Class Action Fairness Act”) era necessária porque advogados gananciosos estavam promovendo uma epidemia de ações levianas, com as quais estavam enriquecendo, deixando a conta para as empresas e os consumidores. (http://www.cnn.com/2005/ALLPOLITICS/02/18/limiting.lawsuits.ap/)

Aliás, em seu primeiro mandato, ele já havia feito sua intervenção nas tormentas do crisotila. Com efeito, a agência norte-americana de proteção ao meio ambiente (EPA) gastou anos e milhões de dólares de estudo para preparar e promover ação judicial para o banimento de todas as formas de amianto e foi derrotada na sentença do juiz federal do quinto circuito. O governo Bush, todavia, não permitiu que fosse interposto recurso.

A polêmica chegou ao seu ponto máximo, no âmbito internacional, quando a França (como quase toda a comunidade européia) baniu o crisotila, despertando o furor do Canadá que é o maior produtor mundial. No debate daí surgido, os produtores sustentavam que o traço sinistro do amianto se resumia aos anfibólicos, enquanto que a França, agarrava-se às conclusões dos estudos de seus órgãos públicos (INSERM) sustentando o caráter cancerígeno, também, do crisotila.

Para os franceses, reconhecido o risco, não existe, ainda, como definir um limite de tolerância, ou seja, um patamar de exposição que se possa, cientificamente, considerar como seguro. Registre-se, de passagem, que nos EUA, a Occupational Safety and Health Administration estabeleceu um limite de segurança padronizado em 0,2 fibra por centímetro cúbico do ar, mas, reconhece que, seguindo-se este padrão, é provável que um em cada trezentos trabalhadores venha a contrair câncer do pulmão.

Malgrado todos os argumentos canadenses, a Organização Mundial do Comércio deu ganho de causa ao banimento praticado pela França, rejeitando, inclusive, os recursos interpostos. A seqüência de banimentos vem continuando em vários países e, mesmo no Brasil, as pressões da sociedade civil, encabeçada pela Abrea, tem deixado o governo federal pressionado na parede.

A gestão deste risco no Brasil continua governada pela subordinação das decisões políticas aos critérios econômicos e os perigos do amianto continuam a pairar em nosso horizonte. Os efeitos malignos do mineral podem ocorrer em razão de pequenas exposições acumuladas e nem sequer percebidas, somente manifestando os malefícios depois de muitos anos.

Não existe tratamento médico que possa eliminar as fibras do organismo. Não existem critérios seguros quanto aos riscos ligados à exposição não industrial em pequenas quantidades e o mineral está presente no meio ambiente de forma difusa, sendo utilizado em larga série de produtos, sobre os quais não detemos controle.

O atual governo brasileiro que já recuou diante das pressões da indústria na questão dos transgênicos, havia divulgado, há mais de ano, que haveria de assumir a proibição do crisotila mas, recentemente, divulgou que está indeciso. Os perigos continuam no ar e o caminho que será escolhido nesta esquina da História, dependerá da combatividade e das pressões da sociedade civil.


Revista Consultor Jurídico, 15 de março de

Postado por: Adir de Souza
Data: 14/03/05 10:01:07 h

ACIDENTE FATAL = MAIS UM

13/03/2005
Choque mata cinegrafista da TV Cidade em Londrina
Fernando Couto receu descarga elétrica de alta tensão durante gravações numa boate de Londrina

O cinegrafista da TV Cidade, retansmissora do SBT, Fernando Couto, 23 anos, morreu na madrugada deste domingo por uma descarga elétrica de alta tensão enquanto participava das gravações do programa \"Estação Londrina\", na Boate Fashion, em Londrina. Couto estava fazendo a iluminação no momento em que, possivelmente, foi atingido por um fio de alta tensão.

O rapaz trabalhava como cinegrafista e iluminador há cerca de dois anos na televisão. Chegou a ser atendido por uma enfermeira que estava na boate e prestou os primeiros socorros, porém não resistiu até a chegada do Siate.

>> Maiores informações na edição desta segunda-feira da Folha de Londrina - Cidades


Simone Albieri - Folha News
Londrina




Postado por: Adir de Souza
Data: 10/03/05 13:01:08 h

FALAR DE DEMOCRACIA HOJE É FÁCIL
Aos colegas que lerem esta materia que \"não tem nada a ver com segurança do trabalho\" mas uma carta do Irmão do meu Amigo Geraldo Serathiuk. que serve para nós refletirmos o Brasil de hoje, e quanto injusto e desumano foi a didatura militar neste e país que infelizmente ainda temos defensores, isto se mostra até nos locais de trabalho a falta de atenção que dão a saude dos trabalhadores, que demagogicamente são chamados de colaboradores.
ADIR DE SOUZA

Assunto: ENC: CARTA DE GERALDO SERATHIUK AOS AMIGOS
De: DRT/PR - Geraldo Serathiuk
Enviada em: terça-feira, 8 de março de 2005 17:45
Para: DRT/PR - Geraldo Serathiuk
Assunto: CARTA DE GERALDO SERATHIUK AOS AMIGOS

CAROS(AS) AMIGOS(AS)

ABAIXO VOCÊ LÊ A HISTÓRIA DO MEU IRMÃO NELSON SERATHIUK. IRMÃO QUE FOI AFASTADO DE MIM PELO REGIME MILITAR QUANDO EU TINHA 15 ANOS. ERA MEU IRMÃO MAIS LIGADO DURANTE A ADOLESCÊNCIA. FAZ 34 ANOS QUE NOS SEPARAMOS. HA ALGUNS ANOS ELE VEIO PARA CÁ E COMPROU UM TERRENO DO LADO DA MINHA CASA, PARA UM DIA SE TIVER CONDIÇÕES, VOLTAR.
> SE DEUS QUISER PODEREMOS VIVER NOSSOS ÚLTIMOS 15 ANOS NO FINAL DA VIDA PARA CONTARMOS NOSSA ODISSÉIA
ELE É UMA PESSOA MUITO TRISTE. A CARTA REFLETE ISSO. VIVE NA SUÍÇA E LÁ COMO TODO ESTRANGEIRO É CIDADÃO DE SEGUNDA. AFORA O FATO DE SER UM PAÍS COM CULTURA E COSTUME DIFERENTE. FRIO. NEM SE COMPARA COM O JEITO BRASILEIRO CALOROSO DE SER.
AS PESSOAS NÃO SABEM QUE A ANISTIA FOI POLÍTICA. AFINAL DIZER PARA VOLTAR DEPOIS DE ANOS DE VIDA NO EXÍLIO, NÃO É BEM ASSIM. POIS SE CONSTRÓI FAMÍLIA E O FATOR ECONÔMICO PESA. E ESTAS LEGISLAÇÕES DE INDENIZAÇÃO SÃO FEITAS DE UMA FORMA EM QUE NEM TODOS OS CASOS SE ENQUADRAM.
NESTE MOMENTO EU LEMBRO DO FILME CUBANO \"SANTA CEIA\" ONDE UM LATIFUNDIÁRIO FAZIA UM ATO DE LIBERTAÇÃO DE 12 ESCRAVOS. QUANDO CHEGOU UM MAIS IDOSO E DISSE: IR PARA ONDE? E VIVER COMO?
SEM ESQUECER QUE DURANTE OS ANOS DE EXÍLIO TIVERAM QUE TRABALHAR AS VEZES TAMBÉM COMO MEROS SERVIÇAIS/ESCRAVOS, COMUM A TODOS OS MIGRANTES.
É A VIDA.
E QUANDO REMEMORO A HISTÓRIA LEMBRO DE MEU PAI JOÃO SERATHIUK QUE MORREU TRISTE SEM PODER VER SEUS FILHOS VOLTAREM, BEM COMO DE MEUS IRMÃOS MAIS NOVOS QUE FICARAM AFETADOS POR TODAS AS CIRCUNSTÂNCIAS DAQUELES MOMENTOS DIFÍCEIS.
> LEMBRO DO MEU PAI VINDO A CURITIBA EM SETEMBRO DE 73 QUANTO MEUS IRMÃOS ESTAVAM PRESOS NO ESTÁDIO NACIONAL EM SANTIAGO. ELE VEIO PEDIR PARA AS AUTORIDADES DA ÉPOCA AJUDAR A TIRÁ-LOS DE LÁ.
VOLTOU FRUSTRADO, POIS VIRARAM AS COSTAS. OUTRO PAÍS OS ACOLHEU.
PESSOAS QUE QUANDO CHEGUEI EM CURITIBA EM 74, NOS VIGIAVAM E NOS ISOLAVAM, IMPINGINDO MEDO EM QUEM SE APROXIMASSE DA GENTE, NOS FAZENDO ANDAR COM POUCOS AMIGOS. MAS ELES PERDERAM. POIS GRAÇAS A DEUS A DEMOCRACIA VENCEU E TEMOS MUITOS AMIGOS.
E HOJE QUANDO ENCONTRO MUITOS QUE APOIARAM AQUELE ESTADO DE COISAS E TENHO QUE CUMPRIMETÁ-LOS POR DEVER INSTITUCIONAL COMO DELEGADO REGIONAL DO TRABALHO. O FAÇO COM PROFUNDA INDIFERENÇA. E MESMO ASSIM ELES SÃO EXAGERADOS NO CUMPRIMENTO. AFINAL SEMPRE ADORARAM OS GOVERNANTES.
É POR ISSO QUE TALVEZ A GENTE VAI FICANDO CADA VEZ COM UMA CARA DE PEDRA FRIA.
AFINAL NOSSO ROSTO VAI REFLETINDO AS DURAS CIRCUNSTÂNCIAS DA VIDA QUE NOS FAZ CONHECER A ALMA HUMANA COM MAIS PROFUNDIDADE.
ABRAÇO
GERALDO SERATHIUK

Ao redator chefe da Gazeta do Povo,
Minha irmã gêmea Terezinha Serathiuk me informou da matéria publicada por vosso jornal. Foi com muita atenção que li a matéria publicada pela Gazeta do Povo domingo 6 de março 2005. Quero assinalar que fui perseguido político no Paraná durantes os anos 1970 e 1971 e também antes sobretudo através de pressões sofridas por membros de minha familia como João Serathiuk e Vitório Sorotiuk. Em 1970 trabalhei como funcionário do Centro Acadêmico Hugo Simas durante a gestão de Nelson Olivas e Rafael Chociay em 1971 trabalhei como funcionário do Centro Acadêmico Rocha Pombo durante a gestão de Paulo McDonald, Odilon Coutinho e Casimiro Linhart.
> > > Cheguei em Curitiba no início de 1970 e ingressei no Colégio Estadual do Paraná onde tive certos problemas e em 1971 ingressei no Colégio Camões. (cf. Resistência Democrática - A Repressão no Paraná - Milton Ivan Heller ed. Paz e Terra e Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, 1988). Acontece que minha família (\"os russos\") já estavam \"queimados\" e nas \"listas negras\" des há muito tempo pois que meu pai foi membro ativo do PTB e meu irm> ão Vitório Sorotiuk perseguido político e preso na penitenciária do Ahú. Em 1970 fui preso e interrogado pelo exército no Centro Adacêmico Hugo Simas e constantemente vigiado pela Polícia Federal inclusive recebendo mensages de ameaças de eliminação física pois que dava assistência aos presos políticos do Ahú visitando-os em média duas vezes por semana e ajudando familiares de presos políticos junto com a falecida e imprescindível irmã Araújo. Em 1971 as ameaças e eliminações físicas se deslancham inclusive com o desaparecimento e o assassinato do
companheiro de partido de meu pai o Dr. Rubens Paiva. Eu vivia pois em Curitiba numa situação insuportável para um jovem de 17 anos que trabalhava e fazia seus estudos. Policiais federais me acostavam regularmente para ameaçar-me e enviar mensagens de ameaças à presos políticos e seus familiares. A Polîcia Federal invadiu em 1971 meu local de trabalho no Centro Acadêmico Rocha Pombo reiterando ameaças de eliminação física. Companheiros-as caiam presos no norte do Paraná, dentre os quais a noiva de Vitório Sorotiuk, Diva Ribeiro de Lima e minha missão ética era a de localizar presos, alertar autoridades eclesiásticas, advogados e familiares afim de evitar torturas, desaparecimentos e execuções. Sábado, dia 13 de novembro de 1971, vosso jornal, A Gazeta do Povo, publicou uma matéria intitulada \"Presos na Rodoviária elementos procurados pela Polícia Federal\". Esta matéria dizia \" Elementos componentes da Rádio Patrulha n° 11, da Polícia Militar, detiveram na Estação Rodoviária, Leonel
Lara e Nelson Serathiuk suspeitos de estarem executando contrabando e de serem subversivos. O fato occorreu quando a Radio Patrulha n° 11 atendia a solicitação feita pelo agente Natanael Pereira da Silva da Polícia Federal, no sentido que comparecesse na Estação Rodoviária. Lá chegando, os policiais constataram a presença daqueles dois elementos os quais estavam transportando cinco grandes malas. Uma vez que os suspeitos estavam sendo procurados pelos agentes federais, foram conduzidos á delegacia de Polícia Federal. Estão sendo providenciadas agora as investigações em tôrno de suas atividades. O conteúdo daquelas malas não foi revelado acreditando-se que tal ocorra nas próximas horas\". A publicação desta matéria me confortou no sentimento de que a minha sentença já estava escrita de antemão pelos servidores da ditadura militar. Eu e Leonel Lara fomos detidos na quarta-feira dia 10 de novembro de 1971. Um imenso dispositivo foi armado na Rodoviária com a presença de dezenas de políciais
militares e mais de meia-dúzia de agentes federais. Depois de várias horas de interogatório, de revistas de duas malas e pacotes de presentes, de vexações corporais, ameaças de morte e perguntas sobre pessoas tais como Virorio Sorotiuk, Olien Lustosa, Carlos Frederico Marés de Souza Filho, Diva e Ruth Ribeiro, João Serathiuk, Dimas Floriani, José Garcia, membros de Centros Acadêmicos, de grupos políticos, de familiares, advogados, amigos, etc de presos fomos liberados na madrugada do dia 11. A matéria foi publicada sábado dia 13 de janeiro para todo tipo de elocubrações sobre o conteúdo das \"quatro malas\" dos \"suspeitos de estarem executando contrabando e de serem subversivos\". Imediatamente, Vitório Sorotiuk apenas liberado do Ahú e outras pessoas tiveram que cair por precaução na clandestinidade. No dia da minha prisão na Rodoviária de Curitiba, eu e Leonel havíamos almoçado como nos dias precedentes no restaurante do Centro Acadêmico Hugo Simas. O agente da polícia federal, Natanael Pereira da Silva, era estudante da UFP na Faculdade de Direito e frequentava o restaurante do Centro Universitário. Este e outros indivíduos cumpriam missão da Polícia Federal de controlar minha vida em Curitiba e seguir todos meus passos e frequentações. Sòmente que não conseguiu prova absolutamente nada com a minha detenção e assim fociferou todo tipo de ameaças contra minha integridade física assim como contra a integridade de amigos e familiares. Para mim não restava que uma unica solução: tomar o caminho do exílio, abandonando meu trabalho no Centro Acadêmico Rocha Pombo, meus estudos no Colégio Camões, meus amigos-as, meus familiares e minha pátria !! Para onde ir senão para o Chile onde o Presidente Salvador Allende podia nos oferecer proteção, mas não ilimitada. Dia 12 de setembro de 1973 fui conduzido pelo Exército putschista Chileno para o Estádio do Chile e enseguida para o Estádio Nacional do Chile, onde fui submetido à torturas indescriptíveis e inclusive por torturados brasileiros. Os representantes diplomáticos do Brasil em Santiago do Chile recusaram me dar proteção como cidadão brasileiro !
Finalmente, estou vivo, mas revoltado pelo tratamento que nos dão as autoridades políticas e a justiça brasileira de hoje. Eu estou inscrito na representação diplomática brasileira na Suíça desde 1980. E nunca fui informado ou contatado por nenhuma autoridade política ou judiciária brasileira ou chilena sobre os decretos de lei sobre indenização aos ex-presos e perseguidos políticos e ex-exilados no sentido de reconhecer a responsabilidade do Estado e de reparar as perseguições, as humiliações, as torturas físicas e psiquícas que se quedaram gravadas para sempre no meu corpo e no meu espírito. E portanto, curiosamente, fui anistiado pela lei de 1979 sem nunca ter sido legal e formalmente inculpado pela justiça brasileira civil ou militar !!
Senhor redator chefe da Gazeta do Povo, hoje peço o restabelecimento da verdade, o reconhecimento da minha dignidade humana, a punição dos responsáveis de torturas, maltratos, ameaças,desinformações e diversões. Peço ao govêrno do Estado do Paraná um gesto de respeito à minha dignidade de pessoa humana e reparação.
Meus agracimentos por publicar a presente carta de leitor.
Nélson Serathiuk

Licencié ès Sciences Politiques et Développement
Conseiller Communal -Vereador
2, chemin des Allières
1012 Lausanne
serathiuk@dplanet.ch chtél/fax: 021 652 99 49

Postado por: Adir de Souza
Data: 08/03/05 12:35:38 h

NR - 10 É BOM LER
A NR10 E O SETOR ELÉTRICO

Julio Cesar de Oliveira
Diretor de Produtos
e Web Segurançamão


De um lado a nova redação da NR10, publicada pelo Ministro do Trabalho RICARDO BERZOINI, em 08 de dezembro de 2004, do outro as empresas do setor elétrico responsáveis por quase 7 vezes a mais a média dos acidentes no Brasil (fonte FUNCOGE), e as prestadoras de serviços, que agora terão que se enquadrar e qualificar sua força de trabalho eliminando
a informalidade e o amadorismo.

Para uns a publicação foi motivada pelo espírito social, calcado na necessidade que as empresas terão de contratar mais trabalhadores para atender o item polêmico e gerar mais empregos, para outros, o motivo é puramente técnico, calcado na necessidade de proteger e preservar a vida.

Notadamente a publicação desta Norma causa uma revolução, pois busca legislar no sentido de não permitir o trabalho isolado, utilizando a
retórica da necessidade de executar atividades supervisionadas o que facilitaria o atendimento em primeiros socorros em caso de acidente,
contudo não levou em consideração a existência de novas tecnologias e medidas de controles implementadas pela maioria das empresas que
modificaram e atenuaram nas atividades a condição do risco e até mesmo em alguma casos eliminando o perigo.

A exemplo da NR 18 - PCMAT, quando instituída no segmento da construção civil, vemos um divisor de águas sendo estabelecido no setor elétrico, a nova Norma, busca o trabalho não individual, a capacitação da força de trabalho própria e terceirizada, cria os prontuário a exemplo da NR13, determina a necessidade em elaborar e manter esquemas unificares,
inclusive dos estabelecimentos, defini a implementação de medidas de segurança e analise de riscos em procedimentos de trabalho, ordens de serviços para atender a NR1 item 1.7 alínea \"b\", repensa a vestimenta como mecanismo de proteção, institui a supervisão e condução das atividades e entre outras atribui a responsabilidade das empresas em desenvolver planos de emergências para atender as ocorrências ligadas aos estabelecimentos e aos trabalhadores, essas premissas constituem-se na síntese as novas
diretrizes e atribuições que deverão ser aplicadas a favor da força de trabalho própria evoluindo até os contratos com as terceirizadas.

Uma outra linha de pensamento esta atuando em relação a Norma, a das associações, como a ABRAGE, ABRATEE, ABRADE e ABRAGET , a argumentação busca se fundamentar na possibilidade de permitir a realização de algumas atividades serem realizadas de maneira individual, se considerar para isto a implementação de procedimentos de trabalhos com analise de riscos passo a passo, uso de equipamentos de segurança e outros bloqueios e dispositivos, no todo a argumentação não esta errada, contudo o foco principal parece se esconder pela preocupação de algumas empresas quanto a ter que contratar mais mão de obra, gerando assim aumento de custos.

De qualquer forma permitir a realização de trabalho individual contraria o determinado na NR10 no seu item 10.7.3, outra dificuldade prevista na alternativa proposta pelas associações, são as relacionadas ás
homologação junto aos Sindicatos das Categorias, Cipas, Áreas de Segurança, algumas Centrais Sindicais e Sindicatos Estaduais que se opõem a proposição
do setor elétrico.

Interessante é ver que empresas públicas e privadas estão trabalhando juntas, trocando experiências, quem diria, concorrentes de mãos dadas em prol de uma filosofia legal, \"proteger a vida\".

A exemplo de outros setores, a vida deve continuar sendo considerada o maior bem da humanidade, e como disse Einstein a 100 anos atrás \"Acatar toda autoridade, mata a criatividade\", este será o desafio do setor, que com criatividade deverá atender á autoridade da Lei.

NR10 leia mais


--------------------------------------------------------------------------------


Postado por: Adir de Souza
Data: 03/03/05 11:25:18 h

ACIDENTE GRAVE
Aos colegas da área
Recebi este e-mail abaixo ontem que foi enviado por um colega Técnico de Segurança solicitando a ajuda para esta jovem de 23 anos que sofreu este acidente do Trabalho, eu alterei somente os nomes das pessoas, o resto está original, e se quiser se manifestar fique a vontade acredito que não podemos ficar só lamentando estes acontecimentos temos que tomar atitudes, a indignação é muito grande, abaixo alguns e-mails para serem contatados.

SUGESTÃO após verificar que tipo de modelo de maquina fazer contato com o fabricante, para estudar uma forma de proteção e JÁ foi feito isto no Paraná há muitos anos com a maquina Piriquito, para desfribrar o rami na região de Urai e Assai esta empresa poderia fornecer quem comprou maquina e laborar e criar um grupo de estudos Triaprtite com os Supermercados e Sindicato do Trabalhadores e Governo para que nuca mais isto aconteça não podemos achar normal um trabalhador, de vez em quando perder mão o braço...

Delegado Regional do Ministério do Trabalho no Paraná
Dr. Geraldo Serathiuk
Endereço(s) de email(s):
gserathiuk.drtpr@mte.gov.br

superdip@superdip.com.br
OBS. O acidente foi dia 26
Ocorreu que ela trabalhando no açougue de um supermercado em Araucária
(Supermercado DIP) ve sua mão direita esmagada pela máquina de moer carne,
no atendimento feito pelo SIATE - portão ou CIC , ela ( o nome será omitido por motivos óbvios)
foi levada ao Hospital do Trabalhador
com a máquina de moer carne junto, pois não era possível a retirada
Após intervenção cirúrgica, a mão foi amputada.

O sr. xxxxxxx é voluntário do
e por muitas vezes ajudou a equipe de segurança
nas suas atividades e sugestões.
Agora ele precisa de nossa ajuda técnica
para indicar os caminhos para uma ajuda eficaz
para sua filha de 23 anos.

A nossa preocupação é com a parte legalista do acidente

Acredito que seu contato com a promotoria do trabalho
seria de fundamental importância para o conhecimento
dos melhores caminhos numa situação dessas.

Esse é a nossa função:



Companheiro
Não pude responder ontem devido a problemas no meu PC, mas fui pessoalmente na reunião do Fórum e (Procuradoria Regional do Trabalho) Ministério Publico do Trabalho (órgão federal)
e falei com Dra Ana Lucia que tomará as devidas providencias.
E vou enviar para ao Ministério do Trabalho Também
Adir de Souza

Postado por: Adir de Souza
Data: 02/03/05 12:01:51 h

PARA REFLETIRMOS
Pessoal

Muita positiva a iniciativa de alguns colegas e mesmo de algumas entidades de organizar cursos e eventos

Tomara que isso ganhe corpo e que passemos a buscar melhoria nas nossas formações para ai sim buscarmos mais do mercado de trabalho.

As vezes vejo com tristeza o quanto nossa gente esta acostumada com vicios de \"outros tempos\" e forma de pensar por demais antiga. Parece que tudo em nosso pais deve ser ganho no \"tapetão\" ou na justiça e isso logico acaba abrindo espaço para muitos interlocutores e dai em diante todos conhecem a historia.

Sabe o que faz uma area ou uma profissao se manter e ser requisitada ? Capacidade ! Ninguem - que tenha um negocio ou tente ter - gosta de pagar para nao ter resultados, gosta de pagar porque e obrigado ou paga com gosto quando nao ve qualquer aplicaçao ou resultado pratico naquilo que recebeu em troca.

Por toda sociedade há diversos segmentos que sobrevivem sem qualquer problema ou regulamentação - porque são necessarios e uteis, porque quando sao chamados a prestar um serviço - AGREGAM VALOR.

Infelizmente nossa area nunca deu muita atenção a isso - e por isso passamos parte dos grandes problemas que temos. Todos aqui sabemos que o problema da infortunistica laboral é grande, é problema, custa dinheiro, custa isso e mais aquilo - mas sera que sabemos o que fazer de verdade para que isso mude ? Não creio e basta olhar muitas da questoes que rodam por aqui para ver que tenho certa razão.

O futuro de nossa area nao passa por outra cosia que nao seja sermos capazes de cuidar dela de verdade e isso so ocorre com conhecimento e conhecimento PRATICO, nao estas coisas que vendem por ai. Um bom profissional tem que saber selecionar as suas fontes de aprendizado e assim parar de comprar BELEZA, APARENCIA, STATUS - porque vai la, tem a sensação de que é importante - MAS DEPOIS VOLTA PARA SUA EMPRESA e nada se aplica. Tenho visto por ai colegas perdendo o empego porque seguem o canto da sereia - e ainda culpam os outros - quando na verdade sao eles mesmos os culpados por não saberem nem ao menos o que precisam e porque precisam.

Portanto, vamos fincar o pé na realidade, vamos ser solidos em nossos propositos, serios em nossas intenções - menos plano de vÕO (risos) e mais responsabilidade. Vamos saber escolher EPI pela qualidade e beneficio nao pela marca do uisque do stand dele na feira. Vamos comprar serviços de gente seria e honesta e principalmente de gente capaz de fornecer trabalhos com qualidade e que agreguem valor.

Nossos principais problemas nao estao em Brasilia, nem nas DRT, menos ainda nos nossos Sindicatos - que na verdade se alguns deles sao problemas e porque nos somos problemas. Acho engraçado quando algum colega diz que fulano de tal de tal instituição se vende - sem notar que ele faz o mesmo no seu dia a dia.

Gosto de atitudes positivas - vamos mudar as coisas, mas com planos, com trabalho, com sacrificio. Vejam que fazemos os encontros do SESMT - de graça, as vezes ate com almoço de graça e quantos vão lá ? Não vao porque querem pronto, querem garantias, querem tutela e nada mais do que isso. Se não vao aos eventos pagos e tidos como caros - porque nao tem dinheiro, qual a desculpa para nao ir aos nossos ? Talvez seja a falta de consciencia de que o TODO DA PREVENÇÃO se faz de cada um, em cada empresa, em cada profissional. Para que possa encher a boca e dizer SOU PREVENCIONISTA é ´preciso muito mais do que uma carteirinha e para que tenha mercado de trabalho - é ´preciso que seja capaz de ter algo a trocar pelo aquilo que desejam que me paguem.

Enfim, se quisermos def ato sobreviver vamos ter que dar o salto de qualidade - do corporativismo velho e doentio da tutela e buscar unir forças para nos posicionamos no mercado.

Parabens aos que buscam solução - os que vivem do problema já formam uma fila muita grande.


Paz e bem,


Cosmo Palasio



Postado por: Adir de Souza
Data: 01/03/05 13:23:35 h

ASSÉDIO MORAL
E o que é assédio moral no trabalho?

É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.

Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização. A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, freqüentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o \'pacto da tolerância e do silêncio\' no coletivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, \'perdendo\' sua auto-estima.

O desabrochar do individualismo reafirma o perfil do \'novo\' trabalhador: \'autônomo, flexível\', capaz, competitivo, criativo, agressivo, qualificado e empregável. Estas habilidades o qualificam para a demanda do mercado que procura a excelência e saúde perfeita. Estar \'apto\' significa responsabilizar os trabalhadores pela formação/qualificação e culpabilizá-los pelo desemprego, aumento da pobreza urbana e miséria, desfocando a realidade e impondo aos trabalhadores um sofrimento perverso.

A humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do trabalhador e trabalhadora de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental*, que podem evoluir para a incapacidade laborativa, desemprego ou mesmo a morte, constituindo um risco invisível, porém concreto, nas relações e condições de trabalho.

A violência moral no trabalho constitui um fenômeno internacional segundo levantamento recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) com diversos paises desenvolvidos. A pesquisa aponta para distúrbios da saúde mental relacionado com as condições de trabalho em países como Finlândia, Alemanha, Reino Unido, Polônia e Estados Unidos. As perspectivas são sombrias para as duas próximas décadas, pois segundo a OIT e Organização Mundial da Saúde, estas serão as décadas do \'mal estar na globalização\", onde predominará depressões, angustias e outros danos psíquicos, relacionados com as novas políticas de gestão na organização de trabalho e que estão vinculadas as políticas neoliberais.



(*) ver texto da OIT sobre o assunto no link:
http://www.ilo.org/public/spanish/bureau/inf/pr/2000/37.htm

Fonte: Barreto, M. Uma Jornada de Humilhações. 2000 PUC/SP


Postado por: Adir de Souza
Data: 01/03/05 12:32:32 h

NO PARANÁ É LEI
LEI Nº 14427 - 07/06/2004
Publicado no Diário Oficial Nº 6746 de 08/06/2004
Súmula: Obriga, conforme especifica, sejam mantidos aparelhos desfribiladores
em eventos de grande concentração de pessoas.


A Assembléia Legislativa do Estado do Paraná decretou e eu sanciono a seguinte lei:

Art. 1º. Ficam obrigados os estabelecimentos públicos ou privados e os eventos de grande concentração de
pessoas a manterem, permanentemente, em local de fácil acesso, um aparelho desfibrilador automático
externo (DAE) e uma pessoa qualificada a ofertar suporte básico de vida e manuseio técnico do referido
aparelho, a fim de possibilitarem atendimento emergencial na ocorrência de parada cardíaca, de acordo com
as normas do Comitê Nacional de Ressucitação Cárdio Pulmonar.
Art. 2º. Para efeitos desta lei, consideram-se estabelecimentos públicos ou privados de grande concentração
e circulação de pessoas, os seguintes:
I – os aeroportos;
II – os shopping centers;
III – os hipermercados;
IV – os estádios de futebol e ginásio de esporte, com capacidade superior a 1.000 (mil) pessoas;
V – as instituições de ensino superior;
VI – os clubes sociais e esportivos ou academias de ginásticas com concentração ou circulação superior
a 1.000 (mil) pessoas/dia;
VII – os centros de eventos e exposições com concentração ou circulação superior a 1.000 (mil) pessoas/dia;
VIII – as igrejas, templos religiosos, assembléia de cultos, etc.; e
IX – os teatros, casa de espetáculo, cinemas, com concentração ou circulação superior a 1.000 (mil) pessoas.
Art. 3º. Os estabelecimentos públicos ou privados, atingidos por esta norma, deverão adequar-se aos
mandamentos impostos no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da publicação desta lei.
Parágrafo único. Na hipótese de descumprimento desta lei, poderá o Poder Público Estadual ou Municipal,
manifestando-se no âmbito de sua competência, cassar a autorização de funcionamento do estabelecimento
infrator.
Art. 4º. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.
PALÁCIO DO GOVERNO EM CURITIBA, em 07 de junho de 2004.

Roberto Requião
Governador do Estado

Claudio Murilo Xavier
Secretário de Estado da Saúde

Caíto Quintana
Chefe da Casa Civil


Postado por: Adir de Souza
Data: 01/03/05 10:31:10 h

NOSS SINDICATO PARTICIPA DO FORUM


Lembramos que a reunião da Coordenação Executiva do FÓRUM DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE DO TRABALHO DO ESTADO DO PARANÁ ocorrerá no dia 02 de março, ás 14h00.

Data:02/03/05
Hora:14h00
Local: Procuradoria Regional do Trabalho da 9º Região
Rua Vicente Machado, 84 - ( próximo ao Tribunal do Trabalho)

Atenciosamente,

Secretaria Executiva


NOTA - Este Forum foi criado em todo o País Pelo Ministerio Publico do Trabalho, e todos os problemas relacionado ao mundo do Trabalho, má condições de trabalho, trabalho infantil são tratados neste forum mas mais importante é que a sociedade denuncie, e nossa entidade estã aberta para receber denuncias e levar a forum.
Adir de Souza


Postado por: Adir de Souza
Data: 24/02/05 11:36:11 h

ORGULHO DE SER BRASILEIRO


Isso passou dia 11/03/04 em todos os telejornais....

Ailton 28 anos casado com Sônia grávida de 4 meses,
desempregado a dois meses, sem ter o que comer em casa foi ao
rio Piratuaba-SP a 5km de sua casa pescar para ter
uma \"misturinha\" com o arroz e feijão, pegou 900gr de
lambari, e sem saber que era proibido a pesca, foi detido por
dois dias. Ah! levou umas porradas. Um amigo pagou a fiança
de R$ 280,00 para liberá-lo e terá que pagar ainda a uma
multa ao IBAMA de R$ 724,00. A sua mulher Sônia, grávida de 4
meses sem saber o que aconteceu com o marido que supostamente
sumiu, ficou nervosa e passou mal, foi para o hospital e teve
aborto espontâneo. Ao sair da detenção Ailton recebe a
noticia que sua esposa estava no hospital e perdeu seu filho,
pelos míseros peixes que ficaram apodrecendo no lixo da
delegacia. Quem poderá devolver o filho de Sônia e Ailton?

Henri Philippe Reichstul, de origem estrangeira, Presidente
da PETROBRÁS, responsável pelo derramamento de 1 milhão e 300
mil litros de óleo na Baía de Guanabara. Matando milhares de
peixes e pássaros marinhos; responsável pelo derramamento
de cerca de 4 milhões de litros de óleo no Rio Iguaçu,
destruindo a flora e fauna e comprometendo o abastecimento de
água em várias cidades da região. Encontra-se em liberdade.
Pode ser visto jantando nos melhores restaurantes do Rio e de
Brasília. Não concordar com isso e encaminhar para o maior
número de pessoas possíveis a sua indignação já é um bom
começo... Esta é uma campanha em favor da VERGONHA NA CARA.
E com os Acidentes do Trabalho é mesma coisa morre mais trabalhor acidentado do trabalho do que na guerra do Iraque,que no atentado das torres no Estado Unidos



Postado por: Adir de Souza
Data: 23/02/05 11:52:48 h

REFORMA POLITICA
REFORMA POLÍTICA: SÓ FUNCIONARÁ COM COEFICIENTE ELEITORAL NACIONAL A reforma política que tem sido indicada há muitos anos como
> tema importante na agenda do Congresso Nacional, e acaba sendo transferida
> para o futuro, deve merecer uma análise para entendermos as causas de sua
> protelação.
> Fala-se na necessidade de se estabelecer à fidelidade
> partidária, o financiamento público de campanha, o fim das coligações
> proporcionais, o sistema de listas partidárias, a cláusula de exclusão
> para os partidos políticos e um sistema eleitoral misto. Mas não se fala
> num dos temas mais importantes para a reforma política, qual seja, a
> distorção do sistema representativo pela falta da adoção do coeficiente
> eleitoral nacional, que agride o Estado de direito democrático.
> Ora vejamos, o sistema adotado pela nossa Constituição
> Federal. No caso da Câmara dos Deputados, casa de representação do povo,
> determina que poderão se eleger um mínimo de oito e um máximo de setenta
> deputados federais por Estado-membro, não adotando a forma de coeficiente
> eleitoral nacional, que seria o de aproximadamente 220.000 votos para
> eleger cada deputado federal. Sistema esse em muito estruturado no regime
> de arbítrio com vistas a impedir o crescimento da oposição nos grandes
> centros urbanos. Tal opção acabou produzindo uma distorção em que
> aproximadamente 44 milhões de eleitores elegem 263 deputados federais e 65
> milhões de eleitores elegem apenas 250 deputados federais. Pois,
> Estados-membros como Acre, Amapá, Roraima e outros elegem deputados
> federais com um coeficiente eleitoral inferior a 40.000 votos, enquanto
> Estados-membros como Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e outros
> elegem seus deputados federais com um coeficiente eleitoral bem superior a
> 220.000 votos. Tal mecanismo distorce o sistema representativo e não se
> justifica. Nos EUA, por exemplo, Estados-membros como Alaska, Dakota,
> Vermont, mais populosos que os nossos Estados-membros menos populosos,
> elegem apenas um deputado federal, pois adotam um sistema aproximado de
> coeficiente eleitoral nacional.
> O Senado Federal, casa de representação dos Estados-membros,
> que deveria ter como atribuição discutir matérias de interesse da União e
> de conflitos entre as unidades federativas, mantendo o equilíbrio para o
> desenvolvimento das regiões, mas por distorção do sistema representativo,
> os senadores têm um dos campos de atribuições e competências dos mais
> amplos do mundo, podendo votar e vetar tudo. E pela forma de impor um
> mínimo de três senadores por Estado-membro gera uma distorção em que
> aproximadamente, 45 milhões de eleitores elegem 59 senadores e 64 milhões
> de eleitores elegem apenas 22 senadores. Simbolizado na figura do senador
> eleito com 10 milhões de votos tendo o mesmo peso de um senador que se
> elegeu com 300.000 votos. Isso é tão grave, pois com o campo de atribuição
> e competência tão amplo acaba barrando a modernização das legislações
> brasileiras, pois representantes de Estados-membros poucos populosos e com
> economia pequena acabam impondo projetos específicos e locais, às vezes
> pessoais, em detrimento aos interesses estratégicos da sociedade
> brasileira.
> Diante deste dilema, a reforma política vai sendo
> protelada, e o eleitor brasileiro em alguns Estados-membros vale 0,5 voto
> e em outros vale 15,4 votos. Não é por acaso o desinteresse pelas
> eleições, pois a distorção do sistema representativo distancia o
> representante do representado e compromete o sistema democrático. Alguns
> atribuem de forma ingênua e outros de forma ardilosa os problemas às
> questões morais dos componentes do parlamento e induzem a sociedade a
> pensar que a simples mudança no sistema partidária e eleitoral ou a
> aprovação de um Código de Ética resolve. Não resolve.
> Em função desta distorção, qualquer Presidente da
> República eleito pelo voto direto, por mais progressista que seja, tem e
> terá problema de governabilidade. É só ver o caso recente do presidente
> Lula que foi eleito, tendo 40 milhões de votos no primeiro turno, em que
> se tivéssemos o coeficiente eleitoral nacional, teria elegido uma bancada
> de apoio muito maior. Mas a distorção do sistema representativo fez eleger
> bem menos, demostrando a aberração de não adotarmos o coeficiente
> eleitoral nacional.
> Há de se considerar que, a distorção do sistema
> representativo acaba gerando um custo muito alto para o país manter a
> governabilidade, pois para garantir a maioria no parlamento, se sujeita à
> criação e a manutenção de inúmeras estruturas de Estado federal. E, por
> conseqüência, estaduais e municipais desnecessárias, além da manutenção de
> um sistema tributário questionável que onera o setor produtivo nacional e
> a sociedade, que são forçados a pagar a conta desta distorção.
> Por isso, a sociedade brasileira deve debater a reforma
> política sob a ótica de um novo pacto federativo, não só sob o enfoque da
> reforma do sistema partidário e eleitoral, mas para que se redefinam as
> atribuições dos senadores, o critério de composição do Senado Federal e
> inclua a mudança na eleição da Câmara dos Deputados. Devendo-se exigir a
> implantação do coeficiente eleitoral nacional, sobre ao fundamento do
> princípio \"um cidadão, um voto\", que desaguará na reforma do Estado com o
> objetivo de se construir verdadeiramente um Estado de direito democrático,
> e por decorrência, um novo modelo de desenvolvimento democrático para
> todos os brasileiros.
> Geraldo Serathiuk, advogado, especialista pelo IBEJ-Pr.
> gserathiuk@aol.com
>

Postado por: Adir de Souza
Data: 18/02/05 13:44:36 h

CIOLENCIA URBANA
VIOLÊNCIA - Números foram divulgados ontem de manhã pela direção
Vítimas de armas de fogo custam R$ 1 mi/ano ao HU
Em 2004 passaram pelo hospital 154 vítimas de armas de fogo

Novecentos e cinqüenta e quatro mil e oitocentos reais. Quase R$ 1 milhão. Esse é o gasto anual do maior hospital público de Londrina com todos os pacientes internados vítimas de armas de fogo.

O Hospital Universitário (HU) recebe praticamente todos os dias pessoas que foram baleadas nas ruas da Cidade e o tratamento desses casos é considerado um dos mais dispendiosos. Além disso, os custos não são cobertos pelos repasses do Sistema Único Saúde (SUS). Segundo informações do próprio hospital, apenas 17% do que é gasto têm origem no governo federal.

E os números de feridos assustam. Somente no ano passado foram atendidas no HU 154 vítimas de arma de fogo. Em 2003, foram 177 vítimas. Nos índices de internação por causas violentas, segundo a superintendência do hospital, os números desse tipo de paciente só é menor do que os acidentados no trânsito de Londrina.

O tempo médio estipulado pelos médicos para fazer cirurgias e recuperar uma pessoa gravemente ferida por disparos de arma de fogo é de uma semana. Para essas intervenções, independentemente do período em que o paciente vai ficar internado, o SUS repassa para o HU R$ 1.056. No entanto, o custo médio de cada paciente – incluindo até o salários dos profissionais que dão atenção ao paciente – é de R$ 6,2 mil.

“O resto o hospital absorve. Temos que fazer uma ginástica nos valores que recebemos para administração e tentar diminuir a diferença. Mas temos uma dívida mensal”, disse o superintendente do HU, Francisco Eugênio Alves de Souza.

Pelo seu nível de complexidade no atendimento, o HU pode ser considerado um dos principais hospitais para o atendimento de pessoas baleadas. Francisco de Souza ainda lembrou que o custo para um paciente baleado vai além da mesa de cirurgia das áreas de emergência. Depois de todos os procedimentos e internação por grande período em alas como a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) começa a recuperação. Muitas vezes são necessários fisioterapeutas e outros profissionais para devolver a saúde física ao paciente. “Depois ele ainda vai passar pelo HC (Hospital de Clínicas) para outros atendimentos”, completou ele.

Hoje em dia ainda não é possível saber quanto em recursos de saúde são utilizados globalmente, para os cuidados das vítimas da violência em Londrina. Segundo a gerente da Divisão de Assistência em Saúde (DAS), Rosângela Libanori, a rede municipal de saúde ainda não possui levantamentos desse tipo. “Nesse sentido o nosso Sistema de Informação Hospitalar ainda apresenta muitas distorções.”

Fernando Araújo

E MAIS:
Campanha tenta incentivar desarmamento

Postado por: Adir de Souza
Data: 16/02/05 15:40:21 h

PARA REFLETIRMOS

NÃO DEU ESPAÇO PARA COLOCAR NO LIVRO DE VISITAS

Colegas para refletirmos juntos e compartilharmos com outros que não nos conhecem, eu tenho a felicidade de conhecê-los pessoalmente e por ser mais velho vou ousar e tentar dizer que não existe certo ou errado o Luciano Jovem é assim mesmo e nem poderia ser ao contrário, inconformado em ver nos termos um piso baixo mas somente Paraná, Goiás E são Paulo tem em Goiás é mais baixo que nosso piso em São Paulo 1.600 e poucos mais lá estão 50% das empresas do país e 50% das maiores empresa do país.
Quando se brinca que a luta continua é porque no passado os trabalhadores trabalhavam até 15,16, horas por dia, velhos, crianças, mulheres, e alguns não concordaram e foram lutar para mudar, hoje no Brasil é 44 semanais mas já foi muito mais, da luta para as 08:00 horas muita gente morreu e nasceu o primeiro de maio e guardando as devidas proporções, na nossa área não é diferente muita gente deu muito de seu tempo e sua vida, pra nossa luta, teve colegas que estava viajando, quando estávamos brigando com MEC para aprovar este curso que hoje existe no ensino informal e seu pai faleceu no Interior e nos não conseguíamos localizar o nosso amigo não tinha celular e nem tínhamos telefone em casa, vários foram demitidos por ser da Associação hoje Sindicato, um deles demitido da empresa em Londrina e teve câncer e Faleceu não tinha garantias da previdência eu lhe dou o Nome da nossa chapa Pedro Martinez Romí de saudosa memória, um outro colega que trabalhou em Imbituva e por ver os desmandos dos madeireiros fez várias denuncias ao Ministério publico e ao Ministério do Trabalho e também foi presidente do PT partido dos trabalhadores na cidade e foi morto com 3 tiros em frente a sua casa, outro bateu o carro em uma viagem para cascavel para uma reunião com os Técnicos da região, outro demitido de uma grande cooperativa de Maringá e ainda hoje temos dois diretores demitidos e que estamos na justiça mas sempre ganhamos, e este que aqui escreve, não foi diferente, e quando fiz o curso de Supervisor de Segurança não foi diferente do Luciano, eu trabalhava na obra da refinaria da Petrobrás em Araucária e fazia o curso no sesi em Curitiba e morava em Campo largo e todo dia fazia este trajeto de (ônibus) e era auxiliar administrativo e ganhava uma micharia para a grande maioria tudo é difícil com muito sacrifício, e depois de vários anos na profissão criamos a Associação em 1981 e sindicato em 88, e em 1986 estávamos fazendo uma campanha de Segurança na Construção civil em Londrina, palestras nas obras e ocorreu um acidente de soterramento onde morreram 02 trabalhadores e na folha de Londrina do dia 10 em entrevista disse tudo que estava errado, falta de escoramento desrespeito com ser humano, dos empresários que não ligavam para as condições do trabalhadores lasquei o verbo numa página inteira do jornal, e daí mandaram voltar para Curitiba no outro dia e fiquei na geladeira como se diz na linguagem popular até dia 09 de maio de 88 quando fui afastado do meu trabalho quase três anos sem salário e sem poder arrumar outro emprego e ganhei na justiça em julho de 1992 fui reintegrado ao meu trabalho e estou aqui na Fundacentro fazendo este nosso trabalho que adoro e da nossa entidade sempre defendendo nossos colegas, ( e faria de tudo de novo se preciso fosse) com certeza absoluta tem muita gente que nem conhecemos que passou bons bocados por esta profissão, e a Indignação do Serrano que teve que lutar muito também para estar na profissão e ele Tem consciência Política que deveria estar mais próximo do Sindicato há muito mais tempo, porque vê as injustiças que nossos colegas sofrem no dia a dia no seu trabalho e a dificuldade de unir uma categoria que infelizmente não é só a nossa é de todos os trabalhadores que acham tempo para tudo menos para o Sindicato, mas quando estão desempregados, não saem de lá e depois somem, mas eu não desanimo estarei sempre atendendo da melhor forma, o mais importante é o sentimento de dever cumprido e se possível dando uma palavra de apoio estar desempregado é muito ruim para qualquer cidadão, este é um pouco de historia sem querer ser arrogante mas para mostrar que as coisas não acontecem por acaso como acidente alguém botou mão na, massa e que faz a diferença entre falar e tentar fazer, reclamar e achar que outros resolvam nossos problemas,
E às vezes nos somos meio egoísta e pensamos que só nós defendemos os trabalhadores, mas ainda tem muita gente tentando fazer o melhor em prol da nossa área.
Adir de Souza
Em tempo. Demiti o meu chefe antes de voltar ao Trabalho


A UNICA SAÍDA É ESTARMOS ORGANIZADOS NÃO EXISTE OUTRA FORMA SE QUISER DEFENDER OS SEUS INTERESSES SÓ ALCANÇARÁ LUTANDO PELO INTERESSE DE TODOS



Alguma atividades do passado
Estivemos em Brasília várias vezes de (Ônibus) na CES. Comissão de Enquadramento Sindical, e conseguimos algo inédito, que é fazer defesa pessoalmente junto a esta representação, para conseguirmos existir, de fato e direito.

Após a Regulamentação da Profissão estivemos várias vezes no MEC, para termos um curriculum, e com várias dificuldades pois, havia interesses de entidades ligadas ao patronato, para ficar com a formação dos Técnicos, que poderiam ser bons técnicos, mas idiotas com cidadãos.

Trabalhamos muito para que os técnicos de Segurança do Trabalho tivesse baixado pelo ministério do Trabalho as Atribuições, que muito profissionais nem sabem que possuem.
Criamos uma entidade nacional, para melhor representar os Técnicos, para mostrar às autoridades que o movimento era forte e organizado, a ANSET, Associação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho, que foi para congregar, e não para fabricar estrelas, foi trabalho conjunto, de pessoas de vários estados, e dedicação pessoal.

Participamos da Organizamos o 1º CONTEST, CONGRESSO NACIONAL DOS TÉCNICOS DE SEGRANÇA DO TRABALHO, em outubro de 1986 na cidade de Fortaleza, que o mérito e trabalho maior foi do companheiro Clézio que mais tarde, fugiu de fortaleza só com a roupa do corpo, para não morrer, por ter feito denuncias de condições de trabalho degradantes e os grandes empresários não gostaram. E este evento reuniu mais de 500 técnicos de todo país, para ouvir palestra técnicas mas acima de tudo discutir assuntos pertinentes a sua atividade e o encaminhamento de suas lutas, sem o objetivo de ser um evento lucrativo, ou alguém ganhar dinheiro ou mercantilista com se faz hoje em dia.

Em 1988 participamos ativamente durante a constituinte, podemos dizer com orgulho que não teve nenhum membro da constituinte que não recebeu material sobre Segurança do Trabalho e grupo de representes das então associações de técnicos de várias partes do Brasil, o Gabinete do então deputado Federal do Paraná Santinho Furtado era o nosso QG.e usamos telefone e fotocópias, e de São Paulo o Deputado Cunha Bueno, pessoas que seremos eternamente gratos, o que existe de Segurança do Trabalho e sobre a eleição e da e estabilidade, dos membros da CIPA na constituinte e Palavra Segurança junto com Saúde foi negociado com então centrão grupo de membros da direita dentro do congresso, e pessoal da área da saúde já fazia lob junto aos constituintes os que hoje defendem que a vigilância sanitária deve fiscalizar a área do trabalho e hoje usam a lei 8080 e o Secretario de Segurança do Ministério do Trabalho na época defendia esta idéia Sr. Riani Costa que depois virou vereador no interior de São Paulo pelo PT, temos no Sindicato do Paraná as fotos se for necessário provar.

Participamos da organização do 2º CONTEST, CONGRESSO NACIONAL DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO, de 10 a 14 de julho de 1989 na cidade de Florianópolis, evento este que reuniu

800 Técnicos de todo país, e autoridades da área de prevenção de vários estados, Secretarias do Trabalho, e o evento foi comandado pelo então presidente do Sindicato dos Técnicos de Santa Catarina, o Saudoso companheiro Sérgio Roberto Machado, que infelizmente faleceu em acidente automobilístico no Estado da Bahia, e com a participação ativa do SINTESP. SINDICATOS DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO DO ESTADO DE SÃO PAULO E DO SINTESPAR- - SINDICATOS DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO DO ESTADO DO PARANÁ


Postado por: Adir de Souza
Data: 15/02/05 15:20:53 h

AMIANTO

Fonte: STF - Notícias



14/02/2005 - 18:15 - Chega ao Supremo ação da CNTI contra lei fluminense sobre amianto


O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 3406), com pedido de liminar, ajuizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI). A entidade pretende suspender a Lei 3579/01, do Estado do Rio de Janeiro, que proíbe a produção, extração e comercialização de produtos que contenham amianto crisotila - matéria-prima de telhas e caixas d´água.

De acordo com a entidade, a vedação imposta pela lei fluminense fere o princípio da livre iniciativa, expresso no parágrafo único do artigo 170 da Constituição Federal, e viola também o artigo 22, que estabelece como competência legislativa exclusiva da União organizar, manter e executar a inspeção do trabalho. \"Não pode o Legislativo estadual dispor contra a lei federal de regência, e muito menos fixar regras gerais, pois para estas a União tem prioridade, já exercida\", sustenta a confederação.

Segundo a CNTI, o amplo emprego do amianto anfibólico ou amianto marrom na América do Norte, Europa, Austrália e Japão, no passado, criou o \"mito generalizado de que o amianto é perigoso, causa câncer de pulmão e outras doenças respiratórias, generalização essa que não pode ser estendida ao amianto branco\". A entidade explica que o amianto crisotila, conhecido como amianto branco, é utilizado atualmente em várias indústrias brasileiras que consomem 150 mil toneladas do produto por ano. Localizadas em grande parte dos estados da Federação, essas empresas são responsáveis pela produção anual de mais de 160 milhões de metros quadrados de telhas e um milhão e 500 mil unidades de caixas d´água.

Por fim, a entidade pede a concessão da liminar com o objetivo de suspender a eficácia da lei fluminense, tendo em vista que \"a cada dia que a norma permanece em vigor avultam-se os prejuízos dela decorrentes\". O ministro Gilmar Mendes é o relator da ADI.



Postado por: Adir de Souza
Data: 15/02/05 15:19:47 h

AMIANTO

Postado por: Adir de Souza
Data: 15/02/05 15:11:30 h

DRT PARANÁ EVENTO
DELEGACIA REGIONAL DO TRABALHO NO ESTADO DO PARANÁ – DRT/PR

CONVITE

A CÂMARA TÉCNICA DE REGULAÇÃO DOS SERVIÇOS TERCEIRIZÁVEIS DA DRT/PR

CONVIDA PARA O

I FÓRUM ESTADUAL DOS SERVIÇOS TERCEIRIZÁVEIS

Palestrante
Professor LÍVIO GIOSA*

Que será realizado no próximo dia 28 de fevereiro, às 14 horas, no Auditório do Teatro do SESC, localizado à Rua Visconde do Rio Branco, 969 – Curitiba-PR.

Favor confirmar presença até o dia 23/02/2005 – Fone (41) 222-8183 com Sileide / Camila


* Professor Lívio Giosa, Administrador de Empresas com especialização em “Business Administration” pela New York University, Coordenador do PNBE – Pensamento Nacional das Bases Empresariais, Vice-Presidente da ADVB – Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil, Autor de vários livros e publicações, dentre os quais: “TERCEIRIZAÇÃO: Uma Abordagem Estratégica”.


* A CÂMARA DE SERVIÇOS TERCEIRIZÁVEIS É COMPOSTA POR MEMBROS DA DRT/PR, DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO E DOS SINDICATOS PATRONAIS E LABORAIS DAS CATEGORIAS DE ASSEIO E CONSERVAÇÃO, VIGILÂNCIA, EMPRESAS DE RECURSOS HUMANOS E TRABALHO TEMPORÁRIO.

Postado por: Adir de Souza
Data: 15/02/05 14:10:01 h

CONTRIBUIR COM SUA ENTIDADE
AZULCONTRIBUA COM A SUA ENTIDADE NO MÊS DE MARÇO SERÁ DESCONTADO UM DIA DE TRABALHO DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL FALE COM RESPONSAVEL DO RH DA EMPRESA EM QUE ATUA PARA QUE SUA CPONTRIBUIÇÃO NÃO VÁ PARA O SINDICATO PREPONDERANTE, MAS SIM PARA NOSSA ENTIDADE, POIS, QUANDO OS COLEGAS TEM PROBLEMAS É NOS QUE ELES PROCURAM E NOSSA TEM OBRIGAÇÃO DE ATENDÊ-LOS DA MELHOR FORMA POSSIVEL

CONTRBUIÇÃO SINDICAL

Cursos SINTESPAR - 2005
FAVOR ACESSAR A NOSSA PÁGINA clique Aqui
www.sintespar.com.br


SINDICATO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO NO ESTADO DO PARANÁ

Reconhecido pelo Ministério do Trabalho em 30/09/88

Publicado no D. O. U. 04/10/88

Técnico de Segurança do Trabalho - Profissão Regulamentada

Lei 7.410 de 27/11/85 e Regulamentado pelo Decr. Nº 92530 de 09/04/86

- www.sintespar.com.br sintespar@yahoo.com.br


A contribuição Sindical é prevista na legislação consolidada pelo Decreto Lei nº 5.452 de 01 de maio de 1943.

Veja o que diz a CLT

Artigo 578 – As contribuições são devidas aos Sindicatos pelos que participam de categorias econômicas ou profissionais representadas pelas referidas entidades sob a denominação de Contribuição Sindical – pagas, recolhidas e aplicadas.
Artigo 579 – A Contribuição Sindical é devida pôr todos aqueles que participam de uma determinada categoria econômica ou profissional em favor do Sindicato representativo da respectiva categoria profissional recolhida de uma só vez anualmente.
Artigo 580 – É correspondente a um dia de trabalho.
Artigo 583 – (Parágrafo 2º) – O comprovante de depósito da Contribuição Sin www.sintespar.com.br

dical será remitido ao Sindicato respectivo.
Artigo 606 – Às entidades Sindicais cabe, em caso de falta de pagamento da Contribuição Sindical, promover a respectiva cobrança mediante ação executiva.

Portanto como previsto, especialmente no Artigo 580 da CLT, o desconto da Contribuição Sindical corresponde a 01 (um) dia de trabalho, sem limite, conforme exemplo abaixo:

Assim sendo, o recolhimento relativo ao Técnico de Segurança de Trabalho, tem que ser recolhido ao SINTESPAR - Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado do Paraná, como Empregado, Autônomo ou Profissional Liberal.

Onde pagar

Via quia enviado pelo Sindicato

Até o vencimento em qualquer agência bancária ou nas casas lotéricas

SINDICATOS DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO NO ESTADO DO PARANÁ

Através da presente estamos comunicando aos colegas Técnicos de Segurança do Trabalho e os Departamento de Recursos Humanos das Empresa do Paraná que possuam em seus quadros TÉCNICOS DE SEGURANÇA, que depois de efetuado os recolhimentos, deve ser enviado a nossa entidade referente ao TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO, conforme artigos 580 e 586 da CLT.

Art. 580 A contribuição sindical será recolhida, de uma só vez, anualmente, e consistirá:

I - na importância correspondente à remuneração de um dia de trabalho, para os empregados, qualquer que seja a forma da referida remuneração.

Art. 583 § 2º O comprovante de depósito da contribuição sindical, efetuado na forma deste capitulo será remetido aos respectivos sindicatos ou órgãos a que couber, na conformidade das instruções expedidas pelo Ministério do Trabalho.

Constituição Federal/88 – Art. 8º IV “A Assembléia Geral fixará contribuição que, em se tratando de categoria profissional, será descontada em folha, para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva, independente da contribuição prevista em lei”.

As questões de Segurança e Saúde no Trabalho em nosso país são disciplinadas pela Lei nº 6.514 de 22 de dezembro de 1.977, Normas Regulamentadoras (NR) aprovada pela Portaria nº 3.214 de 08 de junho de 1.978, e regulamentação da Profissão do Técnico de Segurança do Trabalho, Lei 7.410/85 e seu Decreto 92.530/86, e as atividades definidas pela Portaria 3.275/89.
Vale esclarecer que o TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO, conforme Artigo 511 da CLT em seu (§ 3º “Categoria Profissional Diferenciada é a que se forma dos empregados que exerçam profissões ou funções diferenciadas por força de estatuto profissional especial ou em conseqüência de condições de vida singulares)”.

Para tanto, informamos que as empresas que recolherem para as categorias preponderantes o fazem de maneira errônea, pois o recolhimento deve ser efetuado para o Sindicato especifico da categoria, mandando a referida guia de contribuição.

É um Sindicato de Profissionais Técnicos com Profissão Regulamentada pela Lei 7.410/85 - representa a categoria pela sua formação diferenciada, reúne todos os Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado do Paraná, não importando o setor de atividade econômica em que sua empresa se situe. Nesse caso, decisiva, como critério de agrupamento, é a profissão, independentemente da categoria onde é exercida. Portanto, o Técnico de Segurança Trabalho, faz parte da competência do SINTESPAR.

Os responsáveis pelos recursos humanos das empresas e o próprio técnico de Segurança desconhecem o aspecto legal da nossa profissão que é diferenciada por não termos um correlato econômico, e por isto recolhem contribuição Sindical erroneamente, para as categorias preponderantes, temos assinadas e registrada no Ministério do Trabalho várias convenções isto é como somos categoria diferenciada temos que fechar a mesma com todos os sindicatos Patronais, portando não temos apenas uma convenção como os outros Sindicatos, mas devemos lembrar que mesmo a negociação sendo efetuada com diferentes Sindicatos o valor do piso não é diferenciado mas sim um valor único para todos TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO. Garantindo todos os anos um reajuste sobre mesmo

As questões de Segurança e Saúde no Trabalho em nosso país são disciplinadas pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977, Normas regulamentadoras (NR) aprovadas pela portaria Nº 3214 de 08 de junho de 1978, e regulamentação da profissão do Técnico de Segurança do Trabalho, Lei 7.410/85 e seu Decreto 92.530/86, e as atividades definidas pela portaria 3275/89.



Vale esclarecer que o TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO conforme Artigo 511 da CLT em seu (§ 3º “Categoria Profissional Diferenciada é a que se forma dos empregados que exerçam profissões ou funções diferenciadas por força de estatuto profissional especial ou em conseqüência de condições de vida singulares”). Para tanto, informamos que as empresas que recolheram para as categorias preponderantes o fazem de maneira errônea, pois o recolhimento deve ser efetuado para o Sindicato especifico, pois nossa entidade existe desde 1988 não só para congregar e fazer o encaminhamento dos interesses e anseios da categoria, mas também pelo dever social que abrange a nossa atividade. Conhecemos de perto o segmento produtivo de nosso Estado, e sabemos que são sensíveis, não só as mazelas e a dor que se segue na família causadas pelos Acidentes e doenças do Trabalho, mas também os seus altos custos a empresas e a toda sociedade Paranaense.

E é com este objetivo que estamos solicitando a sua atenção para o nosso pleito, a direção da nossa entidade não recebe nada para atividade Sindical, os recursos são investidos em eventos que levam a nossos colegas de profissão conhecimento para bem exercer a sua atividade. Sem mais para o momento.

participe da vida de seu sindicato de opinioes sugira www.sintespar.com.br



Atenciosamente
Adir de Souza.

Presidente






Postado por: Adir de Souza
Data: 10/02/05 16:12:31 h

ASSÉDIO MORAL
Assédio Moral foi tema de debate

no Fórum Social Mundial 2005



Schirlei Azevedo Ribeiro



O Assédio Moral e suas diversas faces foram temas de nove oficinas, durante o Fórum Social Mundial 2005. Ao final, os participantes das oficinas lançaram o Fórum Nacional pelo Fim do Assédio Moral e a Rede Latino Americana de Combate ao Assédio Moral (Brasil, Uruguai, Argentina, Cuba).



“Assédio moral é uma violência contra as condições de trabalho, à intimidade e privacidade e à dignidade do trabalhador”, observa Margarida Barreto, médica do trabalho e referência em estudos sobre assédio moral, presente em todas as oficinas.



No decorrer de quatro dias, os participantes das oficinas vivenciaram a dor de trabalhadores assediados, que necessitam se fazer ouvir, expor uma situação que fere, machuca e destrói, em busca de apoio e de solução.



O Assédio Moral é uma violação aos direitos mais fundamentais. O assédio moral é uma violência que nos paralisa, estigmatiza. Mas de que forma solucionar uma situação que envolve muito mais que uma simples relação de trabalho?



Vale ressaltar, também, um assunto que chamou a atenção dos participantes, quando discutiam segurança e saúde do trabalhador: o médico do trabalho contratado pela empresa ou o médico perito do INSS, são denunciados pelo modo como atendem os pacientes ou pela descaracterização do acidente de trabalho.



Mas, ao mesmo tempo, é necessário refletir sobre as condições de trabalho desses profissionais, também fortes vítimas nesse processo. É preciso reavaliar essa questão e questionar sempre:



· a quem interessa a caracterização do acidente de trabalho?

· como mudar as condições de trabalho impostas por políticas econômicas e de desenvolvimento?





O que é assédio moral no trabalho?

É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções. São mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinados. Estas situações desestabilizam a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-a a desistir do emprego.

O assédio moral caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, acarretando prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização.

A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, e passa a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e de serem também humilhados, associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima. E, freqüentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o \'pacto da tolerância e do silêncio\' no coletivo. A vitima gradativamente se desestabiliza e fica fragilizada, \'perdendo\' sua auto-estima.

O desabrochar do individualismo reafirma o perfil do \'novo\' trabalhador: \'autônomo, flexível\', capaz, competitivo, criativo, agressivo, qualificado e empregável. Estas habilidades o qualificam para a demanda do mercado que procura a excelência e saúde perfeita.

Qualificar o trabalhador como \'apto\' significa responsabilizá-lo pela formação/qualificação e culpabilizá-lo pelo desemprego, aumento da pobreza urbana e miséria, impondo aos trabalhadores um sofrimento perverso.

A humilhação repetitiva e de longa duração interfere de modo direto na vida do(a) trabalhador(a), comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, e ocasionando graves danos à saúde física e mental*. Tais danos podem evoluir para a incapacidade laborativa, desemprego ou mesmo a morte, constituindo um risco invisível, porém concreto, nas relações e condições de trabalho.

A violência moral no trabalho constitui um fenômeno internacional segundo levantamento recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

A pesquisa da OIT aponta distúrbios da saúde mental relacionados com as condições de trabalho em diversos paises desenvolvidos como Finlândia, Alemanha, Reino Unido, Polônia e Estados Unidos. As perspectivas são sombrias para as duas próximas décadas, classificadas pela OIT e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como décadas do \'mal estar na globalização’: predominarão depressões, angústias e outros danos psíquicos, relacionados com as novas políticas de gestão na organização de trabalho e vinculados às políticas neoliberais.

Ideologias do ‘Agüente’ ou ‘Desista’

“Pelo medo, nos submetemos, para manter o emprego, o salário, os benefícios”, explica a médica Margarida Barreto. “Nesse momento percebemos no trabalhador, a ideologia do Agüente, que impõe suportar a violência, em silêncio, submetendo-se a essa tortura. Ou a ideologia do Desista, geralmente imposta pela própria família e a sociedade.”



Para a pesquisadora cubana Lidia Guevara, também participante das oficinas no FSM, “é necessário haver mudanças para que o centro de trabalho não se converta no último campo de batalha”. Lidia cita, como exemplo, caso em que o trabalhador morre em acidente de trabalho, a empresa paga funeral, entrega flores, faz todo um ritual. “Na hora de cobrar a indenização, a família tão emocionada com a atitude da empresa, apenas diz ‘Não, eles já foram tão bons durante o funeral’, e fica tudo por isso mesmo.”



Segundo Soraya Bomfim (Fundacentro-BA), os doentes e acidentados no trabalho e as mulheres acima de 35 anos com filhos menores são as maiores vítimas do assédio moral. Para Soraya, “é uma ameaça que devasta a vida, onde os trabalhadores não suportam a pressão e desistem, forçados a pedir demissão”.



Com o neoliberalismo, houve a reestruturação no mundo do trabalho e por conseqüência o trabalhador perdeu ainda mais sua identidade e seus direitos, explica José Heloani, professor da USP. “Nos Serviços Públicos, em função de uma pseudo-estabilidade, há uma perversidade maior nas características do assédio”, destaca. “Não é apenas um conflito, mas uma crise, o trabalhador passa a ser uma pessoa não grata na Empresa.”

A participação do Tribunal Popular sobre Assédio Moral e Sexual nas Relações de Trabalho, com o apoio do Deputado Federal Mauro Passos (PT/SC), foi fundamental para a discussão da desnaturalização do assédio. “A educação é o principal meio de mudarmos essas relações”, afirma o deputado. “Quando o trabalhador e a trabalhadora sabem de seus direitos, reproduzem as informações e lutam para que os mesmos sejam garantidos.” Autor do Projeto Lei que discute o assédio moral como violação dos direitos humanos, Mauro Passos apresentou o projeto. Durante as oficinas propôs-se que esse projeto discuta também a inversão do ônus da prova. O Deputado colocou-se à disposição dos movimentos e sindicatos para debater o Projeto e ampliá-lo com Emendas.





Participação dos sindicatos na formação e nas mudanças



Os Sindicatos, representantes dos trabalhadores, devem promover a formação. Mais ainda: os sindicatos têm a obrigação de colocar a segurança e saúde dos trabalhadores em primeiro plano durante as negociações coletivas.

O sindicato deve abrir as portas da entidade para as denúncias. Formar seus coordenadores e coordenadoras, que são as referências da classe, para perceberem a dor daquele que chega ao Sindicato quando já não tem mais para onde ir. É fundamental saber ouvir, olhar nos olhos e sentir a sua dor, humanizar as relações em todos os momentos. Criar grupos de solidariedade, comissões internas para a discussão e fiscalização do assédio. Incluir cláusulas sobre assédio moral nas negociações.

De que vale um reajuste salarial acima da inflação do período se o trabalhador não tiver um ambiente de trabalho seguro e saudável?



Postado por: Adir de Souza
Data: 10/02/05 12:50:30 h

ENTENDA REFORMA SINDICAL
AZULCuritiba, 10 de Fevereiro de 2005

PROJETO RESTRINGE USO DE RADAR EM RODOVIAS

A Comissão de Viação e Transportes analisa o Projeto de Lei 4501/04, apresentado pelo deputado Carlos Nader (PL-RJ), que limita a utilização de radares de controle de velocidade. De acordo com a proposta, apenas os equipamentos conhecidos como \"lombadas eletrônicas\" serão permitidos nas rodovias, e sua instalação só será autorizada em locais de alto risco, como áreas de travessia de pedestres ou de grande incidência de acidentes de trânsito.

Pelo projeto, a lombada eletrônica terá colunas fixadas nas laterais das pistas ou um pórtico sobre a via, para facilitar sua visualização. Além disso, deverá mostrar a velocidade dos veículos por meio de um painel digital e emitir um sinal sonoro em caso de excesso de velocidade.

O que diz a lei

A atual legislação prevê a comprovação da infração por declaração do policial de trânsito ou por equipamento eletrônico ou audiovisual, mas não faz referência aos locais de instalação dos radares ou lombadas eletrônicas. \"Os agentes fiscalizadores do Estado, de maneira ardilosa, instalam os equipamentos como se fossem armadilhas, com o único fito de flagrar os motoristas infratores e, assim, aplicar-lhes pesadas multas\", afirma o autor do projeto.

Tramitação

O projeto está apensado (isto é, tramita em conjunto) ao PL 3140/00, do deputado Chico da Princesa (PSDB-PR), que aborda o mesmo tema e ao qual estão anexadas outras 19 propostas. Da Comissão de Viação e Transportes, onde aguarda designação de relator, a matéria seguirá para exame das comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.



BR-163 E BR-272 ESTÃO SEM CONSERVAÇÃO

Desde o começo do ano, as rodovias BR-163 e BR-272, ligando Marechal Cândido Rondon e Francisco Alves a Guaíra, estão sem conservação. Em uma ponte de 350 metros, na BR-272, sobre o Rio Piquiri, a falta de manutenção é visível em vários pontos, devido às crateras que se formam.

Segundo matéria publicada pelo jornal Gazeta do Povo, o supervisor do Departamento Nacional de Infra-Estrutura do Transportes (Dnit) em Foz do Iguaçu, Vicente Veríssimo Júnior, informa que as rodovias e a ponte estão sob a responsabilidade do governo do Paraná desde o começo de janeiro.

Segundo o diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagens (DER) no Paraná, Rogério Tizzot, a transferência de domínio da BR-272 estava prevista para janeiro de 2006, porém uma portaria do Ministério dos Transportes, publicada em dezembro passado, antecipou a mudança em um ano. Tizzot adiantou que o governo do Paraná está mantendo entendimentos com o Dnit para redefinir o domínio das estradas.

As BRs 272 e 163 ligam Guaíra ao restante do Paraná. Por elas passam os veículos que entram ou saem do estado pela Ponte Ayrton Senna, no Rio Paraná, em Guaíra.



CONHEÇA A PROPOSTA DO FNT FINALIZADA

Já estão prontos os textos da proposta de emenda à Constituição e do Projeto de Lei que propõem mudanças na legislação sindical brasileira. Eles devem ser encaminhados pelo governo ao Congresso Nacional no início do mês de março.

Com o envio do projeto ao legislativo o Fórum Nacional do Trabalho conclui uma importante etapa da sua tarefa de promover a negociação tripartite e paritária entre trabalhadores, empregadores e governo para realização das reformas sindical e trabalhista. O teor das propostas pode ser lido no arquivo abaixo ou no ícone informativos relacionado na barra de menus da página inicial. Clique Aqui



PATRÕES DISCORDAM DE BERZOINI

Apesar de declarar apoio à reforma sindical, as confederações patronais deixaram claro ontem para o ministro Ricardo Berzoini (Trabalho) que discordam de pontos da proposta que o governo encaminhará ao Congresso Nacional em março. As entidades vão pressionar os parlamentares para mudar o texto.

Entre as divergências está a regra que estabelece a representação sindical nos locais de trabalho. \"Isso não pode ocorrer de forma impositiva. Isso deveria se dar por meio de negociação\", disse o presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), deputado , Armando Monteiro Neto (PTB-PE).

Ele acrescentou que o setor produtivo se comprometeu a apoiar o \"núcleo\" da reforma sindical diante da promessa do governo de dar andamento à reforma trabalhista. O governo já acenou que não pretende realizar as mudanças até o final do mandato. Ontem, Berzoini voltou a dizer que a discussão da reforma trabalhista deverá ser concluída até o final do semestre.
Fonte: Folha de S.Paulo



ROTEIRO BÁSICO PARA ENTENDER A REFORMA SINDICAL

A reforma sindical deverá ser um dos pontos de destaque nos debates na Câmara dos Deputados em 2005. Atinge dispositivos constitucionais e a legislação infra-constitucional. No que se refere à legislação ordinária e/ou complementar, vem sendo prevista desde o advento da Constituição Federal de 1988 que afastou a intervenção do Estado na organização sindical. Já em 1989 surgiram as primeiras proposições, quer do governo federal, como de parlamentares. Dada a complexidade da matéria e posicionamentos antagônicos entre as entidades sindicais de trabalhadores e destas com as dos empregadores, pouco se construiu a respeito.

Ao mesmo tempo em que se pretendia a reforma na estrutura sindical, a questão da reforma da legislação do trabalho - desde o suporte constitucional até a base legislativa ordinária - passou a ser o alvo do governo federal a partir de 1994, quando se iniciaram as medidas de flexibilização-terceirização-precarização nas relações de trabalho.

Mesmo assim, as tentativas ocorridas no período 1994/2002 no campo da reforma sindical foram inviabilizadas tendo em vista a resistência de setores significativos do movimento dos trabalhadores e de diversos parlamentares. A partir do governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, implementa-se a discussão no Fórum Nacional do Trabalho sobre ambas as reformas mas, de imediato, decidiu-se pela prioridade da reforma sindical como ante-sala da reforma trabalhista.

O saldo dos trabalhos no Fórum Nacional do Trabalho é contraditório pois (1) de se um lado houve o aprofundamento e a extensão do debate (2) por outro lado ocorreu o engessamento nas teses defendidas por apenas parte do movimento sindical dos trabalhadores e empregadores, com a exclusão de muitas entidades, em particular as Confederações Nacionais de Trabalhadores e os organismos dos magistrados, procuradores e advogados.
Todas as proposições estão sendo encaminhadas à Câmara dos Deputados que inicia seu novo período legislativo com a difícil tarefa de harmonizar posições por vezes antagônicas, buscando dar ao país uma legislação democrática e que consolide a organização sindical dos trabalhadores e dos empregadores.

No sentido de indicar um roteiro para estudo e entendimento da matéria, apresentamos um esboço do caminho a percorrer.

I. A estrutura atual

Abrangência: A atual organização sindical abrange: - os setores profissionais dos trabalhadores, inclusive autônomos, profissionais liberais, diferenciados, rurais, domésticos e pescadores; - os setores econômicos dos empresários; - os servidores públicos municipais, estaduais e federais, inclusive da polícia civil e federal. É proibida a organização sindical dos magistrados e militares.
Sistema legal. Constituição Federal e CLT: A organização sindical está definida: - pela Constituição Federal, artigos 8.º e 37; - pela CLT, artigos 511 a 610, (alguns revogados face as normas constitucionais). As dúvidas resultantes da aplicação da Constituição e da CLT são decididas pelo Poder Judiciário, atualmente através da Justiça do Trabalho, Emenda Constitucional 45/2004: \"Art. 114 - Compete à Justiça do trabalho processar e julgar: III - As ações sobre representação sindical, entre sindicatos, entre sindicatos e trabalhadores, e entre sindicatos e empregadores\".
II. A Constituição Federal de 5.10.1988

Artigo 8.º - a) princípio da liberdade da associação profissional ou sindical. - b) unicidade sindical. - c) defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria. - d) direito de estabelecer contribuições financeiras para o custeio do sistema confederativo, mantida a contribuição sindical obrigatória fixada na CLT. - e) sistema confederativo (sindicato, federação, confederação), não incluindo a Central.- f) liberdade de filiação e desfiliação a sindicato. - g) obrigatoriedade do sindicato participar nas negociações coletivas de trabalho. - h) direito do aposentado em votar e ser votado. - i) estabilidade provisória do dirigente sindical e do candidato em eleição sindical. Artigo 37, VI - garantia ao servidor público civil do direito à livre associação sindical (princípio do pluralismo)

III. Unicidade sindical

Sistema do sindicato único: A unicidade sindical foi mantida pela Constituição Federal, a saber: - Preservada a estrutura existente antes de 1988. - Somente um sindicato pode representar a categoria profissional ou econômica. - É proibida a criação de novos sindicatos na mesma base territorial, mínimo de um município. - Somente pode existir outro sindicato, desmembrando-se do então existente, com a decisão dos trabalhadores interessados.
Divergências sobre a unicidade sindical: (a) Controvérsias: Entretanto, como a norma constitucional da unicidade não foi regulamentada, questões controvertidas são submetidas à decisão do Poder Judiciário, atualmente nas varas e Tribunais da Justiça do Trabalho (emenda constitucional 45/04), em especial diante da criação de novas entidades sindicais. (b) Registro: O registro da entidade sindical deve ser efetivado no sistema de arquivo do Ministério do Trabalho, mas, ocorrendo impugnação desse registro, a matéria será submetida à decisão da Justiça do Trabalho. (c) Enquadramento sindical: O enquadramento sindical previsto na CLT continua sendo mantido, mas muitas entidades sindicais foram sendo constituídas, registradas ou reconhecidas judicialmente com denominações profissionais e econômicas não existentes antes de 1988.
IV. Pluralidade sindical

Coexistência de várias entidades com idêntica representatividade: Enquanto na unicidade prevalece o conceito de um só sindicato representativo de determinada categoria (ou parte dela), na pluralidade podem coexistir várias entidades sindicais de trabalhadores ou empregadores, ou de servidores públicos, para representar apenas os associados, mesmo de setores profissionais ou econômicos iguais.

No caso brasileiro, caso viesse a prevalecer o conceito da pluralidade, ocorreria a eliminação do conceito de categoria profissional ou econômica. - O pluralismo possibilitaria o Sindicato por empresa, por ramo(s), por setor(es), ou interempresas, inter-ramos, intersetores. Esse sistema está aplicado nas regras do sindicalismo europeu e norte-americano, mas há variáveis muito diversificadas, segundo a história da organização dos trabalhadores em cada país.

Em geral, mesmo vigorando o princípio da liberdade sindical, as Centrais Sindicais e outras entidades estabelecem procedimentos comuns de convivência e representação. Em muitos países há legislação própria regulamentando o sistema sindical e em outros apenas há dispositivo constitucional permitindo a livre organização sindical.

V. As Centrais Sindicais

As Centrais Sindicais de trabalhadores e servidores públicos foram criadas antes e depois da Constituição de 1988, com reconhecimento de fato pelo governo:- A Central Única dos Trabalhadores, a primeira, é de 1983. - Seguiram-se outras, como a CGT, Força Sindical, USI, CAT, CGTB, SDS. - Em 2005, deverá ser criada nova Central, organizada por diversas Confederações de Trabalhadores (CNTI, CNTC, CNTTT, CONTEC, CNPL, CONTRATUH).

As Centrais estão filiadas a organizações sindicais internacionais, como a CIOSL-ORIT, CMT, CLAT. As Centrais não têm poderes de representação judicial dos trabalhadores, já que não estão amparadas pela Constituição e por lei específica. Mas são reconhecidas de fato, inclusive tendo seus representantes nomeados para funções públicas em organismos vinculados aos interesses dos trabalhadores, como o FAT, FGTS, Conselho Estadual do Trabalho.

VI. A Convenção 87 da OIT

Convenção 87 da OIT está sendo analisada no Senado Federal, já tendo sido aprovada na Câmara dos Deputados. Caso venha a ser aprovada em definitivo, estabelecerá o princípio da plena liberdade sindical, pelo qual poderão ser criados os sindicatos livremente. Porém, diante das normas da Constituição, sua aplicação estará condicionada pela Carta Magna. Portanto, mesmo aprovada, sua aplicação dependeria de reforma constitucional, através de proposta de emenda constitucional (PEC).

VII. Propostas de emenda constitucional

Foram apresentadas na Câmara dos Deputados e no Senado Federal as seguintes emendas constitucionais face o artigo 8.º: - PEC 29/2003 - Deputados Maurício Ramos e Vicentinho (Pluralidade sindical) - PEC 121/2003 - Dep. Almir Moura (Centrais Sindicais - Contribuição negocial) - PEC 314/2004 - Dep. Ivan Valente (Pluralidade sindical) - SF PEC 40/2003 - Sem. Sibá Machado (Substituição processual - Eliminação da contribuição sindical). As propostas de emenda constitucional estão na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e ainda não se iniciou a discussão das mesmas).

Na CCJC a Proposta de Emenda Constitucional terá parecer apenas quanto a constitucionalidade da matéria. Caso seja rejeitada, será arquivada. Caso seja aprovada na CCJC, será formada Comissão Especial para o recebimento de emendas e a análise do mérito. Caso haja aprovação da PEC na Comissão Especial, irá a voto no plenário, em dois turnos, dependendo de três quintos de votos de aprovação, ou seja, de 308 dos 513 deputados federais. Se aprovada, irá ao Senado Federal. O Ministério do Trabalho e Emprego encaminhou ao Presidente da República sua proposta de emenda constitucional ao artigo 8.º da CF/88 que, caso seja remetida à Câmara dos Deputados, será incorporada às propostas já existentes, tendo a mesma tramitação que as demais.
Fonte: Edésio Passos e-mail: edesiopassos@terra.com.br





Postado por: Adir de Souza
Data: 10/02/05 10:16:49 h

ACIDENTE FATAL
Agência Estado


Quarta-feira, 09 de fevereiro de 2005 - 04h06


Explosão em mina na Sibéria faz nove mortos



Moscou - Pelo menos, nove pessoas morreram e 17 foram dadas como
desaparecidas, em conseqüência de umaexplosão, provavelmente por gás metano,
hoje, na mina Esaulskaya, na localidade de Novokuznetsk, na Sibéria,
informou uma fonte local. Segundo a fonte, dois feridos foram internados em
estado grave.

Postado por: Adir de Souza
Data: 10/02/05 10:13:13 h

ACIDENTE COM CALDEIRA
Agência Estado

VERMELHO Quarta-feira, 09 de fevereiro de 2005 - 08h33

Explosão em caldeira deixa dois feridos em SP

São Paulo - Duas pessoas ficaram gravemente feridas após a explosão de uma
caldeira de uma indústria de embalagem, por volta das 7h45 de hoje, na rua
Hassib Mofarrej, 1.100, na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo. De
acordo com informações do Corpo de Bombeiros, quatro viaturas foram enviadas
para o local. Não há informações sobre as causas da explosão.VERMELHO

Postado por: Adir de Souza
Data: 04/02/05 12:55:06 h

04/02/2005 memória da reunião da CTPP NOVAS NORMAS REGULAMENTADORAS EM NEGOCIAÇÃO

Realizada, no último dia 31 de janeiro, na FUNDACENTRO/SP, a 40ª Reunião Ordinária da Comissão Tripartite Paritária Permanente - CTPP, que definiu a pauta de elaboração e alteração das próximas Normas Regulamentadoras a serem negociadas:

a) Criação do Grupo Técnico de Trabalho e elaboração da Norma Regulamentadora de Espaços Confinados.

A proposta base já foi colocada em consulta pública e, assim que as bancadas nomearem seus respectivos representantes, serão iniciadas as negociações tripartites.

b) Alteração da Norma Regulamentadora n° 12 - Maquinas e Equipamentos.

O DSST iniciará as ações para elaboração da proposta base de alteração da NR 12 (Máquinas e Equipamentos). A primeira delas será a realização de um seminário envolvendo os diversos atores sociais responsáveis pela fabricação e utilização de máquinas e equipamentos.

c) Proibição de Prensas de Engate por Chaveta O DSST elaborará, ainda neste trimestre, proposta base para proibição de fabricação de prensas de engate por chaveta em todo o território nacional.

d) Proteção de Máquinas e Equipamentos Agrícolas

Após a publicação da NR 31(Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal e Pesca), será criado um Grupo de Trabalho para elaborar proposta base de proteção de máquinas e equipamentos agrícolas.

- O DSST apresentou proposta de elaboração do Anexo da NR 17 (Ergonomia), para definição de condições de segurança e saúde no setor de teleatendimento. A proposta foi aceita pelos trabalhadores, entretanto, a bancada patronal solicitou nova avaliação para o segundo semestre, após a conclusão de outras Normas em negociação, especialmente o Anexo de Checkout de Supermercados.

- A bancada dos trabalhadores apresentaram proposta de negociação da NR 7 (Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional) e NR 9 (Programas de Prevenção de Riscos Ambientais), o que será também avaliado após conclusão de outras normas gerais em negociação.

Mais informações: Rogério - Coordenação-Geral de Normatização e Programas (61) 317 6767

AGENDA DE EVENTOS PARA 2005-02-04

PUBLICADA PORTARIA ALTERANDO REDAÇÃO DA NR 18

Publicada no DOU de 27/01/2005 - Seção I, a Portaria n° 114 de 17 de janeiro de 2005, que altera a redação dos itens 18.14.24 (Gruas) e 18.18 (Telhados e Coberturas), inclui o Anexo III e insere definições no Glossário da Norma Regulamentadora 18, alterando os itens 18.14.24 e 18.18, com objetivo de atualizar o texto normativo relativo à dinâmica do processo produtivo do Setor da Indústria da Construção.

Portaria disponível no site do MTE a partir do dia 14/02.

Mais informações: Rogério - Coordenação-Geral de Normatização e Programas (61) 317 6767

PUBLICADA PORTARIA INTERMINISTERIAL N° 19, DE 28/01/05 - ESTABELECE METAS DE INSPEÇÃO DO TRABALHO PARA 2005

Publicada no DOU de 31/01/2005 a Portaria Interministerial nº 19, de 28/01/05, que estabelece as metas da Inspeção do Trabalho para 2005. Na área de segurança e saúde no trabalho, a principal novidade é a alteração do critério de priorização de atividades econômicas. Para 2004, o critério se baseava na gradação de risco da legislação previdenciária. Para 2005, foi construída uma relação de setores econômicos prioritários, com base em critérios epidemiológicos, a partir dos dados estatísticos de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho.

As novas regras valorizam a análise de acidentes de trabalho graves e fatais, resgatando sua importância como ferramenta na prevenção.

Portaria disponível no site do MTE a partir do dia 14/02.

Mais informações - Coordenação Geral de Fiscalização e Projetos - 61 317 669


Postado por: Adir de Souza
Data: 04/02/05 12:55:06 h

LER DORT
Ler – Lesões por Esforços Repetitivos - e Dort – Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho - estão preocupando empresas e funcionários. Os profissionais acometidos por estes problemas, que atingem pessoas de várias idades, precisam se manter afastados de suas atividades profissionais por um determinado período. Segundo uma pesquisa realizada em outubro de 2001 pelo Datafolha, 64% dos 1.072 profissionais entrevistados com LER e DORT afirmam que os sintomas das doenças prejudicam o desempenho profissional; todos já tiveram quer ficar afastados da empresa por um determinado período.

As conhecidas doenças profissionais atingem pessoas que realizam o mesmo tipo de movimento diversas vezes ao dia. \"LER e Dort são problemas que podem ocorrer quando a pessoa usa demais uma determinada parte do corpo, repetindo ou mobilizando gestos, o que causa um sofrimento local nas articulações\", explica o ergonomista Laerte Idal Sznewar.

Para Laerte, o problema não é está nas pessoas, mas sim no que elas fazem e na maneira como fazem. Estas doenças não atingem somente os profissionais que passam grande parte do dia digitando, mas qualquer outro que fique muito tempo fazendo os mesmos movimentos, principalmente os que trabalham com produção em série, linhas de montagem e desmontagem, atividades que exigem exercícios muito fragmentados. \"O relaxamento da postura, punhos estendidos e todas as tarefas mal projetadas também são causadoras do problema\", alerta o ergonomista.

PRATICANDO EXERCÍCIOS PARA EVITAR ESFORÇOS REPETITIVOS

Para Laerte, as pessoas podem e devem fazer exercícios dentro ou fora do trabalho, mas fazer só isso é errado. \"Só a ginástica laboral não adianta; ela é uma pausa que tira a pessoa da situação de estresse, mas sozinha não resolve, apenas só reduz as queixas\", explica. Segundo o especialista, também é preciso melhorar o trabalho e ter em mãos as ferramentas adequadas para isso. \"Não adianta fazer os exercícios e trabalhar numa mesa pequena, onde só cabe o computador, sem espaço para apoiar o braço, por exemplo\", questiona.

Fábio Branco Cabral concorda com Laerte ao dizer que o posto de trabalho é como se fosse um carro: quando entramos nele, precisamos ajustar o banco e os retrovisores. Na Softway, por exemplo, assim que um novo funcionário chega ele preenchimento um formulário sobre a sua estatura e o seu posto de trabalho. \"De acordo com as respostas, fornecemos os equipamentos adequados ao posto de trabalho e ao porte físico do novo colaborador, além de dar orientações sobre os ajustes dos equipamentos e orientação postural\", complementa. E atenção: nem sempre comprar equipamentos de escritório mais baratos é sinônimo de economia. Se a empresa fornece um equipamento qualquer ao funcionário, pode perder o que economizou nos dias em que o colaborador pedir afastamento por problemas como LER ou DORT. \"Às vezes, uma economia aparente pode causar prejuízo. É preciso projetar as tarefas com ferramentas adequadas e escolher com cuidado os equipamentos de trabalho\", aconselha Laerte.

Essa situação tem levado empresas de gestão de seguro- saúde a trabalharem dobrado, pois, ao mesmo tempo em que desejam manter seus colaboradores com bom atendimento médico, as corporações não querem correr o risco de garantir o benefício, mas cavar um abismo em suas contas de modo a ter num futuro próximo muitos colaboradores saudáveis, porém sem salários.




Postado por: Adir de Souza
Data: 01/02/05 13:09:42 h

1º ENCONTRO DE 2005
--------------------------------------------------------------------------------

Um grande abraço aos colegas de Maringá e região que compareceram ao encontro dos Técnicos de cooperativas e Usinas, foi muito bom rever os dinossauros da categoria E EXPERIENTE Colegas como o Valentim, elair(com maior repeito) e turma nova, e quem tirou fotos do evento favor nos enviar para colocarmos na nossa página, e quando realizar a sua SIPAT nos envie programação e fotos
um grande abraço a todos


Postado por: Adir de Souza
Data: 27/01/05 19:08:57 h

PISO SALARIAL
PISO SALARIAL 2005 - SALÁRIO NORMATIVO
Fica assegurado para os TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO em todo Estado do Paraná
salário normativo de ingresso no valor de, R$ 860,53 (oitocentos e sessenta Reais e
cinqüenta e três centavos) mensais.

Tendo em vista que a presente convenção coletivade trabalho estar sendo celebrada ao final do mêsde janeiro, eventuais diferenças deverão ser pagas junto ao pagamento no mês subseqüente.



Postado por: Adir de Souza
Data: 25/01/05 13:56:53 h

ENCONTRO DOS TÉCNICOS DE USINAS E COPERATIVAS EM MARINGA
C O N V I T E

TEMOS O PRAZER EM CONVIDÁ-LO PARA O 1º ENCONTRO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DAS USINAS DE AÇÚCAR E ÁLCOOL , COOPERATIVAS DO ESTADO DO PARANÁ, A SER REALIZADO NO DIA 29/01/2005, NA CIDADE DE MARINGÁ - PR.

INICIO AS 08:00 HS DIA 29/01/2005
TEMAS DO ENCONTRO: PERÍODO DA MANHÃ

* PALESTRA SOBRE NR 10
* PALESTRA SOBRE IMPORTÂNCIA DOS PÉS
* APRESENTAÇÃO LINHA INDURA - ROUPAS DE PROTEÇÃO CONTRA ARCO
ELÉTRICO, FOGO REPENTINO E EXPOSIÇÃO AO FOGO - IDEALWORK
* APRESENTAÇÃO LINHA EPI \'s - IDEALWORK
* APRESENTAÇÃO LINHA UNIFORMES PROFISSIONAIS - IDEALWORK
* APRESENTAÇÃO LINHA DE CALÇADOS DE SEGURANÇA - MARLUVAS
* TROCA DE INFORMAÇÕES - RELATOS / NECESSIDADES/ E SUGESTÕES
ENTRE OS PARTICIPANTES

ENCERRAMENTO DOS TRABALHOS

C H U R R A S C O


PERÍODO DA TARDE : ATIVIDADES RECREATIVAS
FUTEBOL, PISCINA , PEDALIN NO LAGO, TRUCO, RODA DE MUSICA -KARAOKÉ, E TUDO QUE FOR SAUDÁVEL , NÃO ESQUEÇAM DOS TRAJES APROPRIADOS PARA CADA ATIVIDADE DE LAZER..


CONFIRMAR SUA PRESENÇA VIA E-MAIL : luisalmeida@netpar.com.br -
Fone :41-9997-7413 / 41-3033-3232 - ATÉ DIA 24/01/2005 PARA PLANEJAMENTO DE ALIMENTAÇÃO.
P - M - G - GG
ü Nome: Camiseta:
ü Endereço: Cidade:
ü Empresa: Depto.:
ü E-mail: Fone:

ESTE EVENTO É PROMOVIDO PELA PRO – AMBIENTES
COM O APOIO DO SINDICATO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO NO ESTADO DO PARANÁ


PATROCINADORES

MARLUVAS CALÇADOS DE SEGURANÇA LTDA

IDEALWORK UNIFORMES E EPI\'S LTDA
E SINTESPAR



ENDEREÇO:
ALDEIA DAS AGUAS
Rodovia Maringá / Campo Mourão - 3km após o novo Aeroporto -
Maringá/PR Fone: (44) 3026-1200 - CEL. 44-9121-8357










Postado por: Adir de Souza
Data: 19/01/05 14:51:00 h

CURSOS 2005
# CURSO IMPLEMENTAÇÃO DA NOVA NR - 10
Sócio Em Dia R$75,00 - demais R$150,00
Carga horária: 9h. Das 19h às 22h.
20/02 à 23/02

# PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO
Sócio em dia R$ 75,00 – Demais R$ 150,00
Carga horária: 12h das 19 às 22h.
28/03 À 31/03

# PROFESSOR DE CIPA (TÉCNICAS DE TREINAMENTOS)
Sócio em dia R$ 150,00 – Demais R$ 300,00
Carga horária: 30h - das 19 as 22h.
25/04 à 06/05

# FORMAÇÃO DE INSTRUTOR DE TREINAMENTO DE PREVENÇÃO
E COMBATE A INCÊNDIOS
Sócio em dia R$ 225,00 – Demais R$ 450,00
Carga horária: 12 h - das 19 às 22h.
07/03 à 10/03
09/05 à 12/05
Aula Prática: das 8 às 14h.
12/03 e 14/05

# TÉCNICAS DE UTILIZAÇÃO DE INSTRUMENTOS DE MEDIÇÕES DE AGENTES AMBIENTAIS
Sócio em dia R$ 75,00 – Demais R$ 150,00
Carga horária: 12 h - das 19 às 22h.
14/03 à 17/03

# ELAB./IMPLEMENTAÇÃO DO PPRA – PREV. DE RISCOS AMBIENTAIS
Sócio em dia R$ 75,00 – Demais R$ 150,00
Carga horária: 12 h - das 19 às 22h.
21/03 à 24/03

# CURSO INSTRUTOR DE OPERADORES DE EMPILHADEIRA
Sócio em dia R$ 150,00 – Demais R$ 300,00
Carga horária: 18 h - das 19 às 22h.
04/04 à 07/04
Aula Prática: das 8 às 14h.
09/04

# ELABORAÇÃO DE ANÁLISE ERGONÔMICA
Sócio em dia R$ 75,00 – Demais R$ 150,00
Carga horária: 12 h - das 19 às 22h.
11/04 à 14/04

# CURSO PRIMEIROS SOCORROS/ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR
Sócio em dia R$ 75,00 – Demais R$ 150,00
Carga horária: 12 h - das 19 às 22h.
16/05 à 19/05

# OS INTERESSADOS ENTRAR EM CONTATO PELO E-MAIL
sintespar@brturbo.com

Postado por: Adir de Souza
Data: 12/01/05 12:58:04 h

DELEGADO DO TRABALHO FALA PARA O REQUIÃO QUADRO DA ÁREA DOTRABALHO NO PARANÁ
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO
DELEGACIA REGIONAL DO TRABALHO DO PARANÁ






REQUIÃO E SERATHIUK SE REÚNEM

COM MEMBROS DO GOVERNO ESTADUAL


O Governador Roberto Requião promoveu uma reunião, em seu gabinete com a presença dos Secretários de Estado Mauricio Requião da Educação, Reinhold Stephanes do Planejamento, Padre Roque do Trabalho, Milton Buabssi de Assuntos da Comunidade, os diretores do Brde Carlos Mares e Amadeu Geara e o diretor do Banco Social Antonio Rycheta, para que o Delegado Regional do Trabalho, Geraldo Serathiuk, apresentasse a visão do Ministério do Trabalho e Emprego sobre as políticas de qualificação, aprendizagem, economia solidária e a importância da participação dos sindicatos na estruturação dos arranjos produtivos. Serathiuk fez críticas ao modelo de desenvolvimento econômico implantado no governo anterior que levou ao aumento do desemprego, da informalidade, dos níveis de acidente de trabalho e da diminuição da renda dos trabalhadores. E, mesmo enaltecendo as políticas do governo federal e estadual na área do crédito e de políticas fiscais que geraram 220 mil empregos no Estado, afirmou que existem milhares de desempregados que precisam ser organizados de forma solidária com apoio de políticas de qualificação, crédito e fiscais diferenciadas para que possam ter trabalho. Da reunião coordenada pelo Governador Roberto Requião ficou decidido que a Secretaria de Estado do Planejamento vai analisar a estruturação das redes de cooperativas de produção de economia solidária, a entrada do Brde, Banco Social e Secretaria de Estado do Planejamento (coordenadoria de arranjos produtivos) no Conselho Estadual do Trabalho e a implementação de ações conjuntas da Secretaria de Estado da Educação, MPE e da DRT com objetivo de formação de aprendizes.





ASSESSORIA DE IMPRENSA

041 219-7774


Postado por: Adir de Souza
Data: 10/01/05 16:20:27 h

FISCALIZAÇÃO DO MINISTERIO DOTRABALHO
M I N I S T É R I O

DO TRABALHO

E E M P R E G O

Delegacia Regional do Trabalho no Estado do Paraná




DRT do Paraná fiscalizará setores que geram maior numero de acidentes e mortes no trabalho



A Delegacia Regional do Trabalho por meio de diretriz da Secretaria de Inspeção do Trabalho do M.T.E., fiscalizará em 2005 as atividades consideradas de risco 3 e 4 pela legislação previdenciária, que geram o maior numero de acidentes e mortes no trabalho. Os setores que serão mais fiscalizados são os de: extração mineral, cultivo agrícola, agrotóxico, inseticida, frigoríficos, madeira, papel, plástico, tinta, química, pneus, cimento, combustíveis, galvânicas, metal-mecanica, transporte coletivo e rodoviário, obras viárias, construção pesada, energia, comércio atacadista entre outros. Segundo o Delegado Regional do Trabalho Geraldo Serathiuk, Paraná hoje é o 4º Estado em acidentes e mortes, com uma média nos últimos anos, de 28 mil acidentes e 230 mortes. Este fator gera ao Brasil um déficit de R$21 bilhões de reais ao ano, com custos acidentários só na economia formal.



Assessoria de imprensa

041 219-7774


Postado por: Adir de Souza
Data: 28/12/04 10:52:58 h

ACIDENTE EM TOLEDO
27/12/2004

Acidente com trator mata um homem em Toledo

Um grave acidente com trator matou um homem, neste domingo à tarde, em Toledo. O veículo teve a carreta agrícola desengatada quando trafegava em uma estrada na área rural. Na carreta estavam pelo menos 10 pessoas que voltavam de um piquinique.

Como a carreta desengatou em uma subida, ela desceu de ré totalmente desgovernada. As pessoas conseguiram saltar. Mas, mesmo tendo saltado, Antônio Mateus Kappes, decidiu verificar - sobre a carreta - se nenhuma criança havia ficado. Neste momento, a carreta capotou matando-o no local.

Informações da Tarobá


Simone Albieri - Folha News
Londrina





27/12/2004
Caminhão-tanque explode e mata quatro na BR-116

A explosão de um caminhão-tanque, na madrugada deste domingo, matou quatro pessoas e interditou um trecho da BR-116, entre Curitiba e São Paulo, durante 13 horas.

De acordo com a PRF, um caminhão contendo grande quantidade de gás liquefeito de petróleo (GLP), invadiu a pista contrária da Rodovia Régis Bitencourt, no KM 356, em Miracatu, no Vale do Ribeira, na BR-166. O tanque do veículo explodiu e atingiu uma carreta carregada de arroz. Outros seis carros que transitavam nos dois sentidos do trecho também foram atingidos pelas chamas.

Quatro pessoas, inclusive o motorista do caminhão-tanque, foram carbonizadas e ainda não puderam ser identificadas pela polícia, que também procura por mais corpos. Outras cinco vítimas estão internadas em estado grave.

Os oficiais estão apurando as causas do acidente e não descartaram a hipótese do motorista ter dormido ao volante.


Simone Albieri - Folha News
Londrina



Postado por: Adir de Souza
Data: 28/12/04 10:24:23 h

ACIDENTE DO TRABALHO GERA PENSÃO AO FILHO
26/12/2004 - Última Instância

Acidente de Trabalho - Morte gera indenização para filho


Pai morre em acidente de trabalho e menor ganha indenização

A Oitava Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais condenou o Município de Timóteo a pagar uma indenização de R$20.000 a um menor (representado inicialmente no processo pela mãe Maria Luzia Vieira) por danos morais, pela morte de seu pai em 02/05/2000. Além disso, ficou determinado que receberá uma pensão até os 25 anos de idade, referente a 2/3 do último salário recebido pelo seu pai em vida.

O pai do menor José Aparecido Vieira era carpinteiro e realizava reparos no telhado da Escola Municipal Carlos Drummond de Andrade, a sete metros de altura, utilizando apenas uma tábua como equipamento de proteção, quando pisou em falso e caiu, sofrendo traumatismo craniano que resultou em sua morte. As testemunhas ouvidas no processo afirmaram que ele trabalhava sem equipamentos de segurança e sem instruções para a realização adequada do serviço que prestava.

Para o município de Timóteo, a culpa do acidente é exclusivamente da vítima que estaria distraída e abalada psicologicamente devido à doença de sua esposa (acometida de tumor cerebral, vindo a falecer em 06/09/2000).

Sendo assim, a tutela do menor e representação no processo foi transferida para sua tia paterna Maria Aparecida Vieira. O município solicita a redução do valor fixado a título de danos morais e do prazo de pagamento da pensão mensal, para que seja devida até que o autor complete 18 anos de idade.

Segundo o relator do processo, o desembargador Roney Oliveira, a vítima não recebeu capacete, cinto de segurança, cordas ou qualquer outro equipamento exigido pelas normas de segurança, para evitar acidentes de trabalho, tendo sido o serviço realizado de forma precária e inadequada. \"A contribuição da vítima para o sinistro influi no valor da indenização a ser fixada, e tendo em vista a precariedade das condições de trabalho, conclui-se que qualquer pessoa em seu lugar corria o mesmo risco de vida, pelo que a culpa não pode a ela ser atribuída, nem sequer em menor grau\", justifica o relator.

Para o desembargador, não há dúvidas que o autor, mesmo na tenra idade sofrerá abalos psicológicos causados pela falta do pai, o que merece ser reparado através da indenização por danos morais. \"Os primeiros anos de vida são muito importantes na formação da personalidade de qualquer indivíduo, motivo pelo qual considera-se essencial o apoio psicológico dos pais, do que já foi privado o menor, também pelo falecimento de sua mãe por motivo de saúde\".

O relator considerou a pensão mensal estabelecida na sentença suficiente para que o menor possa ser alimentado e educado, considerando também o prazo de pagamento até 25 anos de idade, devido às necessidades do menor no que se refere à sua formação escolar e cultural, sobretudo por sua condição de órfão.

TJ-MG


Postado por: Adir de Souza
Data: 23/12/04 10:38:50 h

GERALDO SERATHIUK FALA DOS PROBLEMAS
Curitiba - O delegado Regional do Trabalho no Paraná, Geraldo Serathiuk, avalia que os números do crescimento econômico deste ano, e, por conseqüência, do emprego é motivo de comemoração. Mas, a exemplo do presidente Lula, garante que ainda há muito por fazer.
\"É importante perceber que mesmo com políticas de popularização do crédito e de incentivos fiscais para os pequenos e médios empresários, que diminuiu a informalidade e a aprovação de novos marcos regulatórios que ajuda o crescimento, ainda precisamos trabalhar para uma maior inclusão social e melhoria dos níveis de renda\".
O delegado lembra que o Paraná continua com índices muito altos de informalidade, quarto colocado em níveis de acidente e morbidez no trabalho e os salários ainda estão muito baixos. Serathiuk informa que os setores que tem gerado emprego, por estarem exportando, a exemplo dos frigoríficos, têm problemas de baixos salários e de geração excessiva de doenças por movimentos repetitivos. \"No caso do setor da madeira, registra-se ainda elevada ocorrência de acidentes no serviço, no setor agrícola temos altos índices de informalidade, exportando, sim, déficit previdenciário para o futuro. No segmento do vestuário, além da informalidade, temos baixos salários e a exposição dos trabalhadores a ambientes de trabalho precário\".
Geraldo Serathiuk avalia que o mérito do presidente Lula tem sido o de ressaltar o crescimento econômico e do emprego, mas, ao mesmo tempo, reconhecer a necessidade de melhorar a distribuição da renda, na busca de um crescimento com inclusão social. \"E a população está entendendo isso, ao demonstrar aprovação nas pesquisas, enquanto que governantes que só comemoram sem mostrar a dura realidade e o que pretendem fazer, não tem tido aprovação\", comenta o delegado do Trabalho.
Serathiuk ressaltou a importância do governo propor uma lei da economia solidária, dando apoio de crédito e fiscal às cooperativas, para que a população que vive na informalidade, principalmente nas regiões metropolitanas, seja incluída socialmente. Ele também defende um novo modelo de educação profissional e de qualificação gratuita, envolvendo o setor educacional público e o sistema \"S\" (Sesc, Senai, Senac), a disseminação dos consórcios de produtores rurais para combater a informalidade no campo e o agendamento da discussão da melhoria na renda dos trabalhadores durante a implantação dos arranjos produtivos.
\"Afinal, não adianta comemorarmos crescimento sem distribuição de renda. Isso já aconteceu no Paraná no governo passado, mas a maioria da população não recebeu os benefícios do crescimento. É só ver os índices de acidentes, informalidade, desenvolvimento humano e renda e a perda da capacidade de investimento dos municípios e do Estado\", compara Geraldo Serathiuk.

Quarta-Feira, 22 de Dezembro de 2004 - http://www.gazetadoparana.com.br/





--------------------------------------------------------------------------------

Postado por: Adir de Souza
Data: 26/11/04 12:12:39 h

FAZER PÓLITICA TAMBÉM É SEGURANÇA NO TRABALHO
Vilson
E´isto que se tem que fazer imaginem se todos os Municipios do Paraná os nossos colegas começarem a fazer este Trabalho, irão falar mais de Segurança do Trabalho, participarem do conselho municipal de sáude nos ocuparemos um espaço, e quanto podemos melhorar as condições de trabalho que irá beneficiar milhares de trabalhadores e irá dar visibilidade a nossa profissão para termos mais respeito para que até as prefeitura contratem pois, são poucas que tem o SESMT Você foi uns dos poucos que está colocando em pratica de verdade parabens, e vou tomar a liberdade e vou enviar o seu e-mail para toda a minha lista.
E para a vereador DIRCEU DIMAS PEREIRA que abraçou a nossa causa QUE NÃO É SÓ NOSSA É DE TODOS OS TRABALHADORES DO BRASIL PARABENS PELO TRABALHO.
E ISTO É PAPEL DE VEREADOR DE VERDADE E NÃO FICAR SO FAZENDO RROJETO DE LEI DE NOME DE RUA E DANDO ONIBUS PARA VELORIO
ADIR DE SOUZA


Prezado Adir: E demais amigos, dia 27 é reconhecido como nosso dia, um dia muito importante como as demais profissões, mas falo de coração que desde o momento em que assumi a missão de ser Técnico de Segurança, senti o peso da verdadeira responsabilidade.
Prezados amigos: Me sinto muito util a sociedade, principalmente quando sou procurado para prestar o pouco de minha formação tanto para o mais humilde funcionario de chão de fabrica como para o mais alto cargo, tambem sou muito procurado por Universitarios para auxiliar e fornecer subesidios para trabalhos.
Esta semana pegando o exemplo do nosso Sindicato Requeri junto ao Presidente da Camera Municipal de Pato Branco, Vereador Dirceu Dimas Pereira para que neste mes que é comemorado nosso dia seja feito uma Lei para que o Municipio junto as entidades DRT, Secretarias de Saude, Regionais de Saude, Vigilancia Sanitaria, APSEST: Associação dos Profissionais de Segurança e Saude do Trabalho e atividades Afins, promovam no Municipio a Semana de Prevenção de acidentes no Trabalho.
Nosso amigo Dirceu vai fazer um esforço para que seja votado este ano ainda em carater extraordinario.
Solicito aos amigos que desejarem enviar E-mail para nosso amigo Vereador Dirceu Dimas Pereira agradecendo a atenção que ele deu para nossa classe.
E-mail: ddpmulti@brturbo.com.br (Dirceu Dimas Pereira)Pato Branco_Pr.

Postado por: Adir de Souza
Data: 16/11/04 12:13:54 h

SEGURANÇA DO TRABALHO
EMPRESAS SE ESQUECEM DA SAÚDE DO TRABALHADOR

Nos últimos oito anos o Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná subiu de R$ 35 bilhões para R$ 70 bilhões. Seria uma boa notícia para os trabalhadores, se a atenção à segurança e a qualidade de vida também tivessem evoluído. Mas não é o que observa o chefe do Setor de Segurança e Saúde do Trabalhador da Delegacia Regional do Trabalho, Sérgio Silveira de Barros. \"Ainda estamos longe de alcançar um ambiente plenamente saudável\", comenta.

Barros afirma que muita coisa melhorou nos últimos 10 anos, mas os empresários ainda não têm muita preocupação em humanizar o ambiente de trabalho. Não conseguem enxergar o trabalhador como um ser integral, que são diferentes uns dos outros e cada um tem os seus limites. \"Quando surgem problemas, são apenas peças que se desajustaram\", fala.

Um dos termômetros que indicam que a produtividade aumentou significativamente é a elevação do PIB paranaense. No entanto, as empresas têm conseguido esse desenvolvimento com um número cada vez menor de trabalhadores. Em muitos casos, quem consegue a vaga acaba sobrecarregado e aceita a pressão com medo do desemprego. \"Cada vez mais são usados métodos sofisticados de produção. Mas a relação trabalho versus capital continua a mesma\", comenta.

O resultado disso pode ser medido pelas estatísticas de acidentes de trabalho, que estão em ascendência. No Paraná, em 2001, foram 23.231, em 2002, 27.710 e em 2003, 28.862. Eles mostram inclusive, que nos últimos anos pode ter havido um retrocesso na área de segurança do trabalhador. Em 1998, eram 30 mil, depois os números tiveram uma boa queda, mas agora estão voltando aos patamares anteriores.
\"Precisamos estudar mais a situação para encontrar a explicação\", fala Barros.

O setor campeão de problemas é o moveleiro. Os trabalhadores precisam movimentar toras pesadas de madeira e, entre as várias atividades, lidar com serras afiadas. \"Geralmente os acidentes ocorrem devido a falta de equipamentos adequados\", comenta Barros. Além disso, nas serrarias o barulho é muito intenso e a poeira é presença constante, o que pode provocar a surdez e problemas respiratórios.

Em segundo lugar está o setor de logística, transporte e movimentação de cargas. \"Os acidentes ocorrem com empilhadeiras, guindastes e caminhões\", comenta. Já a construção civil melhorou os seus índices, mas ainda aparece em terceiro lugar.

Doenças

O número de casos de doenças laborais é bem menor do que os acidentes de trabalho. Em 2001 foram 635, em 2002, 906 e em 2003, 958. Barros fala que a estatística está subestimada. Para ele, o Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS) ainda possui uma visão conservadora no reconhecimento das patologias com caráter laboral. A maioria é classificada como doenças comuns.

Quem acaba prejudicado é o trabalhador, que após a sua recuperação, teria um ano de estabilidade no emprego. Nesses casos, a empresa teria que melhorar o ambiente de trabalho ou mudá-lo de função para que não voltasse a ficar doente, em vez de apenas mandá-lo embora.

Entre as doenças, o Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho (Dort) está em primeiro lugar sendo a metade dos casos. Depois vem as perdas auditivas com 30% e por último as doenças de pele e respiração.

A Dort é comum no setor de comércio e serviços. Um dos culpados é o mobiliário usado pelos funcionários, além do esforço repetitivo. Outros segmentos que apresentam o problema são a indústria de automóveis e, mais recentemente, as empresas de call center e os abatedouros de carne. No próximo ano, a meta do Ministério do Trabalho será fiscalizar mais de perto os dois últimos setores.

A surdez também faz muitas vítimas devido a falta de proteção adequada. A maioria das empresas cumpre apenas uma das exigências, a do uso de protetores de ouvido individuais. No entanto, é a menos eficiente. Ainda não existe a preocupação em isolar acusticamente a máquina.

Custo-Brasil

Para Barros, a postura dos empresários não é muito inteligente. Ele explica que várias pesquisas já mostraram que para cada R$ 1 investido na saúde do trabalhador, o retorno é de R$ 5. O Brasil também sai perdendo. Por ano, o INSS e a saúde pública gastam R$ 21 bilhões, cerca de um terço do PIB paranaense. Barros compara os valores com a construção da usina hidrelétrica de Itaipu. \"A cada dois anos teríamos recursos para construir pelo menos uma. É o custo-Brasil que ainda é muito pouco estudado\", comenta.
Fonte: Elizangela Wroniski [14/11/2004]



MULHERES SÃO MAIS SUSCETÍVEIS AS DORTS

Entre as Doenças Osteomusculares Relativas ao Trabalho (Dort) as mais comuns são a tendinite, a cervicobraquialgia, síndrome do carpo e a lombalgia. Todas elas são provocados devido ao esforço repetitivo ou porque as pessoas trabalham muito tempo em pé. Segundo o médico do trabalho que atua no Hospital de Clínicas (HC) da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Walcemir Rolandi Vieira, dependendo da atividade, até 15% dos trabalhadores de uma empresa podem ser acometidos pelo problema.

A maioria das pessoas atingidas é mulher. Walcemir explica que isso acontece devido a musculatura que é mais frágil. Outro dado importante é o fato que o sexo feminino tem tendência maior a depressões, doença que também está relacionada a Dort.

O problema também acomete trabalhadores que têm dupla jornada de trabalho, a fim de aumentar a renda. O médico comenta que em alguns casos as pessoas chegam a ficar até um ano afastadas do trabalho. Quando retornam, precisam ser deslocadas para outro setor para que o problema não volte.

Para evitar o problema, ele aconselha que as empresas adotem a ginástica laboral e também que os trabalhadores fortaleçam a musculatura através de exercícios físicos.




Postado por: Adir de Souza
Data: 11/11/04 14:57:43 h

AGROTOXICOS MATA NO PARANÁ
Vida e Saúde jornalismo@parana-online.com.br


Agrotóxicos mataram 3.368 pessoas em 5 anos no Paraná
Rosângela Oliveira [ 11/11/2004 ]

Nos últimos cinco anos, 3.368 pessoas morreram no Paraná vítimas de intoxicação por agrotóxicos. Desse total, 37% foram suicídios, 42% por uso profissional e 15% por acidentes. Os dados preliminares de 2004 apontam 420 vítimas de intoxicação, sendo 44% por suicídio. O levantamento é da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa). A inversão nos casos vem preocupando as autoridades.


A bióloga chefe da Divisão de Zoonoses e Intoxicação da Sesa, Giselia Rúbio, diz que esses números podem estar aquém da realidade, pois existem muitas subnotificações de casos. Ela comenta ainda que em muitas situações de intoxicação a culpa não é apenas do agricultor. \"Muitas vezes ele é apenas um empregado, e o patrão não disponibiliza EPI (equipamento de proteção individual) ou orientação técnica para o manuseio dos produtos\", aponta.

Para ter acesso aos agrotóxicos, o agricultor precisa de uma receita, que só pode ser indicada por um técnico ou engenheiro agrônomo. Mas o que acontece em alguns casos, cita a bióloga, é que algumas revendas acabam disponibilizando os produtos sem a receita. \"O profissional também tem sua parcela de culpa quando não verifica isso ou não orienta da forma adequada\", argumenta.

O presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Paraná (Crea-PR), Luiz Antônio Rossafa, diz que outro problema preocupante é o volume de produtos contrabandeados que circulam no Brasil. Rossafa diz que isso prova a fragilidade da fiscalização federal. Segundo o presidente do Crea, o órgão vem fiscalizando as terapias de risco na produção rural, mas é preciso que todos façam a sua parte. \"Sem participação dos profissionais, cooperativas e produtores, fica difícil uma produção sem risco\", diz.

Consciência

Na opinião dos profissionais, para tentar reverter esse quadro é preciso uma conscientização da população. \"Temos que buscar uma outra opção de agricultura, seja orgânica ou hidropônica, para a incidência de produtos no campo ser menor\", pondera Giselia Rúbio. Com o aumento da procura, acrescenta, também haverá uma queda nos preços, liquidando com os argumentos de que esse tipo alimento é mais caro. Luiz Antônio Rossafa vai mais longe e diz que, antes de consumir um produto sem agrotóxico, as pessoas devem ter em mente que estão valorizando uma agricultura familiar, e que atrás dela vem uma série de outros valores agregados.



Postado por: Adir de Souza
Data: 09/11/04 14:14:04 h

AMIANTO MATA!
DIREITOS HUMANOS

Morto pelo amianto

O ex-operário da Brasilit Sebastião Alves da Silva, símbolo internacional da luta contra a fibra cancerígena, perdeu sua última batalha

ELIANE BRUM


Raphael Falavigna/ÉPOCA
\'\'Sei que vou terminar minha
vida num tubo de oxigênio,
mas não quero morrer me
sentindo uma formiguinha\'\'

SEBASTIÃO ALVES DA SILVA,
ex-operário da Brasilit
ASFIXIA Sebastião perdeu parte do pulmão esquerdo de câncer e o direito pela asbestose

Sebastião Alves da Silva parou de respirar às 23h20 da sexta-feira 15. Ele só tinha um pedaço do pulmão esquerdo, o resto tinha sido roubado pelo câncer. O que sobrou do órgão e todo o pulmão direito foi paralisando e endurecendo ao longo dos últimos anos numa doença chamada asbestose. Causada pela contaminação por amianto (asbesto), ela é conhecida como \'\'pulmão de pedra\'\'. Havia 100 dias que Sebastião estava ligado 24 horas a máquinas de oxigênio. Tinha completado 66 dias de internação no Hospital das Clínicas, de São Paulo. Às 19 horas daquela sexta-feira, ele não conseguia falar. Ergueu a mão e acenou para a esposa, Irene. Sucumbiu quatro horas depois, quando os pulmões não conseguiram mais fazer o movimento de inspiração-expiração. Sebastião, então, morreu por asfixia. Acabara de completar 68 anos de idade e 46 de casamento.

Há três anos, Sebastião disse a Época: \'\'Eu sei que vou terminar minha vida amarrado a um tubo de oxigênio. Só não quero morrer me sentindo uma formiguinha\'\' (LEIA MAIS NA REPORTAGEM A MALDIÇÃO DO AMIANTO). Símbolo internacional da luta contra o asbesto, Sebastião não queria ser esmagado pelo poder das multinacionais do amianto. Suas últimas imagens estarão no documentário A Lenta Morte do Amianto, dedicado a ele pela TV franco-alemã Arte. No início deste mês, a Al Jazeera havia feito uma matéria sobre o operário para o mundo árabe. Ex-funcionário da Brasilit de São Caetano, em São Paulo, onde entrou adolescente e saiu aposentado, Sebastião tornou-se uma referência por sua quase inabalável resistência. \'\'Cada um que fizer acordo enfraquece a nossa luta\'\', dizia aos companheiros. Ele tinha vencido em ação na Justiça, mas a Brasilit recorreu. Em 29 de setembro, quando estava havia 50 dias no hospital e só conseguia balbuciar umas poucas palavras, fechou um acordo com a empresa por meio de seus advogados. No dia 8 deste mês, o recibo foi assinado. Morreu no mesmo dia em que o cheque de R$ 58 mil foi descontado no banco. A esposa diz que a parte da família foi de R$ 38 mil. A maior parcela do dinheiro foi consumida para pagar dívidas contraídas ao longo de seis anos de doença.

A Brasilit, que faturou R$ 260 milhões em 2003, substituiu o amianto como matéria-prima por fio de polipropileno. \'\'Pagamos ao Sebastião valor semelhante ao determinado pelo juiz e no plano de saúde avançamos ainda mais\'\', diz Carlos William Ferreira, diretor da Brasilit. \'\'Pela sentença, a empresa teria de pagar um plano apenas pelas doenças decorrentes do amianto, mas nós demos a ele um global. Se ele escorregasse e quebrasse o pé, poderia usar o plano de saúde.\'\' Sebastião não corria esse risco. Há anos ele já não conseguia dançar nos bailes da terceira idade que promovia, por falta de ar. Havia 21 dias não podia se mover. Diante do quadro, a empresa forneceu uma carteirinha de saúde com validade até 31 de dezembro. Ele teve uma semana para usá-la. Quem pagou os custos de sua doença foi o Sistema Único de Saúde. Pela política de indenizações da empresa, segundo Ferreira, o funcionário que abre mão do plano de saúde recebe R$ 100 mil.

Raphael Falavigna/ÉPOCA

CONTAMINADOS Operários da indústria do amianto, doentes, eles entraram com ação no Conar
Desde o dia 15, Sebastião passou a integrar uma lista de 128 ex-operários mortos por doenças causadas pela contaminação do asbesto - 49 com laudos terminados e 79 ainda não concluídos. Outros 638 ex-trabalhadores estão doentes. \'\'Esse acordo foi uma covardia da empresa\'\', diz Fernanda Giannasi, auditora fiscal do Ministério do Trabalho. \'\'Na iminência da perda, a família assina até papel em branco.\'\'

Sebastião morreu num momento político crucial para a indústria do amianto. Desde maio, o governo federal constituiu uma comissão interministerial para decidir sobre o futuro da fibra no país. Os trabalhos deveriam estar encerrados em dezembro, mas a coordenação pediu prorrogação. \'\'Não há consenso no governo\'\', diz o coordenador, Domingos Lino. \'\'Os ministérios da Saúde, do Trabalho, da Previdência e do Meio Ambiente querem banir porque é cancerígeno, mas o de Minas e Energia e o do Desenvolvimento, Indústria e Comércio não.\'\' O amianto está banido em 42 países, a maioria deles do Primeiro Mundo.

Reunida no Instituto Brasileiro do Crisotila, a indústria do amianto iniciou no dia 7 uma campanha publicitária nacional no valor de R$ 4 milhões. O mote é \'\'Amianto crisotila. Respeitando a vida, fazendo o Brasil crescer\'\'. Cerca de 95% do amianto mundial é da espécie crisotila. Todos os tipos são cancerígenos, segundo a International Agency on Research of Cancer, da Organização Mundial da Saúde. \'\'É possível o uso controlado, sem causar danos à saúde\'\', defende a presidente do instituto, Marina de Aquino. \'\'Não há registro de doenças ocupacionais nos trabalhadores admitidos a partir de 1980.\'\'

A Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto (Abrea), que abriga os trabalhadores contaminados, entrou com uma ação no Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar) pedindo a suspensão da campanha. \'\'Já vi dezenas de operários morrer por causa do amianto. É criminoso usar uma fibra cancerígena porque é barata e tem mercado no mundo subdesenvolvido\'\', diz o pneumologista Ubiratan de Paula Santos, da Faculdade de Medicina da USP. \'\'Pesquisas comprovaram que não é possível proteger totalmente o trabalhador, mesmo com máscaras.\'\'

Na última semana de vida de Sebastião, sempre que ia ao hospital visitá-lo, Irene via um outdoor da campanha: \'\'Se o amianto não faz mal, por que meu marido está morrendo?\'\', revoltava-se. Ela e Sebastião pertenciam ao que chamavam de \'\'grande família Brasilit\'\'. O amianto impregna-se às lembranças de sua vida como aos alvéolos dos pulmões. Conheceram-se trabalhando na fábrica. O pai dela era operário e morreu de câncer no pulmão. O filho chegou a entrar na empresa. Parte da casa deles é de amianto. Até as cuecas de Sebastião eram feitas de sacos da fibra tingidos de azul. Ao ser enterrado, Sebastião levou nos pulmões cimentados o amianto que o matou lentamente.

O CAMINHO DO MAL
O amianto aloja-se no pulmão dos trabalhadores e, em 10% dos casos, leva à morte por asbestose
O pó de amianto é aspirado pelo nariz e pela boca durante o manuseio
A fibra acumula-se nos alvéolos. O pulmão inicia um processo de cicatrização permanente e vai endurecendo. A vítima tem falta de ar progressiva até morrer de asfixia. É o chamado \'\'pulmão de pedra\'\'
Os operários do amianto têm 50 vezes mais chance de ter câncer de pulmão
98% dos casos de mesotelioma diagnosticados no mundo foram causados pelo amianto
A asbestose é incurável, progressiva e fatal. Leva de 15 a 25 anos para se manifestar e mata, em média, em cinco anos








Postado por: Adir de Souza
Data: 05/11/04 10:50:17 h

INCENDIO NO CENTRO DE CURITIBA

DESASTRE-Medo de tragédia faz faculdade encerrar aulas mais cedo

Incêndio atinge boate e restaurante

Fogo começou no Cinelândia e também causou estragos no Lidô, no centro de Curitiba
Jonathan Campos/Gazeta do Povo


Fogo destruiu telhado de prédio no centro; não havia ninguém no local no momento do incêndio.

Um incêndio de grandes proporções destruiu totalmente um restaurante dançante e danificou parte de uma boate no centro de Curitiba, ontem à tarde. As chamas atingiram a boate Lidô e o restaurante Cinelândia Dançante. Não houve feridos. O fogo começou por volta das 14h30 e só foi totalmente apagado por volta das 17h. Os bombeiros tiveram de usar cinco carros e uma escada Magirus.

Ainda não se sabe a origem do incêndio, mas segundo o Corpo de Bombeiros é provável que o início das chamas tenha sido no Cinelândia. A hipótese de incêndio criminoso não está descartada. Os bombeiros, a Polícia Militar e a Defesa Civil isolaram a área ao redor dos dois estabelecimentos. O trânsito na esquina da Avenida Visconde de Nacar com a Rua Carlos Carvalho foi interditado durante meia hora. O tráfego ficou congestionado na área. Os bombeiros isolaram uma loja de materiais hidráulicos ao lado do Cinelândia Dançante para evitar que o fogo se espalhasse para os edifícios vizinhos. A faculdade Sociedade Paranaense de Ensino e Informática (Spei), que fica próximo da Lidô, interrompeu as aulas. Os estudantes saíram às pressas da faculdade. O prédio da instituição não foi atingido.



Não havia ninguém dentro da boate e do restaurante dançante na hora do incêndio. \"O horário de funcionamento é a partir de 16 horas\", disse o proprietário da Lidô, Aldo Cardoso. Dentro da Cinelândia Dançante havia vários eletrodomésticos, mesas, cadeiras e outros móveis. O fogo destruiu tudo no interior do estabelecimento. O teto do restaurante, que tem área de 400 metros quadrados, desabou. O proprietário, Tadeu Reichardt, estava transtornado. Ele ainda não calculou o prejuízo. Reichardt é dono do negócio há 22 anos e contou que esta foi a primeira vez que ocorreu um incêndio no local. Tadeu desconhece a causa do incêndio. Ainda ontem, ele registrou queixa na Central de Polícia. A boate Lidô teve cerca de 30% da estrutura danificada. O dono não sabe o valor do prejuízo.

Técnicos da Comissão de Segurança em Edificações e Imóveis da prefeitura (Cosedi) foram ao local averiguar se a estrutura do edifício ficou comprometida. \"Se houver abalo na estrutura, os proprietários vão ter de reconstruir o prédio\", disse o inspetor Nelson Lima, da Comissão Municipal de Defesa Civil. A boate e o restaurante continuam interditados até que saia o laudo da Cosedi. Peritos do Instituto de Criminalística vão analisar o edifício para saber a causa do incêndio. O resultado deve sair em 30 dias.

Alexandre Cegalla


Postado por: Adir de Souza
Data: 25/10/04 14:02:31 h

ACIDENTE COM CALDEIRA
Acidente leva terror ao Bom Jardim


FONTE: DRT - 25/10/2004

Julierme Torres
Da Redação

A explosão de um dos extratores das caldeiras da empresa Organização Tabajara Ltda. (ORTAL), única do Rio Grande do Norte a beneficiar a cera de carnaúba, causou aflição a moradores de bairro Bom Jardim (zona norte). Um cenário de guerra.
O acidente ocorreu por volta das 9h20 de ontem. A explosão foi tão forte que atingiu casas e danificou veículos que estavam distantes 500 metros da fábrica. Pelo menos 18 pessoas foram conduzidas com queimaduras para o Hospital Regional Tarcísio Maia (leia mais na página 2).
Uma das vítimas foi o auxiliar de serviços gerais Edson Barbosa da Silva, 27. Ele estava no telhado de casa consertando a antena de TV, quando ocorreu a explosão. Edson mora na Rua Epitácio Pessoa, que fica a mais de 500 metros da fábrica. Mesmo assim, teve queimaduras nas costas e caiu, quando o telhado desabou.
Moradores de áreas mais próximas da fábrica entraram em desespero. A dona-de-casa Maria Valdirene Gomes, por exemplo, só pensou em fugir. A casa dela fica vizinha à Ortal, na Rua Arthur Bernardes (parte de trás da fábrica). Ela começou a colocar toda a mobília na calçada, no desespero de tentar se mudar com os dois filhos.
“Eu pensei que era o fim do mundo. Foi tão quente que eu pensei que o sol estava caindo”, disse Valdirene, depois de ser confortada por outros moradores que, temendo novas explosões, saíram das casas e lotaram as ruas.
Outros moradores ouvidos pelo Jornal de Fato relataram o momento da explosão. Disseram que o estrondo foi tão forte que chegaram a imaginar um terremoto. Simultaneamente, veio um vapor muito quente. Foi justamente esse vapor que causou as queimaduras nas pessoas.
Se a explosão causou alvoroço nos moradores, entre os funcionários da fábrica o desespero foi ainda maior. José Antônio de Freitas, 27, é o mais perfeito exemplo disso. Ele trabalha na extração da cera. “Quando houve a explosão eu me tranquei no banheiro. Depois não conseguia mais abrir a porta”, confessou.
A EMPRESA – A Organização Tabajara Ltda. ocupa uma área de 7.500 metros quadrados, entre a Avenida Alberto Maranhão e a Rua Arthur Bernardes, no bairro Bom Jardim (zona norte de Mossoró).
Na empresa trabalham 40 funcionários, que se revezam para manter o funcionamento 24 horas, todos os dias da semana. A Ortal tem uma produção de 250 toneladas de cera de carnaúba por mês. 80% dessa produção é exportada para Estados Unidos, México, Alemanha, França, Itália, Inglaterra, Japão e Austrália.
Crianças e adolescentes são atingidos
REGY CARTE
Da Redação

O Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) registrou atendimento de 18 feridos na explosão na Organização Tabajara Ltda. (ORTAL), até as 14h de ontem, entre eles dois adolescentes e três crianças. Dois deles, Manoel Nogueira de Oliveira, 55, e Antônio Soares da Silva, 54, foram transferidos para o Hospital Walfredo Gurgel, em Natal, por volta das 13h30 de ontem, com queimaduras de 1o e 2o graus em várias partes do corpo. São soldadores da Ortal e estavam dentro da empresa no momento da explosão.
Antônio Soares conta que estava trabalhando quando ouviu a explosão. “Não deu tempo para reagir. O fogo se alastrou em seguida e o desespero tomou conta de todos”. Ele sofreu queimaduras nas costas, rosto, pescoço e braços.
O atendimento de urgência mobilizou 15 profissionais, que de imediato cuidaram do resfriamento da pele e da imobilização da área atingida. Os dois pacientes em estado mais grave foram transferidos para Natal porque o HRTM não dispõe de unidade especializada para o tratamento de queimaduras graves.
Alguns foram liberados em seguida e outros ficaram em observação. Com queimaduras de 1o e 2o graus, o garoto Jhonatan Bruno Pereira, 6, foi operado ontem de tarde no HRTM. As outras duas crianças feridas, Francisco Dimas Pereira Segundo, 3, Ana Luzia de Melo, 3, ficaram em observação.
A maioria dos feridos estava na rua ou em casa na hora da explosão. Maria Francisca de Lima, 28, mora por trás da Ortal e, embora no interior da casa, sofreu queimaduras nos braços, nas pernas e no rosto. Abalada psicologicamente e com bolhas espalhadas pelo corpo, quase não conseguia falar. “Houve um desespero muito grande. A explosão e o fogo. Foi horrível”, contou.
O atendimento de urgência no Tarcísio Maia começou depois das 11h e durou cerca de duas horas. Além dos ferimentos, a equipe médica cuidava da parte psicológica dos pacientes, sobretudo das crianças, em pânico com as cenas de horror a que assistiram.

Número de feridos supera o divulgado pelo HRTM
O acidente na Ortal não resultou em morte, segundo o Instituto Técnico-Científico de Polícia (ITEP). Saíram gravemente feridas dezenas de pessoas, a maioria com queimaduras de 1o e 2o graus. O Hospital Regional Tarcísio Maia atendeu 18 pessoas, mas o número de feridos é maior.
Muita gente que sofreu queimaduras leves não procurou o hospital. Os pacientes em estado mais grave chegavam ao HRTM em estado de choque. Os dois transferidos para Natal serão submetidos a cirurgia no Hospital Walfredo Gurgel.
Das 18 pessoas atendidas no Tarcísio Maia, duas foram transferidas para Natal, três estão em tratamento em Mossoró, uma no centro cirúrgico e outra no setor de pediatria do HRTM, e a terceira na Casa de Saúde de Dix-sept Rosado. Muitos foram liberados após os primeiros socorros.


Provável causa: falta de prevenção
As causas da explosão na fábrica de cera de carnaúba da Organização Tabajara Ltda. (ORTAL) não estão elucidadas. Mas, numa primeira análise, os indícios apontam para a inexistência de uma política de prevenção de acidentes dentro da empresa.
O Jornal de Fato consultou o especialista em prevenção de acidentes Alderi Nunes para buscar subsídios para explicar o acidente. Ele, de imediato, levantou a possibilidade de não estar havendo manutenção, ou de a empresa não ter profissionais treinados para lidar com caldeiras.
Essa suspeita vem de dois pontos. O primeiro é que as caldeiras da Ortal já são antigas. Funcionam com combustível sólido (madeira) queimada. Esse tipo de equipamento requer um cuidado maior. Uma equipe preparada para lidar com ele e atenta para perceber o menor sinal de problema.
“É preciso fazer manutenção constantemente e ter um sistema de treinamento assistido para os funcionários que trabalham com a caldeira”, explicou Alderi Nunes, lembrando que os órgãos de fiscalização precisam fazer a inspeção periódica no equipamento.
Sobre o extrator, que foi justamente a parte que explodiu na caldeira da Ortal, Alderi disse que ele funciona como se fosse um exaustor. É preciso ter o controle sobre a quantidade de vapor. Se esse controle não for bem-feito existe o risco de haver a explosão.
Outro ponto que Alderi questionou diz respeito à quantidade de gente operando as caldeiras. O especialista lembrou que a norma número 13 (NR-13) do Ministério do Trabalho, que trata do trabalho com caldeiras, fixa números variáveis de operadores de acordo com a potência do equipamento.
Funcionários da Ortal que foram ouvidos pelo Jornal de Fato deixaram dúvidas sobre o cumprimento dessas normas. Jesus José Luiz trabalhou na fábrica com extrator da cera. Ele disse que no interior da empresa existe um reservatório com 60 mil litros de solvente. O produto, altamente inflamável, é usado na separação da cera.
Além do solvente, Jesus disse que existem muitos outros produtos químicos na fábrica que são usados no processo de produção. O armazenamento irregular só aumentava o risco de acidentes.
Outro agravante é que a Ortal não estava preparada para enfrentar uma situação de emergência, como foi a de ontem. Homens do Corpo de Bombeiros que foram ouvidos pelo Jornal de Fato disseram que na fábrica não existe um sistema eficiente de proteção a incêndio. A maior prova é que no local havia poucos extintores e nenhum hidrante.

Funcionário disse que acidentes eram rotina
Os funcionários da Ortal já estavam acostumados aos acidentes. Trabalhando sem equipamentos de proteção e lidando diretamente com produtos químicos e temperaturas elevadas, muitos trazem no corpo a marca desses acidentes.
Cícero Elias da Silva, 38, é um desses funcionários. Ele trabalha na Ortal fazendo o preparo da cera. Ontem, em meio ao nervosismo do acidente, ele revelou que é comum ocorrerem acidentes de trabalho na empresa.
Em um desses acidentes, no último mês de fevereiro, Cícero teve parte do corpo queimada. Ele, que estava trabalhando na hora da explosão de ontem, levantou a camisa e mostrou as cicatrizes deixadas pela queimadura. A marca está em todo o lado direito do corpo.
Cícero contou que sobreviveu à explosão de ontem por um acaso. Ele tinha sido chamado no escritório da firma. Quando entrou na sala ouviu a explosão. “Graças a Deus não foi a caldeira toda, se não todo mundo teria morrido”, disse.
A maior preocupação de Cícero foi com um companheiro de trabalho, que ele chama de “Borrachinha”. Era o borracheiro da Ortal, que trabalhava muito perto do local da explosão. “Ele saiu com o corpo todo queimado”, contou.




Acidentes marcam a Ortal desde 1994
A explosão na fábrica da Organização Tabajara Ltda. (ORTAL) não foi por acaso. Os perigos de se ter uma empresa desse porte, que trabalha com caldeiras e produtos químicos, em área residencial já haviam sido alertados pela imprensa e pelos próprios moradores, que sempre foram ignorados pelo poder público.
O primeiro aviso do risco que a Ortal representa para os moradores do bairro Bom Jardim veio em 1993. Na ocasião, houve um acidente em uma das caldeiras da empresa. Apesar das proporções bem menores, o fato assustou a população.
Nesses dez anos, os moradores fizeram seguidas mobilizações. Foram abaixo-assinados, protestos, ofícios e denúncias. Tudo sempre esbarrou na inoperância do Ministério Público e na vista grossa dos órgãos ambientais (Idema e Ibama) e também da Prefeitura de Mossoró.
A convivência entre população e Ortal sempre foi arranhada. As chaminés da empresa soltavam resquícios de produtos que se temiam ser químicos. A presença da fábrica também desvalorizou os imóveis e obrigou muita gente a se mudar. Esse transtorno foi, diversas vezes, denunciado na imprensa. O Jornal de Fato mostrou o problema pela última vez no dia 14 de novembro do ano passado, quando um pó escuro estava saindo das chaminés da Ortal e caindo nas casas vizinhas.
“Eu sabia que isso ia terminar acontecendo. Já teve uma explosão dessas em 1994. Eu já morava aqui”, disse o morador Ednor Nunes da Silva, 23. Ele estava revoltado, ontem, porque a explosão causou um susto em sua mulher, que está grávida.
Outra moradora é dona Terezinha Medeiros. Ela mora exatamente por trás da Ortal e disse que já estava cansada de falar, sem ser ouvida por ninguém. “Nós já fizemos de tudo aqui. Foi abaixo-assinado, foi ofício, foi tudo. Nunca ninguém ligou para nada”, disse.

EXPECTATIVA – Agora, por causa das proporções do acidente de ontem, os moradores estão mais confiantes na retirada da Ortal. Eles já estão se mobilizando para organizar um novo abaixo-assinado. O documento será, novamente, entregue ao Ministério Público e também à Prefeitura de Mossoró.
Moradores também estão se organizando para acionar os proprietários da Ortal na Justiça. Eles vão pedir indenização pelos prejuízos materiais que o acidente de ontem causou e também pelos danos físicos que várias pessoas tiveram.





Corpo de Bombeiros é desestruturado
O incêndio, depois da explosão na fábrica de cera de carnaúba da Organização Tabajara Ltda. (ORTAL), comprovou a fragilidade do sistema público para emergência na cidade de Mossoró. O Corpo de Bombeiros da cidade está totalmente desestruturado para situações de maior gravidade.
Ontem, por exemplo, o caminhão do Corpo de Bombeiros chegou com mais de uma hora e meia depois que o incêndio começou. Mesmo assim, o único caminhão da corporação não tinha água suficiente para apagar o fogo. Por volta das 11h, o trabalho foi interrompido por falta d’água.
Para suprir essa carência, o jeito foi apelar para os carros-pipa. Três caminhões vieram trazendo água para que os bombeiros pudessem trabalhar e controlar o fogo. Um exemplo que serve de alerta para situações futuras.
Mas a fragilidade do Corpo de Bombeiros de Mossoró já havia sido mostrada na semana. Durante um incêndio à mata, na extensão da rodovia BR-110, a corporação também teve que interromper o trabalho várias vezes, por causa da falta d’água.
Apesar de ainda ter deficiências, o Corpo de Bombeiros de Mossoró esteve em situação pior. A corporação, há cerca de cinco anos, foi ridicularizada durante um incêndio no casarão histórico da dona-de-casa Odete Rosado, também chamado de “Catetinho”.
Na ocasião, a corporação sequer tinha carro e mangueira para combater o fogo. Os soldados tiveram que carregar água em baldes, com a ajuda de moradores, para conseguir apagar o fogo.
Hoje, a única viatura do Corpo de Bombeiros de Mossoró é de médio porte, já reaproveitada do Corpo de Bombeiros de Natal. O carro já não atende à necessidade do município.
FUNCIONAMENTO – O Corpo de Bombeiros de Mossoró está instalado no Aeroporto Dix-sept Rosado. A corporação tem equipe de plantão, que pode ser acionada pelo telefone 193. Além do combate a incêndio, os bombeiros também têm a atribuição de inspecionar instalações contra o risco de incêndio.


Postado por: Adir de Souza
Data: 25/10/04 13:02:25 h

ACIDENTE FATAL
Trabalhadores Morrem Eletrocutados
Acidente precisou de apenas alguns segundos e muita displicência

Segundo artigo publicado no jornal Gazeta do Povo dois homens morrem eletrocutados no mês de setembro, em Cascavel (Paraná), após um acidente de trabalho. Eles montavam uma estrutura metálica na fachada de um prédio de dois andares, quando a barra de ferro que estava com
uma das vítimas atingiu a rede elétrica. Eles receberam uma forte descarga elétrica e, como estariam sem cinto de segurança, caíram de uma altura de aproximadamente dez metros em uma rua no centro da cidade.
Eles receberam os primeiros socorros e foram encaminhados ao hospital. Mauro Bortoloto Sorbara, 36 anos, morreu no caminho do Hospital. A segunda vítima morreu logo depois de dar entrada na unidade de saúde. Foi apurado que Sorbara era o proprietário de empresa que prestava o serviço e o outro homem seria seu empregado


Postado por: Adir de Souza
Data: 21/10/04 11:25:40 h

TRABALHO ESCRAVO
Governo cria cadastro de empresas que mantêm mão-de-obra escrava


Fonte: Folha On Line - 19/10/2004




As empresas que mantém funcionários em condições degradante ou escrava serão incluídas numa lista negra do governo. A criação do cadastro de empregadores foi regulamentada por meio de portaria do Ministério do Trabalho, publicado no \"Diário Oficial\" da União de hoje.

Serão incluídas nesse cadastro as empresas que \"tenham mantido trabalhadores em condições análogas à de escravo\".

A inclusão do nome da empresa nesse cadastro ocorrerá após decisão administrativa final.

De acordo com a portaria, o Ministério do Trabalho deverá atualizar semestralmente esse cadastro de trabalho escravo.

As empresas incluídas no cadastro serão fiscalizadas pelo Ministério do Trabalho pelo período de dois anos após. Após esse período, caso não haja reincidência, a empresa poderá ser excluída do cadastro.

Para sair do cadastro, as empresas terão de pagar as multas resultantes da ação fiscal e comprovar a quitação de eventuais débitos trabalhistas e previdenciários.







Postado por: Adir de Souza
Data: 19/10/04 16:54:44 h

Governo proíbe o uso de jateamento de areia
Fonte: Central de notícias - http://www.centraldenoticias.net - 19/10/2004

Governo proíbe o uso de jateamento de areia e as empresas têm 90 dias para se adaptar à nova regra
A medida é para reduzir os males causados à saúde pelo pó de silica



Saúde - 19/10/2004 · 14:00:16
LOC: Governo proíbe o uso de jateamento de areia e as empresas têm 90 dias para se adaptar à nova regra

Uma portaria do Ministério do Trabalho assinada hoje pela manhã proíbe o jateamento de areia, muito utilizado na indústria metalúrgica para limpeza e polimento de peças metálicas, na fabricação de vidros foscos e na construção e manutenção de embarcações. A técnica provoca a liberação do pó de sílica, que, quando inalado continuamente, pode causar uma doença pulmonar grave, a silicose. Apesar de pouco conhecida, a silicose é uma das enfermidades ocupacionais de maior prevalência no País. Segundo a Fundacentro, Fundação de Segurança e Medicina do Trabalho, ligada ao Ministério do Trabalho, cerca de seis milhões de brasileiros estão potencialmente expostos à doença. Para o engenheiro Francisco Kulcsar, da Fundacentro, a decisão do governo de proibir o jateamento de areia é de grande importância para o combate à silicose. Isso porque a técnica, embora não seja a única fonte de contaminação pelo pó de sílica, potencializa os riscos de desenvolvimento da doença.

“Quando se utiliza uma operação violenta com o jateamento abrasivo com a areia, essa doença, que normalmente leva anos para se desenvolver, em poucos meses ou em poucos anos ela pode se estabelecer e causar silicose aguda nesses trabalhadores.”



Mas proibir o jateamento não é suficiente. Outras atividades econômicas, como a construção civil e a mineração, também envolvem a sílica e não podem descuidar da proteção ao trabalhador. Segundo Francisco, já há técnicas que eliminam a produção de poeira, como o uso de cortadoras e serras com presença de água. Além disso, as empresas devem oferecer aos empregados equipamentos de proteção individual, como máscaras, que reduzem o contato com o pó. Quando não se usa o jateamento de areia, o processo de contaminação pela sílica pode levar até 20 anos e, muitas vezes, surpreende o trabalhador mesmo depois de ele ter abandonado o emprego que lhe causou o mal. Francisco Kulcsar alerta que a silicose, embora não tenha cura e possa levar ao câncer pulmonar, é evitável. Basta que se tomem os devidos cuidados.

OBS no Paraná já é proibido Lei Estadual

De Brasília, Ana Raquel Macedo.






Postado por: Adir de Souza
Data: 19/10/04 11:13:11 h

A NEGOCIAÇÃO E REFORMA TRABALHISTA-SINDICAL
A negociação e a reforma trabalhista-sindical

A proposta de negociação nacional sob liderança do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, formulada pela Central Única dos Trabalhadores e \"com a participação das entidades re-presentativas do movimento sindical, empresários e setores sociais que desejam ver garantido o desenvolvimento sustentável do país\", como acentuou o presidente da CUT Luis Marinho, reaviva a questão da atualidade da interligação da reforma trabalhista-sindical e do pacto social. Este um dos pontos vitais a serem enfrentados pós o quadro político-eleitoral a ser definido até 31 de outubro.
Possibilidade do Pacto Social - Exatamente um dos pontos mais sensíveis refere-se à possibilidade de um pacto social, maduro o país para esse objetivo, eis que: 1) as relações capital e trabalho estão em estágio avançado no desenvolvimento do capitalismo local; 2) há organizações e dirigentes sociais e sindicais capazes ao diálogo; 3) o momento de afirmação democrática é um dos mais profundos já vividos pela nossa sociedade; 4) os graves problemas econômicos e sociais nos impelem a soluções consensuais imediatas; 5) O Presidente Lula quer esse pacto. As dificuldades iniciais estão situadas: a) na inexistência, ainda, de pontos claros a serem atacados de imediato; b) quem são os interlocutores principais; c) a persistência de disputas menores em detrimento da necessidade de acordos nas questões centrais econômicas e sociais; d) instrumentos organizativos mais precisos para intermediar o diálogo; e) as grandes carências sociais e as diferenças regionais.
Organização empresarial e sindical - Para fazer avançar a possibilidade desse pacto social, há necessidade do governo se apoiar na organização empresarial e sindical. O movimento sindical dos empregados e dos empregadores detém um dos sistemas organizativos melhor formatados em nosso país. A principal organização no campo social é a empresa, seguida pelas organizações sindicais. Há empresários e dirigentes sindicais experientes, testados nas lutas e nas contradições econômicas e sociais, conhecedores dos principais problemas do empresariado e da classe trabalhadora. Assim, as organizações empresariais e o movimento sindical deverão ter participação efetiva nos projetos do governo, não ficando na expectativa de serem acionados, mais, ao contrário, de se constituírem em agentes ativos e definidores das mudanças necessárias. Ainda mais: o combate ao desemprego, à exclusão social, à fome e outros pontos essenciais para a redefinição de nosso país socialmente, são metas que as empresas e o movimento sindical podem fixar como suas prioridades e, neste sentido, reforçar a programática de governo.
Ampliar o Fórum Nacional do Trabalho - O debate no âmbito do Fórum Nacional do Trabalho é um dos caminhos para consensuar o movimento sindical em torno de propostas básicas, mas por si só não será a solução para as questões enfrentadas no mundo do trabalho e do capital. A estratégia para enfrentamento das reformas da legislação trabalhista indica um marco inicial: determinar quais as questões consensuais e quais as divergentes entre capital e trabalho. O Fórum poderá ajudar em se conseguir a clareza necessária quanto ao que se deve manter e o que se deve mudar, segundo prioridades efetivas, sem o que pouco avançaremos nas mudanças pretendidas. Deve, ainda, ser precisado o papel do Fórum e o papel do Conselho Consultivo e Econômico e Social, para que estas duas formas organizativas venham a trabalhar de modo integrado e complementar. O Fórum deve ter sua composição ampliada, para ser equilibrada a representação do governo, do Parlamento, de todos os segmentos das organizações sindicais empresariais e do trabalho, dos advogados, magistrados e procuradores do trabalho, servidores públicos. O critério será sempre o da representatividade de cada setor, mas sem excluir nenhum segmento. Somente uma composição democrática e aberta permitirá que o Fórum possa ser um instrumento útil ao país.
Legislação do Trabalho e a luta contra a flexibilização - Discute-se muito hoje sobre mudança na legislação do trabalho, como forma de flexibilizar os direitos e criar as condições para a regularização do trabalho informal, especialmente com a desoneração da folha de salário. Por trabalho informal entenda-se o trabalho sem a observância das regras mínimas de sua proteção constitucional e legal. Não existe a fraude apenas porque o encargo social é elevado, mas pela impunidade dos que descumprem da norma legal e abusam do ser humano. A desoneração do trabalho, do ponto de vista fiscal, por si só será inócua, pois a legislação de garantia do trabalhador deve ser observada rigorosamente. Medidas iniciais têm sido sugeridas,como: a) a desoneração fiscal parcial; b) registro de todo e qualquer trabalhador subordinado a quem dele aproveitar o trabalho; c) manutenção dos encargos mínimos de previdência e seguro de acidente do trabalho; d) obrigatoriedade de acordo e/ou convenção coletiva de trabalho normatizando todos os setores econômicos; e) ao mesmo tempo, fixar o limite da aplicação dessa norma legal diferenciada, ou seja, a que setor econômico aproveita, a que empreendimentos e atividades. Ainda no que concerne a uma reforma da legislação do trabalho ela pode ser iniciada com a aplicação das medidas acima sugeridas, acrescentando-se a necessidade de: a) fixar um sistema efetivo de acompanhamento, esclarecimento e fiscalização para o cumprimento da lei; b) profunda mudança no sistema processual do trabalho, reorganização da Justiça do Trabalho e sua modernização; c) fortalecimento das instâncias de orientação e mediação do Ministério do Trabalho e da Procuradoria do Trabalho, efetivação das normas constitucionais por lei complementar.
Organização sindical, sistema da unicidade e centrais - São necessárias medidas que viabilizem a reforma da legislação sindical sem cair na pulverização da organização sindical, com seu conseqüente enfraquecimento. Para a reforma sindical poderiam ser adotadas os seguintes encaminhamentos: 1) imediata legalização das centrais sindicais para que possam ser incluídas no sistema de unicidade sindical brasileiro; 2) imediata organização sindical nos locais de trabalho sob controle das atuais entidades sindicais; 3) imediata regulamentação para criação de novas entidades sindicais sob controle conjunto do governo e organização sindical econômica e profissional; 4) estabelecer uma pauta de pontos consensuais e divergentes que possibilitem o avanço do diálogo entre as organizações sindicais de trabalhadores e destas com o setor empresarial. Quanto a organização sindical brasileira, virou moda dizer que se trata de um movimento fraco, tendo como parâmetro países da Europa e os Estados Unidos da América do Norte. Vale rechaçar tal assertiva, eis que o movimento sindical brasileiro de trabalhadores e de empregadores é um dos mais bem organizados em todo o mundo, a saber: a) tem abrangência em todos os setores econômicos e profissionais, portanto de cem por cento de representação, pelo sistema constitucional da unicidade sindical; b) tem sustentação constitucional e legal; c) tem base em um amplo sistema de acordos e convenções coletivas de trabalho; d) possui uma base política de representação nos Parlamentos; e) tem base material e patrimonial extensa e contínua; f) tem um sistema de assistência jurídica e social amplo; g) possui reconhecimento e respeito social; h) tem estruturação internacional, face a filiação às principais organizações internacionais; i) o dirigente sindical empregado possui estabilidade no emprego garantida constitucionalmente. Algumas das fragilidades existentes no movimento sindical dos trabalhadores decorrem de vícios estruturais a serem superados: a) inexistência de organização sindical no local de trabalho sob controle das atuais entidades sindicais; b) incapacidade das principais entidades estabelecerem um plano de luta e de trabalho comum que reflita as reivindicações de toda a classe trabalhadora; c) baixo índice de sindicalização em alguns setores; d) fragmentação corporativista; e) debilidades financeiras em muitas entidades.
A efetividade do Direito do Trabalho - Finalmente, devemos examinar nosso modelo de Direito do Trabalho, muitas vezes atacado como ultrapassado e impeditivo de avanços nos campos econômico e social. No Brasil existem, como fontes do Direito do Trabalho, as normas internacionais das Convenções da OIT aprovadas pelo Brasil, a Constituição Federal de 1988, a Lei e seus Regulamentos, os Acordos e Convenções Coletivas de Trabalho, as Sentenças Normativas e a Jurisprudência dos Tribunais do Trabalho. Se a aplicação desse universo protetivo fosse eficiente, muitos de nossos males deixariam de existir. Ou seja, não será pela geração do Direito que poderemos apontar nossa debilidade. Pelo contrário: em nosso país temos um Direito do Trabalho evoluído, nos falta é a instrumentalização para sua efetividade. A democracia representativa se tornou insuficiente, exige-se a democracia participativa. Ser cidadão está assegurado constitucionalmente, mas o tornar-se cidadão depende de um longo caminho de lutas a ser percorrido. Por isso, é atual a questão da reforma trabalhista e muito mais a da necessidade de uma ampla negociação nacional pós-eleições municipais.
(*) Edésio Passos (edesiopassos@terra.com.br) é advogado, assessor jurídico de entidades sindicais de trabalhadores, integrante do Instituto dos Advogados Brasileiros, da Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas e do corpo técnico do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, membro da Comissão Nacional do Direito e Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego e ex-deputado federal (PT/PR).

Fonte: http://www.parana-online.com.br/index.php?pag





Postado por: Adir de Souza
Data: 18/10/04 14:52:45 h

DOR NAS COSTA TA,MBÉM AFETA AS CRIANÇAS
SEGUNDA-FEIRA, 18 de outubro de 2004


SAÚDE-70% dos meninos e meninas têm ou vão ter desvios de postura que podem trazer complicações

Dor nas costas também afeta crianças

Mochila, tevê e computador em excesso: receita para ter problemas de coluna ainda antes da adolescência
Horas em frente à televisão. Horas em frente ao computador. Carregar uma mochila pesada nas costas para ir à escola. Esses são alguns dos ingredientes de uma receita que têm aumentado o número de crianças com problemas de coluna, antes mesmo da chegada à adolescência. Hoje, estima-se que sete em cada dez crianças, de 5 a 14 anos, têm ou vão ter problemas posturais. São casos mais simples, como cifose, até situações mais graves, como artroses.

A fisioterapeuta Luciana Erzinger explica que os problemas surgem pela falta de condicionamento físico e pela postura errada que muitas crianças têm ao andar. As crianças acabam passando muito tempo em frente a televisão ou computador e sentam de maneira errada, o que prejudica a coluna. Além disso, as mochilas carregadas em um ombro só também são causadoras de problemas. \"A postura errada faz o músculo ficar mais fraco e curto e isso traz um desvio na coluna\", afirma.

Por outro lado, a criança que é muito atarefada, com diversos tipos de aulas extra-curriculares, também fica sobrecarregada e pode ter conseqüências. De acordo com a fisioterapeuta, esse excesso de tarefa acaba muitas vezes causando lesões nos ossos e músculos.

Cifose

Luciana conta que o problema mais comum que atinge essa faixa etária é a cifose, que é um aumento anormal da concavidade posterior da coluna. A cifose é causada principalmente pela má postura e pelo condicionamento físico insuficiente. Nos casos mais graves pode acontecer escoliose, que é um desvio lateral na coluna. Mas os problemas não ficam só na infância. Muitas vezes, a má postura da criança gera complicações graves na fase adulta. \"Por causa dos hábitos errados, muita gente acaba sofrendo de artrose e hérnia de disco, muitas vezes tendo que fazer até cirurgia\", afirma a fisioterapeuta.

A estudante Juliana Barros Erig Lima, de 11 anos, é uma dessas crianças que já sofrem de problemas na coluna. Há alguns meses ela sentia algumas dores nas costas. Há um mês, o incômodo se intensificou. A mãe de Juliana, Márcia, encaminhou a filha para um tratamento postural (veja na matéria relacionada - link abaixo). Márcia conta que o problema se originou na má postura da filha. \"Ela carrega uma mala pesada, senta torta, passa horas em frente ao computador e não faz exercício\", conta.

Mochilas

O excesso de peso nas mochilas escolares também é um dos grandes causadores das problemas posturais. Todos os dias, a criança acaba levando muitos livros e pendurando a mochila em um ombro só. Luciana explica que a coluna acaba se descompensando de um dos lados, causando dor e desconforto. Márcia concorda. \"É um absurdo o que minha filha carrega. Quando eu tenho que carregar um pouquinho, eu já fico com dor nas costas\", reclama. Para a fisioterapeuta, uma boa opção são as malas com rodinhas, mas a alça precisa estar em uma altura certa.

Paula Girardi FONTE GAZETA DO POVO


Postado por: Adir de Souza
Data: 14/10/04 11:14:56 h

ACIDENTE COM RETROESCAVADEIRA
13/10/2004
Vizinhas morrem atropeladas por retroescavadeira

A menina Jessica Goetten, de três anos, e sua vizinha Delmira Carvalho Santana, 58, morreram atropeladas por uma retroescavadeira, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

O irmão de Jessica, Eduardo Goetten, de quatro anos, que também foi atropelado, foi levado ao hospital do município pelo tratorista. O menino teve ferimentos graves mas nesta quarta-feira já estava fora de perigo.

O acidente aconteceu na segunda-feira. O motorista do trator, Arildo Lisboa, 31, apresentou-se na Delegacia de São José dos Pinhais e contou que o freio do trator falhou. Ele vai responder a inquérito por homicídio culposo.

Informações da Folha de Londrina


Simone Albieri - Folha News
Londrina




Postado por: Adir de Souza
Data: 13/10/04 13:15:59 h

A VIDA DOS TRABALHADORES
08/10/2004
>
> Fórum do Vestuário quer
> apoio para as indústrias
>
> A criação de condições concretas para o desenvolvimento da indústria
> do vestuário e a conseqüente geração de novos empregos com aumento
> salarial estão entre os principais objetivos do Fórum Permanente do
> Vestuário, que se reuniu nesta sexta-feira (dia 8), em Curitiba. Segundo
> avaliação do técnico do Dieese Cid Cordeiro, é necessário criar linhas de
> crédito e fomento, além da definição de políticas fisco-tributárias
> especiais para o setor.
> Cordeiro explicou que esses incentivos são essenciais para a mudança do
> padrão salarial do trabalhador paranaense do segmento, que é um dos mais
> baixos da. Enquanto a média salarial estadual é de R$ 660,00, a do
> segmento do vestuário chega a apenas R$ 360,00. \"A conclusão é que, para o
> trabalhador permanecer no emprego depois de qualificado, é preciso que a
> indústria tenha condições de pagar salários mais atraentes. Sem isso, os
> trabalhadores serão qualificados e, depois, buscarão setores com melhores
> salários, o que significaria jogar dinheiro fora. E o resultado esperado
> pode ser conseguido através do apoio a essa indústria\", explica o delegado
> regional do Trabalho, Geraldo Serathiuk, que participou da reunião do
> fórum.
> Para Serathiuk, esses fatores são fundamentais para o sucesso do programa
> estadual de qualificação profissional, que pretende beneficiar 11 mil
> trabalhadores com o investimento de aproximadamente R$ 9 milhões dos
> governos federal e estadual e do Sistema S.
> Segundo estatísticas do Dieese, a precarização do trabalho no setor é
> grave. Elas mostram que apenas 30% dos trabalhadores do setor são
> registrados em carteira de trabalho, 16% são assalariados informais e mais
> de 50% trabalham informalmente em suas próprias casas. Segundo o IBGE, em
> 2002 o setor respondia mais de 56,9 mil postos de trabalho (cerca de 3% do
> total estadual) e arrecadava cerca de R$ 2,55 milhões em Imposto sobre
> Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Nos últimos doze meses, criou
> quase 53 mil postos formais de trabalho, o que representa uma variação
> positiva de mais de 7% entre o total de demissões e admissões verificadas
> no período.
> Fazem parte do Fórum Permanente do Vestuário representantes do INSS, BRDE,
> secretarias estaduais da Indústria e Comércio e do Trabalho, Emprego e
> Promoção Social, DRT,Fundacentro, Fiep, Fetiep, CNTI, sindicatos de
trabalhadores de
> oito municípios e as centrais sindicais CGT, CUT e Força Sindical,
Sindicato dos Tecnicos de Segurança do Trabalho no Estado do Paraná
>
>
>
>
>
>

Postado por: Adir de Souza
Data: 08/10/04 14:27:45 h

NOVA PORTARIA
Prezados (as) Senhores (as),





Atenciosamente,



Rogério Alves

61 317-6767

SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO
PORTARIA N.° 98, DE 07 DE OUTUBRO DE 2004
“Divulgar para consulta pública a proposta de Anexo I da Norma Regulamentadora 17 “Trabalho em Checkouts e dos Operadores de Caixas de Supermercado”.

A SECRETÁRIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO e o DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais, conforme disposto no inciso II, do artigo 14, e no inciso I, do artigo 16, do Decreto n.º 5.063/04, que aprova a Estrutura Regimental do Ministério do Trabalho e Emprego, e
Considerando que o processo de trabalho atual dos operadores de checkouts, em especial de caixas de supermercado, impõe de forma simultânea, elevado esforço mental, visual e físico, exigência de grande responsabilidade e sobrecarga estática de segmentos corporais acompanhada de movimentos repetitivos dos membros superiores;
Considerando que a atuação dos Auditores-Fiscais do Trabalho em empresas com esta atividade em todo o País, vem demonstrando a ocorrência de distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho entre os operadores de checkouts gerando a necessidade de serem adotadas medidas de proteção aos trabalhadores nessa função;
Considerando que têm sido verificadas intervenções no campo da ergonomia visando o bem estar dos operadores por algumas empresas e instituições, gerando a necessidade de sistematizar as ações em ergonomia para esta atividade em todo o Brasil; e
Considerando o disposto na Portaria n.º 1.127, de 02 de outubro de 2003, que estabelece procedimentos para elaboração de normas regulamentares relacionadas à saúde, segurança e condições gerais de trabalho, e aprovação pela Comissão Tripartite Paritária Permanente – CTPP, em reunião de 22/09/2004, resolvem:
Art. 1° - Divulgar para consulta pública a proposta de texto básico do Anexo 1 da Norma Regulamentadora 17 “Trabalho em Checkouts e dos Operadores de Caixa de Supermercado” elaborada pela Comissão Nacional de Ergonomia, do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho – DSST/SIT/MTE.
Art. 2° - Fixar prazo de 60 dias, após a publicação deste ato, para o recebimento de sugestões, que deverão ser encaminhadas para:
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO
Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho
Coordenação-Geral de Normatização e Programas
Esplanada dos Ministérios, Bloco “F”, Edifício Anexo “B”, 1º Andar, Sala 105
CEP 70059-900 – Brasília / DF
E-mail: conor.ssst@mte.gov.br
Art. 3° - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

RUTH B.V.VILELA
Secretaria de Inspeção do Trabalho

MÁRIO BONCIANI
Diretor do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho

ANEXO 1 da NR-17
Trabalho em Checkouts e dos Operadores de Caixa de Supermercado
1. Objetivos
Estabelecer parâmetros e diretrizes mínimas para adequação das condições de trabalho dos operadores de checkout, visando à prevenção dos problemas de saúde, segurança e ambiente de trabalho a eles relacionados.
2. O posto de trabalho
2.1. Em relação ao mobiliário do checkout e às suas dimensões, incluindo distâncias e alturas, no posto de trabalho dever-se-á:
a) atender às características antropométricas de pelo menos 95% dos trabalhadores, respeitando os alcances dos membros e da visão, ou seja, compatibilizando as áreas de visão ótima com manipulação ótima;
b) assegurar a postura ereta para o trabalho na posição sentada e/ou na posição em pé, e as posições confortáveis dos membros superiores e inferiores, nestas duas situações;
c) respeitar os ângulos limites e trajetórias naturais dos movimentos, durante a execução das tarefas, e evitar, tanto quanto possível, a flexão e a torção do tronco;
d) garantir um espaço adequado, conforme critérios técnicos e ergonômicos de conforto do trabalhador, ao longo do maior eixo da bancada, para livre movimentação do operador e colocação da cadeira, a fim de permitir a alternância do trabalho na posição em pé com o trabalho na posição sentada;
e) manter uma cadeira de trabalho com assento e encosto para apoio lombar ajustáveis à estatura do trabalhador e à natureza da tarefa;
f) colocar apoio para os pés, de forma tal que evite a ocorrência de contusões.
2.2. Em relação ao equipamento e às ferramentas utilizadas pelos operadores de checkout para o cumprimento de seu trabalho:
a) devem ser escolhidos de modo a favorecer os movimentos simples de fácil domínio muscular e que não exijam força, pressão, preensão, flexão, extensão ou torção acentuada dos segmentos corporais;
b) devem ser posicionados no posto de trabalho dentro dos limites de alcance manual e visual do operador, permitindo a livre movimentação e colocação dos membros superiores e inferiores, e respeitando a natureza da tarefa;
c) a proteção contra acidentes de natureza mecânica ou elétrica nos checkouts deve ser feita com base no que está previsto nas normas regulamentadoras do MTE ou em outras normas nacionais, tecnicamente reconhecidas, ou ainda, na falta destas, em normas internacionais;
d) os equipamentos e ferramentas devem ser mantidos em perfeitas condições de funcionamento.
2.3. Em relação ao ambiente físico de trabalho e ao conjunto do posto de trabalho:
a) as condições de iluminamento, ruído, conforto térmico, bem como a proteção contra outros fatores de risco químico e físico devem obedecer ao que está previsto na NR-17 e outras normas regulamentadoras do MTE;
b) quando couber, os postos onde trabalham os operadores devem ser protegidos contra vento, correntes de ar ou grandes variações climáticas;
c) o mobiliário e o equipamento devem ser de cores opacas, que evitem reflexos no campo visual do trabalhador.
2.4. Na concepção do posto de trabalho do operador de checkout deve-se prever a possibilidade de fazer adequações ou ajustes localizados, levando em consideração a variação antropométrica existente entre os operadores.
3. A manipulação de mercadorias
3.1. Garantir que a manipulação de mercadorias não acarrete o uso de força muscular excessiva por parte dos operadores de caixa e checkout, através de:
a) negociação do tamanho e volume das embalagens de mercadorias com fornecedores;
b) uso de equipamentos e instrumentos de tecnologia adequada;
c) formas alternativas de apresentação do código de barras correspondente à mercadoria ao leitor ótico;
d) disponibilidade de pessoal auxiliar;
e) outras medidas que ajudem a reduzir a sobrecarga do operador na manipulação de mercadorias.
3.2. Projetar e instalar dispositivos auxiliares para o transporte de mercadorias no checkout, sempre que, em função do volume, peso ou quantidade das mesmas, houver limitação para a execução manual das tarefas por parte dos operadores.
3.3. A pesagem e o empacotamento de mercadorias não podem fazer parte das atribuições do trabalho de operador de checkout.
3.4. Para o atendimento de pessoas idosas, gestantes, portadoras de deficiências ou que apresentem algum tipo de incapacidade momentânea, deve-se prever a presença de pessoal para auxiliar o cliente e o operador de caixa na manipulação de mercadorias.
3.5. Os operadores devem ser treinados quanto a métodos de trabalho, variações posturais e operações manuais que ajudem a prevenir a sobrecarga osteomuscular e reduzam a fadiga.
4. A organização do trabalho
4.1. A disposição física e o número de checkouts em atividade (abertos) e de operadores deve ser compatível com o movimento em todos os momentos de funcionamento das lojas, de modo a garantir a adequação do ritmo de trabalho às características psicofisiológicas de cada operador, através de:
a) equipe de reserva para substituição;
b) filas únicas por grupos de caixas e checkouts;
c) caixas especiais (por exemplo, idosos, gestantes, deficientes, clientes com pequenas quantidades de mercadorias);
d) outras medidas que ajudem a manter o movimento adequado de atendimento sem a sobrecarga do operador de caixa e checkout.
4.2. São garantidas saídas do posto de trabalho, a qualquer momento da jornada, a fim de que os operadores atendam às suas necessidades fisiológicas, e visando à prevenção da fadiga física e mental, excluído o intervalo para refeição previsto na Consolidação das Leis do Trabalho.
4.3. É vedado promover qualquer sistema de avaliação do desempenho com base no número de mercadorias ou compras por operador, para efeitos de remuneração ou vantagens de qualquer espécie.
4.4. É vedada qualquer tarefa de segurança patrimonial ou fiscalização de furto de mercadorias pelos operadores de caixa de checkout.
5. Os aspectos psicossociais do trabalho
5.1. Um cartaz com os dizeres abaixo especificados deverá ser colocado em local visível em cada um dos checkouts:
\" Sr. Cliente:
O Ministério do Trabalho e Emprego exige que as condições de trabalho estejam adequadas para que os empregados possam atendê-lo satisfatoriamente, sem prejuízo para a sua saúde. Você também pode colaborar:
a) aguardando com tranqüilidade;
b) colocando as mercadorias ao alcance fácil do funcionário;
c) dirigindo-se à direção da loja, em caso de discordância de preços ou qualquer outro tipo de divergência.
5.2. Todo trabalhador envolvido com o trabalho em checkout deve portar um dispositivo de identificação visível, com nome, sobrenome e/ou apelido, escolhido (s) pelo próprio trabalhador.
5.3. É vedado obrigar ao trabalhador o uso, permanente ou temporário, de uniformes ou vestimentas ou propagandas, que causem constrangimento ou firam à sua dignidade pessoal.
5.4. É vedado ao empregador qualquer tipo de orientação, verbal ou escrita, que estimule os clientes a influir, diretamente e em tempo real, no processo de trabalho do operador de checkout. Esta participação pode ser estimulada através de pesquisas estruturadas, caixas de sugestões, contatos com ouvidoria e outros meios que permitam avaliação técnica e administrativa prévia à implantação.
5.5. Cópias destas recomendações devem ser colocadas à disposição dos clientes, para consulta, em cada loja.
6. Informação e formação dos trabalhadores
6.1. Todos os trabalhadores envolvidos com o trabalho de operador de checkout devem receber treinamento, cujo objetivo é aumentar o conhecimento da relação entre o seu trabalho e as doenças, o que pode causá-las e como podem ser evitadas.
6.2. Como público alvo do treinamento, deve ser incluído todo o pessoal de operação, gestão e de recursos humanos relacionados ao trabalho de operador de ckeckout.
6.3. Este treinamento deverá conter, no mínimo:
6.3.1. Noções sobre os fatores de risco para a saúde, decorrentes da modalidade de trabalho de operador de caixa adotado na loja (em pé, sentado, misto), relacionados aos seguintes tópicos:
a) o posto de trabalho:
- noções básicas de ergonomia;
- fatores importantes no dimensionamento do posto de trabalho: tipos de postura (sentado, em pé, andando, alternado); tipos de trabalho (dinâmico e estático);
- considerações importantes para a execução de atividades em pé e/ou sentado;
- conseqüências da manutenção de posturas inadequadas no posto de trabalho
b) a manipulação de mercadorias:
- noções básicas a respeito da coluna vertebral;
- tipos de cargas (forma, peso, pegadas);
- relação entre postura corporal e posição da carga;
- considerações importantes para a execução de atividades de levantamento e transporte de carga;
- recomendações básicas para diminuição da força aplicada durante o trabalho.
c) a organização do trabalho:
- hierarquia dentro da empresa: organograma das áreas (administrativa, produção, segurança, etc.);
- jornada de trabalho, escala de funcionários e pausas;
- considerações sobre ritmo de trabalho, pressão da chefia, monotonia, fragmentação de tarefas, repetitividade, horas extras;
- fluxo das mercadorias.
d) os aspectos psicossociais do trabalho:
- considerações sobre a relação entre o supervisor e o operador de caixa;
- considerações sobre a relação entre cliente e operador de caixa;
- perspectivas coletivas (por exemplo, colaboração entre equipes).
6.3.2. Informação sobre as doenças mais encontradas entre operadores de checkout, principalmente, as que envolvem o sistema osteomuscular, o sistema vascular e a saúde mental.
- Importância da percepção corporal do trabalhador na relação entre trabalho e saúde.
- As medidas de prevenção tanto em nível individual quanto coletivo.
6.3.3. Aspectos legais pertinentes às questões de saúde do trabalhador, envolvendo:
- Aspectos trabalhistas (Consolidação das Leis do Trabalho e Normas Regulamentadoras de Saúde e Segurança no Trabalho);
- Aspectos previdenciários;
- Direitos constitucionais;
- Direitos do consumidor;
- Acordos e convenções coletivas nacionais ou regionais.
6.4. Cada trabalhador deverá receber um treinamento com duração mínima de 4 (quatro) horas, a cada seis meses, iniciado a partir do momento da admissão, exceto nos domingos e feriados.
6.4.1. Os trabalhadores devem ser informados com antecedência sobre mudanças que venham a ocorrer no processo de trabalho.
6.5. O treinamento deverá incluir, obrigatoriamente, a distribuição de uma cartilha que contenha os aspectos já detalhados no item 6.3. e alíneas.
6.6. A forma do treinamento (p. ex. contínuo ou intermitente, presencial ou à distância, por palestras, cursos ou audio-visual) fica a critério de cada loja.
6.7. A elaboração do conteúdo técnico, execução e avaliação dos resultados do treinamento devem contar com a participação de integrantes do Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho, representantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, coordenadores do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional e Programa de Prevenção de Riscos de Ambientais, ou outras entidades definidas em acordo ou convenção coletiva de trabalho.



Postado por: Adir de Souza
Data: 07/10/04 12:12:31 h

ADIR PRESENTE NO EVENTO

SÃO PAULO - SINTESP COMEMORA 32 ANOS DO SESMT


Sintesp comemora 32 anos do Sesmt

O Sintesp comemorou os 32 anos da criação do Sesmt (Serviço Especializado em Segurança e Saúde do Trabalho) e o dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho no dia 27/07 com uma palestra do assistente da Secretaria de Previdência Social do MPS (Ministério da Previdência Social), Paulo Rogério Albuquerque de Oliveira, que falou sobre o SAT (Seguro Acidente do Trabalho). O advogado Jorge Gimenez Berruezo também falou sobre o mesmo tema. A flexibilização do SAT vai fazer com que as empresas que não realizam gerenciamento de riscos paguem uma maior alíquota. \"Com isso aqui estamos revolucionando o conceito de Sesmt. A empresa vai contratar um técnico porque precisa e ele será valorizado, pois será um consultor de recomenda ções. O patrão vai cobrar produção com segurança\", afirma Oliveira.

Após as palestras, houve um bolo em comemoração ao aniversário do Sesmt. O evento não parou por aí. Ainda houve um debate no qual representantes de diversas entidades puderam falar da importância e das dificuldades do Sesmt. Estiveram presentes no debate Raul Casanova, diretor da Animaseg (Associação Nacional da Indústria de Materiais de Segurança e Proteção ao Trabalho); José Damásio de Aquino, chefe da Divisão de Equipamentos de Segurança da Fundacentro; João Guilherme, agente de fiscalização da DRT-SP; Milton Perez, superintendente da ABPA (Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes); Adir de Souza, presidente do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Paraná; e Ivone Martini, diretora da Anent (Associação Nacional de Enfermagem do Trabalho).

Cada profissional deu seu depoimento. O presidente do Sintesp, Armando Henrique, abriu o debate ressaltando que quando se fala em Sesmt é impossível não associá-lo aos quatro profissionais relatados na NR-4 – médico e profissionais de enfermagem do trabalho, engenheiro e técnico de segurança. Para Raul Casanova, a evolução na segurança e saúde só foi possível por causa do trabalho desses profissionais. José Damásio de Aquino reiterou o apoio da Fundacento ao evento do Sintesp. Já João Guilherme ressaltou que o Sesmt é muito importante para o trabalho da DRT e que a reformulação do Sesmt é uma prioridade do diretor do DSST (Departamento de Segurança e Saúde do Trabalho), Mário Bonciani.

Adir de Souza frisou em sua fala que houve um avanço, pois na década de 70 o Brasil era campeão mundial de acidentes de trabalho os Técnicos de Segurança contribuiram muito para mudar esta realizade. Milton Perez, que também presenciou esse avanço, afirmou que é preciso união entre os profissionais e que a formação constante é extremamente necessária. \"Não podemos parar no tempo\", disse Perez.

Já a enfermeira Ivone Martini buscou mostrar a caminhada dos profissionais, principalmente de enfermagem, desde a década 70. Como era no início do Sesmt com os trabalhadores sujeitos a agentes de risco e sem conhecimento de práticas elementares de SST. Ela explicou que se iniciou com um trabalho preventivo, partindo mais recentemente para a qualidade de vida. Agora seria preciso, segundo ela, \"estender o modelo para todas empresas, preservando os profissionais, pois eles já têm o conhecimento\". Também sugeriu a atualização do modelo, separando \"o joio do trigo\", a revisão do dimensionamento e que o custo do dano ao trabalhador recaia sobre quem tira proveito dele. Visando as mudanças, Armando Henrique disse que há uma vantagem no período atual: \"Temos muitos obstáculos, mas temos muita força para vencê-los. Hoje as decisõe s passam pelas nossas mãos\".

Postado por: Adir de Souza
Data: 06/10/04 10:43:29 h

VANTAGENS DE SER SÓCIO
TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO NO PARANÁ

O profissional é respeitado na proporção da sua competência e nível de organização da categoria que pertence através das suas entidades representativas, e o que faz uma entidade Sindical ser grande atuante é a participação de sua classe no nosso caso o SINTESPAR, quando assumi a Presidência do nosso sindicato em Julho de 1999 estabeleci uma meta de crescimento do quadro associativo, pois possuíamos na época uma cadastro de
394 Técnicos de Segurança do Trabalho e hoje possuímos 1.339 Técnicos com nome e endereços residenciais sem contar das empresas, e isto foi com muito trabalho pois ninguém possui no Estado um cadastro como este, mas isto ainda não trouxe para nossa entidade resultados financeiros pois poucos
contribuem e isto foi proposital era preciso mostrar primeiro aos colegas que a nossa entidade existe e é importante para defender nossos interesses.
Agora está na hora de pedirmos a todos os colegas a sua participação e sua contribuição não só financeira, mas participativa, o sindicato Não é o nosso endereço da rua Francisco Torres o Sindicato é cada Técnico defendendo a nossa profissão participando das atividades na sua cidade ou região principalmente dos conselhos municipais de Saúde somente assim iremos conquistar espaços merecidos e ser o condutor de nossos destinos.

Hoje os Associados podem contar com:

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM A FIEP

E MAIS 38 SINDICATOS PATROANAIS

- PISO SALARIAL DE R$ 810,83 E DATA BASE EM JANEIRO


- Palestras Teecnicas e seminários sempre com temas atuais.
- Desconto de 50% em TODOS OS CURSOS ministrados pelo SINTESPAR.
- Participação com desconto em todos os eventos promovidos pelo SINTESPAR.
- Assistência jurídica (trabalhista, criminal e previdenciária).
- Homologações.
- Processos de fiscalização (solicitação e acompanhamento).
- Defesa dos direitos individuais e coletivos da categoria.
- Convenção Coletiva de Trabalho com piso salarial .
- Bolsa de empregos.
- Participação na reformulação das normas regulamentadoras.
- Participação nas comissões tripartite representando os trabalhadores.
- Participação em várias instituições Como: Fórum do Ministério Publico
federal, Estadual. Conferências Municipal e estadual de Saúde e na CIST.
- Página na internet e auxilio imediato em caso de consulta Técnica
-Estamos entabulando negociações com Ministério do Trabalho para Efetuarmos
Registros profissionais dos novos colegas dentro em breve teremos novidades
a respeito


Lembramos ainda que teremos importantes demandas para defesa da nossa categoria, como:

Mudança da NR4, Legislação Trabalhista, Modelo Sindical,
Previdência Social, Sistema de Formação, Regulamentação do Conselho de Classe etc., estas lutas são de todos e ocuparemos os espaços no futuro na
proporção da nossa capacidade de adesão e de organização e mobilização.



Adir de Souza


Postado por: Adir de Souza
Data: 05/10/04 14:13:41 h

PORQUE SER SOCIO




Como Funciona a Contribuição

O Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado do Paraná.
Somente Temos 02(duas) Contribuições, que são A sindical 01 ( um ) dia de Trabalho no mês de Março e que somente 60% vai para o Sindicato, e nem Todas as empresas contribuem corretamente, uma grande parte o faz para a categoria preponderante na empresa, a qual solicitamos aos Técnicos verificar na sua carteira profissional, se está sendo efetuado para nossa entidade como manda a lei.

Taxa Confederativa.

A qual consta de convenção coletiva assinada com Vários Sindicatos Patronais e FIEP. por sermos categoria diferenciada. Que é de 3% do Piso salarial de R$810,83 do salário normativo da categoria, trimestralmente. Que é R$ 24,00 (vinte e quatro reais trimestralmente) ISTO É 1% DO PISO AO MES



OUTROS SINDICATOS

01 - Mensalidade de Associado
(para ter direito de votar e ser votado)
02- Reversão salarial / taxa assistencial
( no mês da data base )
03- contribuição sindical
( um dia de trabalho mês de março )
04- Taxa Confederativa (X % definido em assembléia da categoria)



--------------------------------------------------------------------------------